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domingo, 3 de julho de 2016

OS INFUNDADOS GRAUS DO CLIMA DO CO2  
Goebbels, ministro das comunicações do Hitler, dizia que uma mentira repetida mil vezes se torna uma verdade. E na pseudociência do clima do CO2 não há nada, nada mesmo, que sustente cientificamente o que essa turma afirma e faz o mundo repetir sem cessar. São políticos, governos, professores, universidades, cursos, revistas, reinados, papado, populações, mídia, instituições, etc, etc, que, sem terem o conhecimento científico adequado, repetem automaticamente o que recebem e leem e assim conduzem o mundo a rumos errôneos. Desta forma, uma “ciência” que não tem nenhuma sustentação científica move o mundo. Como é insana e sem noção essa humanidade! Mas, não é só isso. As multidões de pesquisadores dessa turma se sentem muito à vontade para publicarem sua infinidade de artigos sem terem a necessidade de provar nada, bastando apenas e tão somente citarem que o CO2 é o responsável por tudo o que dizem nas mais diferentes e esquisitas situações. E isso basta para que os artigos sejam aceitos automaticamente ao mesmo tempo em que os artigos de quem os questionam não são aceitos nas revistas deles. E, assim, tal “ciência” se perpetua.
Mas, os conceitos que essa pseudociência usa são tão simples e frágeis para serem derrubados, científica e moralmente. Já começa com o “Climategate”, a ação de hackers que em 2009 invadiram servidores da Universidade East Anglia (Inglaterra) e vazaram emails de pesquisadores combinando como manipular informações para fazerem o mundo crer que as temperaturas estavam aumentando quando na verdade estavam decrescendo. E esses pesquisadores eram ou são os responsáveis pelos relatórios do IPCC, órgão da ONU e instância máxima oficial do clima no mundo. E o mundo e a mídia ainda confiam numa gente dessa. E consequências climáticas por certas ações humanas não estão somente na temperatura e, muitas vezes, nem estão nela, pois são muitas causas e efeitos diferentes. A atmosfera não é um bloco monolítico! O Novo Ciclo Hidrológico que descobri, por exemplo, mostra que questões como enchentes podem não ser resultados de temperaturas.
Na linha das questões éticas dessa turma também tem o NASAGATE, cujo órgão da administração federal dos EUA alterou flagrantemente gráficos de temperaturas do planeta para fazer o mundo crer que as temperaturas estavam subindo quando na verdade estavam descendo. Como alguém ainda confia no que essa turma diz?
Também demonstrei nos meus artigos internacionais relacionados ao lado e em outros em português que o gráfico "taco de hóquei", que relaciona temperaturas com os níveis de CO2 e, consequentemente, com os respectivos níveis de radiação e representa a base de sustentação da “ciência” climática do CO2, é cientificamente errôneo e falso porque a temperatura do ar não depende apenas da radiação de calor assim como o sol não é a única fonte de calor para a atmosfera. Cadê os cientistas do mundo para entenderem isso e não darem respaldo a uma ciência infundada com tantos erros absurdos, com tanto desconhecimento da teoria básica e fraudes? Na verdade, há contestações, mas feitas do mesmo modo empírico e genérico e que cometem os mesmos erros. Enquanto isso, desenvolvi a teoria inédita, fisicamente correta, consistente, coerente e transparente. Mas, aquela turma não entende nada, absolutamente nada que não seja estritamente empírico. Só pra dar um exemplo clássico: artigos teóricos têm seus tópicos específicos, mas os editores das revistas dessa turma empírica e teoricamente ignorante, invariavelmente mandam incluir nos artigos os tópicos “Materiais e métodos”. Ora, esses tópicos servem apenas para trabalhos experimentais/empíricos, mas não necessariamente para trabalhos teóricos. E isso é tão básico, mas eles não sabem e não enxergam. É risível.

A pseudo e fraudulenta ciência afirma que a temperatura do ar para todo o planeta aumentou 0,8 ºC em relação às temperaturas do século XX por causa do CO2. Sobre isso tem muita coisa a dizer. Em relação à sua veracidade e confiabilidade já falei acima. E continua que essa turma considera uma temperatura média para o planeta como sendo de 14,3 ºC. Conforme falei diretamente para o diretor do GISS da NASA, essa temperatura não reflete a verdade, pois as temperaturas médias da América do Sul, África e Austrália são muito mais altas do que esse valor e ele concordou. Então, tal aumento não tem credibilidade científica e também não pode ser considerado global. A atmosfera e a superfície da Terra não se comportam uniformemente em tempo e espaço. E a influência do CO2 na temperatura do ar é de menos de um por cento, como demonstrei física e matematicamente nos artigos internacionais.
Além disso, os valores de CO2 sobre os quais essa turma diz que tal aumento é fruto, também não são confiáveis e não são únicos para o planeta, pois, por exemplo, os níveis de CO2 sobre a Amazônia são muito maiores do que os respectivos níveis sobre o Saara e são inversamente proporcionais às respectivas temperaturas.
E, muito antes de poder causar qualquer aquecimento, níveis altos de CO2 podem aniquilar populações por privação de oxigênio, sufocamento.               
Mas, como para essa turma basta falar sem provar nada ela usa imagens e números isolados para alarmar. E o mundo repete tudo sem exigir comprovação científica de nada nem sobre como mero 0,8 ºC seja capaz de causar tanto desastre, como enchentes, secas, nível do mar, tornados, furacões, geleiras e o ‘escambau’. Vamos ver de per si.
Primeiro: as temperaturas chegam a variar 10–20 ºC diariamente e as médias do dia sobem e não acontece nenhuma catástrofe por causa disso, como então apenas 0,8 ºC homogêneo causaria tanta coisa?
Segundo: temperatura ou calor não criam água, isso viola as leis da física, então não podem causar enchentes. Se temperatura ou calor criassem água, o Saara seria o lugar mais úmido do planeta!
Terceiro: ventos ou movimentos do ar só acontecem porque há diferenças de temperaturas no ar, não apenas temperaturas. Supondo ser verdade que a temperatura do planeta aumentou 0,8 ºC globalmente, então isso significa que esse aumento deve ser considerado uniforme em todo o globo e, portanto, não causa nenhuma diferença de temperatura significativa e, logo, não causa nenhuma catástrofe. Supondo que existam tais mínimas diferenças de temperaturas, essas ínfimas diferenças como supostamente as de 0,8 ºC e 2 ºC (“prevista” para 2100) são capazes de causar ínfimos e imperceptíveis movimentos do ar. Somente grandes diferenças de temperaturas são capazes de causar grandes e fortes deslocamentos do ar.
Posso obter por cálculos as velocidades dos ventos de acordo com as temperaturas. Por exemplo, para o furacão Catarina ocorrido no Brasil em 2004, a divulgada velocidade do vento foi de 180 km/h e para essa velocidade a temperatura do ar em bolsões teve de ser da ordem de 230 ºC, como calculei. Para o furacão Katrina ocorrido em 2005 nos EUA, a divulgada velocidade do vento foi de 280 km/h e para essa velocidade a temperatura do ar em bolsões teve de ser da ordem de 360 ºC, como calculei. Como vemos, 0,8 ºC ou 2 ºC, suposta e erroneamente em decorrência do CO2, não têm capacidade de nada. Ao contrário disso essas altas temperaturas são perfeitamente compatíveis com as temperaturas produzidas diretamente por termelétricas, que lançam milhões de toneladas de gases por hora para a atmosfera a 1000–2000 ºC e podem, portanto, gerar altas temperaturas em bolsões de ar. Só para dar um exemplo concreto, a termelétrica de Campina Grande (PB), de 164 MW, que é pequena e funciona a óleo, lança para a atmosfera 240 toneladas de material particulado por hora e também 200 milhões de litros de gases por hora a 400 ºC, além de outras coisas.
A todo ano, muitas cidades brasileiras têm sido devastadas por fortes ventos (inclusive no nordeste, lugar de clima calmo e estável e ventos suaves), coisa que não existia antes e não têm nada a ver com o tal aquecimento global causado pelo CO2. Foi a partir de 1995 que começou a instalação e operação em massa de termoelétricas no Brasil, importadas pelo neoliberal FHC e continuadas até hoje. Desafio a imprensa ou quem quer que seja a provar com documentos que tantas e tão fortes devastações aconteciam no Brasil antes de 1995. E naquela época já existia a imprensa e câmeras de foto e vídeo...  
Quarto: é comum vermos a TV mostrando imagens do derretimento de geleiras na Antártica assustando todo mundo e a turma e a mídia associando isso ao aquecimento global causado pelo CO2. Porém, nunca mostram o gelo aumentando nesses lugares. Se o gelo dos pólos não derretesse normalmente, hoje em dia haveria geleiras até no nordeste brasileiro. É preciso analisar cada caso separadamente e não rusticamente sem ciência atribuir tudo ao CO2. Só pra exemplificar, um recente trabalho de pesquisa (novembro de 2015) mostra que o gelo de áreas costeiras da Antártica aumentou 30% (!) no século XX. E, então, cadê o aquecimento global causado pelo CO2? Cadê que a mídia fala nisso?
Quinto: vemos a mídia mostrando as marés altas (comuns em todos os lugares) e dizendo que ilhas correm o risco de desaparecer por causa do aquecimento global causado pelo CO2. O IPCC diz que o aumento do nível do mar “global” foi de 1,2 mm/ano no século XX, mas um levantamento científico de 2013 feito em Portugal e publicado em revista internacional e sobre medições de 1906 a 2008, considerado o mais antigo e contínuo registro do nível do mar do mundo, revela que o nível do mar variou – (menos!) 0,70 mm/ano. Cadê ali o aquecimento global causado pelo CO2? As imagens que a mídia mostra sobre geleiras e nível do mar e muitas informações do IPCC e sua turma não são científicas nem confiáveis. Embora haja um risco natural por serem ilhas baixas e devido a muitos fatores como atividades sismológicas e marés, essa turma diz, por exemplo, que tal ilha vai desaparecer, mas não apresenta dados específicos que justifiquem tais afirmações. Cálculos e análises técnicas sobre o nível do mar estão apresentados aqui
Sexto: um dos métodos muito particulares, absurdo e cientificamente ignorante, o ‘feedback’, dessa turma sem ciência é o de dizer e considerar que o vapor d’água permanece só cerca de 8-10 dias na atmosfera para essa turma eliminar a influência desse gás na temperatura do ar e em outros comportamentos da atmosfera. Vejam no artigo que o vapor d'água não fica zerado na atmosfera e também sabemos através de medições por satélites e em terra que nas últimas décadas as nuvens aumentaram muito em diversas partes do mundo, como no Ártico, Europa, EUA, Rússia, China, Índia, Austrália, etc. Então, se o saldo de água na atmosfera fosse zerado a cada 10 dias, como poderia ter havido aumentos de nuvens em muitos lugares do planeta e em décadas a fio?
Como vemos em apenas alguns exemplos, essa pseudociência não se sustenta cientificamente em nada. Só o que afundam são suas vagas, falsas e infundadas afirmações. Por favor, digam pra essa pseudociência tirar o time de campo.