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quinta-feira, 20 de agosto de 2009


Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 20/08/09:

TEM PROVA: EM CERTOS LUGARES O EFEITO ESTUFA AUMENTOU

ERNANI SARTORI Cientista

e.solar@hotmail.com

O maior conjunto de informações oficiais que o mundo recebe sobre o tal do aquecimento global vem do IPCC e a quase totalidade das respectivas discussões é baseada em avaliações sobre séries históricas de dados experimentais. Como esses dados da natureza sempre têm enormes variabilidades, um sobe-desce sem parar, muitas vezes não é possível tirar conclusões definitivas, pois eles sempre dependem de inúmeros fatores ao mesmo tempo. Então fica-se vulnerável a muitas interpretações que podem até ser antagônicas. Por exemplo, alguém que enxerga um aquecimento do planeta e só conhece esses dados pega as médias de aumentos de temperaturas e justifica sua posição. Mas, alguém que quer enxergar um resfriamento e só conhece esses dados pega as médias de quedas e as relaciona a vários fatores, os quais também não garantem uma conexão exclusiva. Análises que se baseiam só em dados experimentais sem ajuda das teorias apropriadas são chamadas de empíricas. Pelo fato da base teórica do IPCC estar repleta de lacunas teóricas fundamentais ela gera muitas incertezas. E embora o IPCC não apresente nenhum documento único e que estabeleça claramente todos os princípios físicos sobre os quais aquele órgão se baseia, é de espantar que mesmo assim ele faz tantas ligações diretas entre valores, "previsões" e cenários futuros. Os documentos técnicos do IPCC contêm 99% de previsões e cenários. Na hora do "vamo vê" a ciência é bem diferente de efusivos dados experimentais, cenários e empirismos.

Embora o IPCC só fale em temperaturas e gases, na atmosfera há tantos outros parâmetros físicos que compõem a verdadeira expressão da teoria que garante escolhas. A teoria é aquela que faz um prédio ficar em pé e um foguete subir. Quem depender só de dados experimentais alcançará a visão de um mestre-de-obras do edifício, do foguete ou das condições climáticas do planeta.

A atmosfera produziu outros dados que junto com a correta teoria nos dão a certificação de que nos últimos 50 anos em certos lugares o efeito estufa aumentou e, como consequência, o aquecimento. E provo física e matematicamente.

Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 15/08/09:

MAIS ABSURDOS DA "CIÊNCIA" DO IPCC

ERNANI SARTORI Cientista

Em vários artigos, em português e inglês, tenho demonstrado tantos e grotescos erros da "ciência" do IPCC, a instância máxima do planeta sobre mudanças climáticas bem como da literatura que o suporta. A maioria das pessoas deve achar que esse órgão é a respectiva instância máxima da ciência, mas não é. A maioria, deve, então, achar que seus erros são banais, irrelevantes, mas não são.

Vamos ver mais. Para ilustrar sobre a questão do efeito estufa é comum adotar como exemplo a estufa usada na agricultura. Para fins da didática popular ela é válida, mas ao contrário do que faz o IPCC, ela não pode jamais ser usada como é no rigor da ciência. Apesar do planeta ser composto por 70% de água, o IPCC não coloca água nessa estufa esquemática e isso muda tudo, pois a água interage fortemente com a atmosfera e os resultados são muito diferentes se não houver água.

Esse absurdo leva a outros, como o fato dessa ciência não ter entendido porque a evaporação diminuiu nos últimos 50 anos enquanto as temperaturas aumentaram. O IPCC também diz que o aumento de temperatura do ar aumenta a evaporação diretamente, mas é o contrário e isso muda tudo. E, pasmem, essa relação de redução está em todas as fórmulas para o cálculo da evaporação. Gostam mais de procedimentos empíricos e cenários do que observar princípios físicos.

Outro fenomenal absurdo está na sua compreensão dos fenômenos físicos que ocorrem na estufa ao dizer que ali a convecção de calor é suprimida. Na verdade científica tremendamente básica, a convecção do ar é apenas trocada de forçada para a livre e não deixa de existir. A convecção (transferência de calor) forçada é a que existe por causa do vento ou ventilador e a livre é a que existe numa sala fechada e depende só das temperaturas. Conforme o IPCC, na sala ou na estufa, é o mesmo que suprimir as temperaturas, o que é impossível.

Todos os erros tão elementares do IPCC comprometem toda a esperada correção e exatidão sobre os fenômenos físicos que ocorrem na atmosfera terrestre. Depois de conhecermos tantos absurdos e o baixíssimo rigor da "ciência" do IPCC em questões básicas não vamos propor o fechamento daquele órgão da ONU, mas cá pra nós, apesar de algumas contribuições, ele pode bem ser dispensado ou substituído, pois ele não nos conduz no rumo cientificamente certo e seguro.

Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 12/08/09:

INCOERÊNCIA, A ESSÊNCIA DO IPCC

ERNANI SARTORI Cientista

Uma ciência precisa ter base e estrutura sólidas, ser ciente, coerente e cujos conceitos básicos sejam válidos em todas as situações equivalentes e lugares. É um conjunto de conhecimentos fundamentais que servem como suporte e rumo seguro, independente das variabilidades de dados experimentais, as quais podem nos confundir sem a ajuda de princípios fundamentais que nos guiam e valem sempre. Por isso, não existe cientista político, pois na política não existe ciência nem princípios que valem sempre. Nela, há atitudes e análises diferentes para cada situação e a incoerência chega a ser total. Analista político, sim, cientista político, não.

O que o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) faz é parecido com a política, pois a incoerência permeia os seus procedimentos. Por exemplo, a maioria já deve ter ouvido falar que o metano (CH4) é um gás 23 vezes mais potente para o aquecimento "global" do que o CO2. São cálculos feitos pelo IPCC nos quais estão incluídas a concentração do gás, sua permanência na atmosfera e recombinações químicas que ele gera e aumentam esse potencial. Embora não se conheça como são feitos, são aceitáveis, mas agora entram os famosos procedimentos empíricos do IPCC que não nos fazem crer que ali tem verdadeira ciência.

O IPCC move o mundo por causa do CO2 e diz que ele está aumentando, ou seja, seu potencial aumenta. Pasmem, porém, que matematicamente o IPCC definiu que esse potencial (GWP) para o CO2 é fixo e igual a 1. Ou seja, mesmo que o CO2 aumente um milhão de vezes na realidade, nos cálculos e modelos do IPCC o GWP do CO2 será sempre imutável. E todos os gases estão relacionados ao GWP do CO2. Ora, se o CH4 é mais poderoso do que o CO2, por que se preocupar mais com este? Total incoerência que não faz ciência e com clareza e cuja base de avaliações está errada e emite importâncias incoerentes e confusas.

O certo é fazer uma relação entre os três itens para obtermos valores do GWP variáveis de acordo com as alterações reais dos gases. Fiz um cálculo rápido usando esse método e o metano é muitas vezes menos poderoso do que o CO2. Esses corretos números podem então ser acompanhados com realismo e segurança sem depender dos incertos cilindros de gelo para "determinar" as variações dos gases de eras passadas. Não é à toa que os modelos do IPCC são ajustados para darem os resultados desejados e quase toda afirmação sua tem o termo "provável", pois nem ele próprio tem segurança nos métodos que usa. Isso não é ciência!


Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 06/08/09:

MUDANÇAS CLIMÁTICAS: PLANETA MAIS FECHADO

ERNANI SARTORI Cientista

Em 1996 publiquei um artigo em revista internacional, o qual compara o comportamento térmico de uma atmosfera aberta com o de uma fechada e usa os respectivos modelos matemáticos que fiz e publiquei mais de uma década antes. Foi feito para aplicações da energia solar, mas, há 4 anos atrás, para minha surpresa, percebi que é o único do mundo que explica cientificamente essas duas situações da atmosfera terrestre.

O IPCC não o conhece porque este órgão basicamente usa trabalhos da área de meteorologia. E também porque seu ´background´ se dedica essencialmente a análises empíricas sobre variabilidades de dados experimentais (só temperaturas e gases) e não se apóia em princípios teóricos consistentes que dão rumo às questões. Mas, este artigo explica muito.

Por exemplo, embora o planeta seja formado por 70% de água e o maior e mais importante componente da atmosfera para o efeito estufa seja o vapor d´água, a evaporação não entra nas considerações da literatura do IPCC para a formação do efeito estufa. Como consequência, não entendem porque a evaporação diminuiu nos últimos 50 anos enquanto as nuvens, chuvas e temperaturas aumentaram. Esse artigo explica!

Da mesma forma, pesquisadores do Inst. Max Planck, da Alemanha, não entenderam porque nas últimas décadas a radiação solar na superfície terrestre diminuiu de 4 a 10% por causa do aumento de nuvens enquanto as temperaturas aumentaram. O meu artigo explica!

O que vem a seguir não é uma previsão, é o que acontece fisicamente quando colocamos uma cobertura transparente sobre um sistema aberto: se o efeito estufa está aumentando por causa de gases, nuvens, partículas e umidade significa que a evaporação e a radiação diminuem e que o mundo está ficando mais quente, abafado, úmido e mais “fechado”. Uma incrível confirmação real dessa dedução aconteceu há 3 anos em Rio Branco-AC. Uma repórter de um canal nacional de TV relatou o seguinte depois que fumaças de queimadas invadiram completamente aquela capital durante uma semana: “o céu ficou cheio de nuvens, a radiação solar diminuiu, mas a cidade ficou mais quente, abafada e úmida”. O planeta não ficará fechado, mas é a tendência de “fechar” se nada mudar. O artigo explica!


Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 31/07/09:

É GLOBAL O AQUECIMENTO?

ERNANI SARTORI Cientista

O IPCC chamou de global o tal do aquecimento com base em dados de estações meteorológicas do mundo, sendo 90% localizadas no hemisfério norte, de onde obteve um aumento médio de temperatura de 0,5 ºC nos últimos 50 anos. Parece pouco, mas indica uma tendência que está de acordo com análises teóricas sobre a possível interferência humana na atmosfera nesse período. Mas, o IPCC relacionou esse aumento unicamente com um aumento de CO2 no período, embora haja tantos outros fatores atmosféricos a considerar. E, pasmem, as medições desse aumento de CO2 foram feitas no Havaí, um lugar recheado de vulcões em atividade que não condiz com as condições normais do planeta. Os autores dessas medições literalmente justificam que assim "querem eliminar a influência do CO2 emitido por atividades humanas locais". Mas, assim introduzem a influência dos gases dos vulcões e daí a conexão do aumento de temperatura com o propalado aumento do CO2 é inválida! E medição em um só lugar do planeta não é representativa, tem que haver média!

Dados bem recentes de satélites da NASA mostram que o CO2 se distribui quase uniformemente em todo o planeta, mas será que seus efeitos são tão uniformes e globais assim? O que o filme "empirismo inconveniente" fez foi repetir os dados e análises empíricas do IPCC, as quais são incompletas, estreitas, cientificamente ingênuas e errôneas na sua essência. Mesmo assim isso até dá prêmio Nobel, bastando para tanto ser americano e ter o poder da mídia.

Criei o inédito método cientifico que é capaz de determinar se e em que grau cada lugar está ou não submetido ao chamado aquecimento global, com base em constatações e análises científicas corretas. Apliquei o método para Campinas-SP para o período 1995-2004 e, de fato, aquela região apresenta indícios do tal do aquecimento, mas cujas causas e efeitos são bem locais. Apliquei o método para Bauru-SP para o mesmo período e não há nenhum sinal disso. Então, se a camada de CO2 é a mesma entre Campinas e Bauru, como é que só em Campinas há sinais? Ou seja, os efeitos não são tão uniformes e globais assim, as condições locais determinam mais e podemos questionar a tão empiricamente defendida influência do CO2. E como posso demonstrar e ineditamente calcular, tornados e furacões têm causas bem locais e necessitam de altíssimas temperaturas em bolsões (360 ºC-Katrina e 230 ºC-Catarina), as quais não são naturais, nem da Amazônia, nem do aquecimento "global".



Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 29/07/09:

A NATUREZA NÃO FUNCIONA ATRAVÉS DOS PARADOXOS!

ERNANI SARTORI Cientista

Nos últimos 50 anos houve aumento de nuvens, chuva e umidade enquanto houve redução da evaporação, em quase todo o planeta. Os cientistas das respectivas áreas não entenderam e, segundo eles, se a evaporação é a "única" fonte de água para a atmosfera como poderia menos evaporação produzir mais nuvens e chuvas. Então taxaram isso de "paradoxo de evaporação" (evaporation paradox) - e produziram outros - e o definiram como sendo "o contraste entre a expectativa e a observação". Este é o primeiro dos absurdos que descobri sobre as "ciências" que formam a essência das áreas e revistas que dão suporte ao IPCC e a instituições do mundo inteiro sobre evaporação e aquecimento global.

Tal definição é o próprio atestado da ignorância científica dessas "ciências", pois a minha expectativa não contrasta de forma alguma com essa observação, pelo contrário, a observação de que a evaporação diminuiu é a perfeita comprovação experimental da teoria! A natureza não funciona através de paradoxos e se eles soubessem que as roupas secam mais rápido em dias secos e mais devagar em dias úmidos teriam resolvido a questão e não proferido tamanhas insanidades.

O mais famoso cientista da área da evaporação achou que resolveu tal questão puramente com termos empíricos que não têm absolutamente nenhum significado físico e através de um terço de página da revista Nature e foi endeusado no mundo inteiro com prêmios e honrarias pelos pares cegamente empíricos. Mas, ele não resolveu absolutamente nada, sua "solução" é risível e essa base sem fundamento é usada pelo IPCC, instituições e revistas do mundo inteiro. Se um aluno tivesse escrito aquilo ele ganharia zero. E a evaporação está no coração de todo o problema e entendimento sobre as mudanças climáticas.

Mas, então, como pode menos evaporação causar mais chuvas? Não pode! Obviamente, há fatores externos interferindo no ciclo natural. Certas atividades humanas têm jogado mais e mais rapidamente água, calor, gases e partículas na atmosfera do que o ciclo natural é capaz de levar. Este é o novo ciclo da água que descobri e registrei recentemente e que também pode ser demonstrado matematicamente.



Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 23/07/09:

MUDANÇAS CLIMÁTICAS: ANCESTRAIS OU ATUAIS?

ERNANI SARTORI Cientista

Alguns dizem que há milhões ou bilhões de anos atrás houve aquecimentos ou resfriamentos da Terra. Porém, os meios técnicos utilizados para tais averiguações são muito questionáveis. Por exemplo, bolhas de ar ancestrais ficam presas no gelo e os paleontólogos então medem indiretamente a idade e as temperaturas dessas bolhas e com isso supostamente determinam supostos aquecimentos ou resfriamentos ancestrais. Essas medições são eivadas de incertezas, pois embora as bolhas possam ser ancestrais, seus estados físicos sofrem influência de aquecimentos e resfriamentos por intempéries contemporâneas, tanto in loco quanto no seu transporte e utilização para/em laboratórios.

Além disso, quanto mais alta a idade geológica, mais incerteza existe. Recentemente foi feita nova datação de Stonehenge e todos os conceitos já estabelecidos sobre aquelas pedras tiveram de ser refeitos. Assim sendo e além disso, o que realmente importa é saber se o ser humano é mesmo capaz de produzir aquecimento aqui-agora e uma vez sabido isto o resto não interessa e a discussão sobre milhões/bilhões de anos atrás se torna inócua, sem valor. Assim como existe o ciclo da água existe também o ciclo do carbono, da poeira, dos gases, das partículas. O novo ciclo hidrológico que descobri recentemente não apenas prova cientificamente que há um novo ciclo da água, mas também serve para demonstrar física e matematicamente que o ser humano é capaz e tem interferido nos ciclos naturais.

Essas interferências acontecem principalmente através da industrialização que inclui usinas de energia cujos processos são produzidos pelo ser humano e não pela natureza. Esses sistemas tiram mais e mais rapidamente água, calor, gases e partículas da superfície da Terra e jogam na atmosfera, alterando, portanto, o prévio equilíbrio natural. Não há o que discutir sobre isso e o ser humano é sim capaz de alterar os ciclos naturais bem como o efeito estufa natural e, como consequência, causar mudanças climáticas. Alguns dizem que a natureza se vinga, mas não se trata de vingança e sim que a natureza sempre busca o seu equilíbrio e assim procura desfazer o que está fora dele.



Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 16/07/09:

EMPIRICISMO DO IPCC DANIFICA O PLANETA

ERNANI SARTORI Cientista

Descobri que a base das "ciências" que suportam e seguem o IPCC é feita de extremo e inacreditável empiricismo e este causa muitos e sérios danos ao planeta. O puro empiricismo não permite a compreensão dos verdadeiros fenômenos físicos bem como a escolha do rumo científico correto e, ao contrário, conhecimentos técnicos sem valor e rumos errôneos são adotados até em grandes decisões do IPCC para o planeta.

Sabe-se bem que o IPCC influencia o mundo inteiro ao atribuir ao CO2 toda a culpa por todos os problemas climáticos ao mesmo tempo em que sempre desprezou completamente a importância do H2O na atmosfera. Por causa dessa decisão errônea, entre outras coisas, o IPCC tem feito o governo brasileiro e outros a se voltarem para a energia nuclear com o argumento de que tais usinas não emitem gases de efeito estufa porque só emitem vapor d´água. Mas, o H2O é o principal gás de efeito estufa, quase 100% maior que o CO2! O IPCC se dedicou ao CO2 por uma escolha humana e não por questões físicas corretas, as quais não são compreendidas pelas "ciências" e revistas que suportam o IPCC.

Cerca de 95% da temperatura ambiente é devida ao H2O e cerca de 4% ao CO2, um processo natural. A preocupação do IPCC é com o aumento do CO2 na atmosfera, mas nos dias atuais o maior efeito estufa não é causado pelo CO2 e nos últimos 50 anos aumentou a quantidade de nuvens, chuva e umidade em quase todo o planeta, o que aumenta o efeito estufa e a temperatura do ar. Então não há como garantir que o falado aumento de temperatura do planeta se deve só ao CO2, como dizem. Se numa guerra um exército dá importância só a uma questão, mas não a outra também importante, a guerra estará perdida.

O novo ciclo da água ou hidrológico que descobri recentemente esclarece que certas atividades humanas têm jogado mais e mais rapidamente água e poluentes no ar do que o ciclo natural consegue lançar, provando clara e cientificamente que o ser humano é capaz de causar mudanças climáticas. A maioria dos empíricos - embora estes dominem o mundo nessa área - ainda tem dúvidas sobre essa capacidade e não consegue provar cientificamente nem para um lado nem pro outro. Se o autor dos descobrimentos do novo ciclo e dos absurdos dessas "ciências" fosse dos EUA, ele já teria mudado o mundo.



Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 09/07/09:

MAIS CONSUMO É A SOLUÇÃO!

ERNANI SARTORI Cientista

Fico passado (upset em inglês) sempre que vejo pessoas, programas da mídia e movimentos solicitarem que a população reduza o consumo por causa do aquecimento global. Tal solicitação genérica é uma verdadeira aberração humana! Obviamente que não é por maldade, mas por falta de um raciocínio além do comum. Se o excesso de consumo causa problemas ao planeta, então toda a responsabilidade recai sobre 1/3 da população mundial, pois cerca de 2/3 dela têm consumo inferior para uma vida digna e só de famintos há mais de um bilhão de pessoas.

Então querem que estes 2/3 com os famintos reduzam ainda mais o consumo só porque 1/3 que tem vida digna ou um pouco mais causou todo esse problemão? Querem impedir que esses 2/3 aumentem seu consumo para uma vida digna e permitirem que 1/3 continue na boa? Como se sentem os 2/3 quando lhes pedem para reduzir o consumo? Claro, consciência é importante e desperdício e excessos devem ser evitados, mas isso aprendi quando criança e não por causa do aquecimento global.

Se toda essa população está abaixo da linha de consumo recomendado significa que o consumo mundial precisa aumentar, por questões humanas, não diminuir! Mas, qual é a solução então? Resposta: o consumo não pode ser encarado como problema, mas como solução, pois todos têm direito ao consumo digno. Mas, se com o consumo de hoje já há um grande problema, qual é a saída, então?

A única solução está na lei de Lomonosov, aquela que diz que "nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". E já existem muitas soluções tecnológicas: para a produção de latinhas com material reciclado há um gasto de apenas 5% da energia que seria gasta usando matéria bruta; pneus e plásticos já são reconvertidos em óleo e gás natural e outros produtos; 30% de uma lata de tinta já são feitos com garrafas plásticas. Ou seja, o que temos já serve para produzir mais com menos e o que falta é mais organização e solidariedade sociais pensando no planeta como um barco só onde não há lugar para montanhas de rejeitos.

E quanta coisa boa pode ser obtida de todos os rejeitos! Na Alemanha, há cidades onde não existe mais lixo, pois há várias empresas que o transformam totalmente em energia e produtos. E o poder público organizador precisa estar sempre um passo à frente para fornecer meios à sociedade para esta poder contribuir eficazmente, pois sozinha sem organização coletiva ela não pode nada, porém nas bandas de cá vemos que ele é muito lento e deixa o volume de problemas se acumular em lixões.



Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 11/06/09:

FIM DA “CIÊNCIA” DO AQUECIMENTO GLOBAL

ERNANI SARTORI Cientista

Sabemos bem que o IPCC – instância oficial máxima sobre as questões climáticas do planeta – atribui ao CO2 toda a culpa por todos os problemas climáticos. Mas, não é assim! Por exemplo, nos últimos 50 anos quase todo o planeta ficou mais úmido (inclusive o Nordeste), com mais nuvens e mais chuvas. Porém, o IPCC sempre desprezou completamente a importância do vapor d´água na atmosfera, mesmo sabendo ele que o H2O é o principal gás de efeito estufa e não o CO2. Mas, devido ao frenético e insano empiricismo (ainda do Séc. 19) dos formuladores e seguidores do IPCC, este órgão da ONU que influencia governos e instituições do mundo inteiro não consegue entender o que as verdadeiras teorias universais ensinam a todos. Adotaram um rígido rumo empírico (próprio de suas especialidades técnicas) e não conseguem lidar com as teorias fundamentais.

O CO2 continua a ter sua importância na formação de um crescente efeito estufa, mas não é o responsável por tudo. Por exemplo, como este autor pode demonstrar matematicamente, tornados e furacões têm causas locais e não são fenômenos naturais nem causados pelo aquecimento global. Além disso, as nuvens e o H2O sabidamente aumentam o efeito estufa e se estes componentes da atmosfera aumentaram nos últimos anos, então o efeito estufa aumentou também por causa deles.

Porém, há pouco tempo o IPCC começou a aceitar desconfiadamente a importância do H2O na atmosfera, já que há trabalhos recentes que mostram o seu aumento e isto também confirma a minha descoberta do novo ciclo hidrológico. Mas, a base de conhecimentos científicos do IPCC não lhe permite entender isto cientificamente. Então, agora ele está numa encruzilhada sem saída, pois como ele sempre culpou o CO2 por tudo e como este gás não adiciona uma gota sequer de água no ar, esta situação indica claramente que o IPCC está tecnicamente perdido, deu contra a parede e isto representa o fim-da-linha do seu escolhido rumo técnico bem como de sua consequente credibilidade. Mas, então, quem adiciona umidade no ar? Foi encontrando os absurdos e elementares erros dessa estabelecida “ciência” da evaporação e do aquecimento global que descobri o novo ciclo hidrológico, o qual clareia todo esse entendimento.



Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 03/06/09:

TORNADOS, FURACÕES E AVIÕES

ERNANI SARTORI Cientista

O que há de comum entre furacões, tornados e as recentes, estranhas, súbitas e violentas turbulências do ar que fizeram modernos aviões de grande porte sofrerem quedas bruscas de altura? Os três fenômenos são gerados pelos mesmos princípios físicos! Raios foram descartados por especialistas como causas de tais acidentes aéreos, pois os aviões têm proteção contra eles e em quase todo voo é normal cada aeronave ser atingida por raios. Outra causa aventada foi a das perigosas nuvens cumulus-nimbus, mas também descartada, pois esses modernos aviões possuem sensores que as detectam com muita antecedência. Os grandes aviões possuem mais 2 sistemas auxiliares para o caso de pane elétrica, hidráulica ou pneumática no sistema principal. Então, qual outra possibilidade para a súbita queda de altura? Para o voo da TAM a razão dada a seguir fica muito evidente, já para o da Air France é só uma possibilidade, porém, tem especialista dizendo que tal acidente foi atípico e causado por “forças estranhas”. Essas “forças estranhas” podem ser explicadas como segue.

Furacões e tornados eram considerados fenômenos desconhecidos e naturais. Baseado nos princípios físicos do escoamento de fluidos, este autor não só pode explicar facilmente e demonstrar teoricamente mas é capaz de provar matematicamente de forma inédita no mundo que tornados e furacões não são fenômenos naturais nem causados pelo aquecimento “global”. Por exemplo, para que o furacão Katrina atingisse os 280 km/h, a temperatura do ar em bolsões teve que ser de cerca de 360 oC e para que o furacão Catarina atingisse os 180 km/h, a temperatura do ar em bolsões teve que ser da ordem de 230 oC. Certamente, essas temperaturas não são da ordem de grandeza natural nem condizentes com as temperaturas do chamado aquecimento global. Essas temperaturas são produzidas pelo ser humano em escala local e geram baixíssimas pressões do ar em bolsões que causam violentos ventos e turbulências bem como violentos “buracos” no ar. Para os aviões essas temperaturas nem precisam ser tão altas para produzirem violentas turbulências e provocarem quedas bruscas de altura.