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sábado, 19 de dezembro de 2009

A SOLUÇÃO ESTÁ NA TRANSFORMAÇÃO, NÃO NA REDUÇAO!


ERNANI SARTORI  Cientista


Sempre tenho dito que essas “ciências” que formam o IPCC não entendem corretamente o funcionamento da atmosfera, que são elas que enchem os ouvidos dos governantes do mundo inteiro e que essas “ciências” de muito baixo rigor científico (aliás, absurdamente quase nenhum e com uma dependência absurda no empirismo e ainda errôneo) não levarão o mundo ao rumo correto.
Nem precisei esperar muito para apresentar uma destacada comprovação, pois a COP-15 tornou isso evidente. Foi uma confusão geral, acusações de toda parte e patético ver presidentes de países acusando outros países sobre quem é mais responsável pelas emissões ou pelo aquecimento “global” e errando no rumo. O rumo por eles entendido está completamente errado! A solução para o planeta relativa ao clima não está na redução das emissões, ela ajuda um pouquinho, mas não é a solução! Além disso, cientificamente não há nada que diga que o CO2 é o principal gás de efeito estufa.
Vamos por partes. “Pretendem” reduzir as emissões aos níveis de 1990, mas se o mundo cresce em população e desenvolvimento, mais energia e industrialização serão sempre necessárias e, portanto, as emissões serão exponenciais e os propostos níveis já já terão que ser dos anos 2000 e 2010. Ou seja, se hoje não querem os níveis de hoje, daqui a pouquinho forçosamente terão que emitir com os níveis atuais, pois com a velocidade do desenvolvimento não será mais possível querer atingir os níveis de 20 anos atrás e estes terão que ser relativos a 10 ou 5 anos atrás, o que rigorosamente não significa nada. Além disso, mesmo que concordassem em reduzir um tanto por cento nos discursos, na prática isso não seria concretizado, pois não haveria controle nenhum. E, como outro exemplo, temos o caso do Lula que vai nessas reuniões e posa como brigador e bonzinho e aqui dentro aumenta diariamente a sujeira da matriz energética brasileira com as termelétricas, como fez o FHC.
A COP-15 foi considerada um fracasso porque os líderes mundiais não chegaram a um acordo sobre o percentual de redução, mas mesmo que tivessem alcançado esse acordo o fracasso seria o mesmo, pois a solução não está na redução e sim na TRANSFORMAÇÃO. Tanto calor é jogado fora pelas fumaças enquanto que ao lado tem muita gente e outras indústrias precisando de aquecimento e de refrigeração, que podem ser obtidos facilmente com os calores dos gases (aliás, para o aquecimento "global" o IPCC e suas "ciências" só consideram as massas dos gases e não seus calores diretamente, o que modifica muito o entendimento e as consequências). As suas partículas poderiam ser reutilizadas para nova queima e seus vapores também reutilizados na industrialização, só para citar algumas. Essas transformações eliminariam as fumaças, ou, como queiram, as emissões.
Então, as discussões dos presidentes não residiriam burra e grosseiramente na redução, mas em como encontrar maior organização social planetária e solidária e em como encontrar novas tecnologias para o mundo inteiro obter essas transformações. Ninguém até hoje falou em transformação, apenas em redução, mas, a única solução para o planeta está na transformação, isto é, na lei de Lomonosov, nem adianta pensar em outra coisa!
A imprensa brasileira faz mais censura do que a censura da ditadura e não deixa passar nada que não venha dos canais oficiais, ou seja, ela apenas constrói a história oficial e impede a liberdade de informação da população. E ainda reclama de censura  agindo como lobo em pele de cordeiro! A imprensa brasileira não tem cacife para reclamar de nenhuma censura! Os editores dos jornais têm o único trabalho de dizer “isso passa, isso não passa” (mas muita coisa de baixíssima qualidade passa sempre bem como tudo o que vem lá de fora), conforme os interesses nada democráticos e a extrema proteção dos mesmos (ou seja, uma ditadura!). Não há democracia na imprensa brasileira! Só para citar um setor.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Em 02 de novembro de 2009 satélites europeus foram lançados por um foguete russo com o objetivo específico de encontrar "alterações no ciclo da água". Qualquer alteração encontrada neste ciclo confirmará meu descobrimento do NOVO CICLO HIDROLÓGICO e a comunicação abaixo em inglês tem sido enviada a muitas pessoas do mundo com o fim de informar tudo isso.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Dear colleagues,

This communication has been sent to lots of people in the world and serves to make the international community to know that some years ago I discovered and registered the discovery of the NEW HYDROLOGICAL CYCLE, as well as to give other informations. On 02 November 2009 European satellites were launched by a Russian rocket with the aim at finding "alterations in the water cycle". Then, if from now on you hear that alterations in the water cycle have been found you should know that this represents confirmation of my discovery of the new hydrological cycle, which is, among other things, the proof that the human being is really able to alter the natural cycles and thus cause climatic changes.

There is no doubt that this cycle already exists since a long time ago but markedly since the industrialization era. However, the IPCC and the sciences that support this UN organization don´t know this and don´t go by this way. On the contrary, they have always neglected completely the importance of the water vapor for the greenhouse effect, despite the fact that they know that it is the main greenhouse gas. They consider that the water vapor remains only 10 days in the atmosphere, but there are works that showed that the XX Century became more humid and that almost all of the planet became more humid in the last 40 years. So, since the humidity and the raining increased in the planet in the last decades, how could the water vapor remain only 10 days in the atmosphere and have no influence on climatic changes? I have theoretical and experimental background on the greenhouse effect and I know all of its effects (contrarily to what is observed in the IPCC´s literature) and I state that the water vapor cannot be eliminated from it.

There are also lots and lots of errors and insanities in the referred empirical sciences. For example, the IPCC moves the world due to the CO2, but the H2O absorbs radiation about 100 times more than the CO2 and has a concentration about 100 times greater than that of the CO2. However, this does not make us to neglect the importance of the CO2, but this gas is not the only responsible for the greenhouse effect and climatic changes.

Now, see another absurd performed by the IPCC. The IPCC determined, by a human decision, not by a physical condition, that the GWP (Global Warming Potential) of the CO2 is always and forever equal to 1, despite the fact that the CO2 concentration in the atmosphere has always increased. Thus, even that the CO2 could increase a million times in the reality, for the IPCC calculations and models the GWP of the CO2 is always constant. Absurd!

Moreover, based on this GWP = 1 they say that the methane is about 23 times more powerful for the greenhouse effect than the CO2. If the GWP = 1 for the CO2 is erroneous, then it is erroneous for the methane and for all other gases, because the GWPs of all of them are related to the GWP of the CO2. And the water vapor is not included in such list. I created a method based on real and variable data for these gases and in it the GWP for the CO2 is obviously not constant, the CH4 is not more powerful than the CO2 and the real conditions of the atmosphere determine the real GWPs, not the empiricism.

The science of the IPCC has already arrived to a dead end. The IPCC and the sciences that support it have always neglected the presence and importance of the water vapor in the atmosphere for accounting climatic changes and have put all the corresponding responsibilities on the CO2. However, due to recent works that showed that the planet has become more humid, the IPCC has timidly started to recognize the importance of the H2O in the atmosphere. However, since the CO2 does not add even a drop of water in the atmosphere, they do not have arguments to explain where comes from the increased humidity and then their sciences arrived to a dead end. An atmospheric warming does not explain this and only the new hydrological cycle explains this.

They also did not understand why the evaporation decreased while the clouds and the rain increased in the last 50 years and thus they named this as the "evaporation paradox". The nature does not work through paradoxes, instead it works through direct physical principles. Any housewife who put clothes to dry in the air could explain this fact and I can explain it scientifically, and obviously, there isn´t a paradox.

Additionally, they did not understand why in the last decades the solar radiation at the surface decreased 4 to 10 % while the temperatures increased in the same places of the world. I can explain, easily.

Furthermore, the schematic rural greenhouse adopted by the IPCC to explain the greenhouse effect does not include water and everything changes when we include or not the water in the greenhouse. The results are very different if the water does not exist in the greenhouse effect. Its exclusion of the greenhouse makes the understanding to be wrong and cannot explain irregular rains, for example. The new water cycle can explain this, too.

I also created a method that is able to say here and now whether and in what level any place of the planet is submitted or not to the so called "global" warming, and not making predictions for 100 years ahead. The causes and consequences related to the warming are rather local than global. I applied the method for Campinas SP, Brazil, and in fact, in that industrialized region there are symptoms of the "global" warming, but the same method applied to the city of Bauru, few kms ahead in the same Sao Paulo State, Brazil, and for the same period, did not show any sign of such warming. Since the CO2 layer is the same between these two places, why in one there are indications of such warming and in the other there isn´t? The CO2 is not absolutist!

I can also demonstrate and prove mathematically based on physical principles that hurricanes and tornadoes are caused by power plants, yes, power plants, which release thousands of tons of gases per hour with more than 1,000 or 2,000 degrees Celsius. For the Katrina, portions of air had to be with about 360 C to cause the wind speed of more than 280 km/h, and for the Catarina hurricane in Brazil (it happened only after the installation of power plants in the Country, a new situation in its energetic matrix) portions of air had to be with about 230 C for the wind to reach more than 180 km/h. Natural conditions and temperatures as well as of the "global" warming do not have capacity to create such strong winds! The sciences which give support to the IPCC and to the so called "global" warming don´t know this and other simple things because their sciences are extremely and fundamentally empirical and primitive and do not make use of the universal sciences. The referred sciences cannot explain these phenomena and other questions scientifically because they always depend on empirical and historical data and on statistics and not on the physics of the problems. And even if they wait 50 years to get a huge amount of data, they will not be able to explain scientifically any event because they do not know the first principles, as this has already happen with the evaporation "paradox", among other situations.

The IPCC´s science of very low rigour will not lead the world to the correct way.


Thank you for the attention and best wishes for all,

Ernani Sartori

Further informations you find below:

http://noparadoxes.tripod.com/

http://sartori-aquecimentoglobal.blogspot.com/ (in Portuguese)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Depoimento de uma senhora que teve sua casa completamente derrubada por violentos ventos no interior do RS, em 25/11/09: "...apareceu o vento, veio o ar quente e daí a casa foi toda destruída".
Este testemunho confirma que em furacões e tornados há a presença de ar (muito) quente, cujo calor não é de origem natural. Veja explicações nos artigos abaixo. 

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

MUITOS FURACÕES ACONTECERAM NO BRASIL

ERNANI SARTORI   Cientista

Não foi só um furacão que aconteceu no Brasil (o Catarina)! Pelo contrário, vários têm acontecido frequentemente no sul do Brasil, especialmente os do mês de novembro/2009 no RS, SC e PR, onde muitas casas foram destruídas, enormes árvores arrancadas, postes derrubados e até caminhões levantados e jogados longe. A mídia diz com a maior naturalidade que ventos com mais de 90-120 km/h que têm atingido aquelas regiões e causado prejuízos enormes são temporais. Temporais não causam tamanhos estragos e ventos com tais velocidades são considerados furacões, sim senhor! Pela escala dos ventos de Beaufort (a que é utilizada para determinar as categorias dos ventos), ventos com mais de 90-100 km/h são furacões, sim senhor!

Eu também calculei e temperaturas ambientes da ordem de 30 C geram ventos da ordem de 34 km/h (pequenas árvores com folhas são sacudidas), cuja velocidade não pode, então, causar tais destruições. Ou seja, todas minhas afirmações são coerentes bem como os meus cálculos baseados na termodinâmica que indicam que são necessárias temperaturas bem mais altas e fora do normal para causarem ventos tão violentos.

Dou cinco minutos pra plateia dizer quem é que tem capacidade de aquecer grandes partes da atmosfera a mais de 200 C que não sejam as termelétricas. Vamos, o tempo tá passando...

Isso que tem acontecido no sul do Brasil não tem nada a ver com o CO2 nem com o tal do aquecimento global e não adianta reclamar na COP-15 se o próprio governo continua a instalar termelétricas no Brasil. As causas desses tornados, furacões e enchentes são bem mais locais do que todos imaginam. Só reclama na COP-15 quem não conhece a física do problema e assim não entende o que está acontecendo. E são os mesmos que continuam aumentando a potência da termoeletricidade no Brasil. Parabéns, vocês também continuam aumentando a potência dos ventos, destruições e prejuízos! Acham que o ser humano não é capaz de aumentar os ventos, mas isso é mais fácil do que todos imaginam! É fácil demonstrar.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Abaixo vemos a lista oficial de tornados ocorridos nos EUA. A ocorrência de tornados naquele país também acompanha o respectivo aumento de termoelétricas. Podemos também verificar um dado muito interessante nos anos de 1973 e 1982. Esses dois anos foram os anos das famosas crises do petróleo e, como se observa, houve em cada um deles um aumento drástico de tornados em relação aos respectivos anos anteriores. A explicação é que nestes anos houve a redução da importação de petróleo por causa do seu embargo e mais termelétricas tiveram que funcionar com carvão para poderem suprir as necessidades energéticas. Situação semelhante ocorreu também nos anos de 1990/91 em diante, quando aconteceu o terceiro choque do petróleo, por causa da guerra do Golfo e o respectivo aumento do preço do petróleo.

Annual official total of tornadoes by year: 1953-2001:

1953: 422
1954: 550
1955: 593
1956: 504
1957: 858
1958: 564
1959: 604
1960: 616
1961: 697
1962: 657
1963: 463
1964: 704
1965: 897
1966: 585
1967: 926
1968: 660
1969: 608
1970: 653
1971: 889
1972: 741
1973: 1102
1974: 945
1975: 919
1976: 834
1977: 852
1978: 789
1979: 855
1980: 866
1981: 782
1982: 1047
1983: 931
1984: 907
1985: 684
1986: 765
1987: 656
1988: 702
1989: 856
1990: 1133
1991: 1132
1992: 1297
1993: 1173
1994: 1082
1995: 1234
1996: 1173
1997: 1148
1998: 1424
1999: 1342
2000: 1071
2001: 1214
A lista abaixo foi feita por mim com base em notícias da mídia. A ocorrência e o aumento de tornados no Brasil é uma confirmação prática e confere perfeitamente com o aumento de termoelétricas no país, conforme venho demonstrando teoricamente.

Tornados no Brasil

1996: 1
1999: 1
2000: 1
2001: 1
2003: 2
2004: 2
2005: 4
2006: 5
2007: 5
2008: 7
2009: 18

sexta-feira, 25 de setembro de 2009


TERMELÉTRICAS: GERADORAS DE TORNADOS, FURACÕES E DESTRUIÇÕES


ERNANI SARTORI Cientista


e.solar@hotmail.com


Já em 1994, assim que o FHC começou a dizer que iria encher o país de termelétricas e sujar a então limpa matriz energética brasileira, comecei a mostrar, inclusive através de artigos e entrevistas em jornais locais e regionais, os prejuízos que essas usinas trariam ao Brasil. Naquela época, o slogan oficial para essas usinas era “sem influência das estações climáticas” e eu emendava com “têm influência nas estações climáticas”. Naquele tempo em que até os especialistas da área elétrica apoiavam as termelétricas, desde o principio fui contra. Talvez eu seja o primeiro no país a se opor a elas.

Depois disso escrevi vários artigos na internet explicando ainda mais sobre os males que elas causam onde são instaladas e também as relacionei aos tornados e furacões que antes só sabíamos existir nos EUA e em filmes e crescemos sabendo que não havia disso no Brasil. Por volta do ano 2000 comecei a pedir para desligarem as mesmas ou então também veríamos por aqui tornados e furacões e imensas destruições. Não deu outra! Assim que elas começaram a aumentar de número, de potência e de distribuição pelo país, freqüentes tornados e furacões começaram a aparecer e muito violentos.

Hoje em dia tenho mais convicção sobre o que eu afirmava e posso provar inédita e matematicamente que elas são as grandes responsáveis por tornados e furacões. Basta seguir os princípios físicos da natureza. O vento é causado pelo Sol, pois este aquece o planeta de forma diferente e as diferenças de temperaturas geradas são exatamente os motores que produzem o movimento do ar e, quanto maior a diferença, maior é o vento. E, vejam só, as termelétricas jogam mais de 2 mil toneladas de gases por hora (!) a mais de 1000 °C e geram imensas diferenças de temperaturas e assim criam violentos arrastos de ar.

Os furacões Catarina e Katrina (entre outros) e os já incontáveis tornados que arrasaram regiões inteiras do Brasil (como os de 2009 em SC e RS) são frutos das termelétricas, não tem dúvida. Inclusive, até no Nordeste, um lugar de clima e temperaturas estáveis, já aconteceu disso (ex.: Bahia e Recife) e moradores de Recife e Fortaleza dizem que nos últimos 6 anos os ventos aumentaram muito e estranhamente. Que ninguém venha dizer que esses fenômenos aconteciam antes e arrasavam cidades inteiras no Brasil e são naturais, como dizem os meteorologistas.

Meus cálculos demonstram que as temperaturas do ar em bolsões para o Catarina foi da ordem de 230 °C e de 360 °C para o Katrina, as quais não são naturais, nem da Amazônia nem do aquecimento “global”. Eu proponho: desliguem todas essas usinas do Brasil e não teremos mais nenhuma dessas violentas destruições. É só esperar pra ver!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009


Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 20/08/09:

TEM PROVA: EM CERTOS LUGARES O EFEITO ESTUFA AUMENTOU

ERNANI SARTORI Cientista

e.solar@hotmail.com

O maior conjunto de informações oficiais que o mundo recebe sobre o tal do aquecimento global vem do IPCC e a quase totalidade das respectivas discussões é baseada em avaliações sobre séries históricas de dados experimentais. Como esses dados da natureza sempre têm enormes variabilidades, um sobe-desce sem parar, muitas vezes não é possível tirar conclusões definitivas, pois eles sempre dependem de inúmeros fatores ao mesmo tempo. Então fica-se vulnerável a muitas interpretações que podem até ser antagônicas. Por exemplo, alguém que enxerga um aquecimento do planeta e só conhece esses dados pega as médias de aumentos de temperaturas e justifica sua posição. Mas, alguém que quer enxergar um resfriamento e só conhece esses dados pega as médias de quedas e as relaciona a vários fatores, os quais também não garantem uma conexão exclusiva. Análises que se baseiam só em dados experimentais sem ajuda das teorias apropriadas são chamadas de empíricas. Pelo fato da base teórica do IPCC estar repleta de lacunas teóricas fundamentais ela gera muitas incertezas. E embora o IPCC não apresente nenhum documento único e que estabeleça claramente todos os princípios físicos sobre os quais aquele órgão se baseia, é de espantar que mesmo assim ele faz tantas ligações diretas entre valores, "previsões" e cenários futuros. Os documentos técnicos do IPCC contêm 99% de previsões e cenários. Na hora do "vamo vê" a ciência é bem diferente de efusivos dados experimentais, cenários e empirismos.

Embora o IPCC só fale em temperaturas e gases, na atmosfera há tantos outros parâmetros físicos que compõem a verdadeira expressão da teoria que garante escolhas. A teoria é aquela que faz um prédio ficar em pé e um foguete subir. Quem depender só de dados experimentais alcançará a visão de um mestre-de-obras do edifício, do foguete ou das condições climáticas do planeta.

A atmosfera produziu outros dados que junto com a correta teoria nos dão a certificação de que nos últimos 50 anos em certos lugares o efeito estufa aumentou e, como consequência, o aquecimento. E provo física e matematicamente.

Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 15/08/09:

MAIS ABSURDOS DA "CIÊNCIA" DO IPCC

ERNANI SARTORI Cientista

Em vários artigos, em português e inglês, tenho demonstrado tantos e grotescos erros da "ciência" do IPCC, a instância máxima do planeta sobre mudanças climáticas bem como da literatura que o suporta. A maioria das pessoas deve achar que esse órgão é a respectiva instância máxima da ciência, mas não é. A maioria, deve, então, achar que seus erros são banais, irrelevantes, mas não são.

Vamos ver mais. Para ilustrar sobre a questão do efeito estufa é comum adotar como exemplo a estufa usada na agricultura. Para fins da didática popular ela é válida, mas ao contrário do que faz o IPCC, ela não pode jamais ser usada como é no rigor da ciência. Apesar do planeta ser composto por 70% de água, o IPCC não coloca água nessa estufa esquemática e isso muda tudo, pois a água interage fortemente com a atmosfera e os resultados são muito diferentes se não houver água.

Esse absurdo leva a outros, como o fato dessa ciência não ter entendido porque a evaporação diminuiu nos últimos 50 anos enquanto as temperaturas aumentaram. O IPCC também diz que o aumento de temperatura do ar aumenta a evaporação diretamente, mas é o contrário e isso muda tudo. E, pasmem, essa relação de redução está em todas as fórmulas para o cálculo da evaporação. Gostam mais de procedimentos empíricos e cenários do que observar princípios físicos.

Outro fenomenal absurdo está na sua compreensão dos fenômenos físicos que ocorrem na estufa ao dizer que ali a convecção de calor é suprimida. Na verdade científica tremendamente básica, a convecção do ar é apenas trocada de forçada para a livre e não deixa de existir. A convecção (transferência de calor) forçada é a que existe por causa do vento ou ventilador e a livre é a que existe numa sala fechada e depende só das temperaturas. Conforme o IPCC, na sala ou na estufa, é o mesmo que suprimir as temperaturas, o que é impossível.

Todos os erros tão elementares do IPCC comprometem toda a esperada correção e exatidão sobre os fenômenos físicos que ocorrem na atmosfera terrestre. Depois de conhecermos tantos absurdos e o baixíssimo rigor da "ciência" do IPCC em questões básicas não vamos propor o fechamento daquele órgão da ONU, mas cá pra nós, apesar de algumas contribuições, ele pode bem ser dispensado ou substituído, pois ele não nos conduz no rumo cientificamente certo e seguro.

Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 12/08/09:

INCOERÊNCIA, A ESSÊNCIA DO IPCC

ERNANI SARTORI Cientista

Uma ciência precisa ter base e estrutura sólidas, ser ciente, coerente e cujos conceitos básicos sejam válidos em todas as situações equivalentes e lugares. É um conjunto de conhecimentos fundamentais que servem como suporte e rumo seguro, independente das variabilidades de dados experimentais, as quais podem nos confundir sem a ajuda de princípios fundamentais que nos guiam e valem sempre. Por isso, não existe cientista político, pois na política não existe ciência nem princípios que valem sempre. Nela, há atitudes e análises diferentes para cada situação e a incoerência chega a ser total. Analista político, sim, cientista político, não.

O que o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) faz é parecido com a política, pois a incoerência permeia os seus procedimentos. Por exemplo, a maioria já deve ter ouvido falar que o metano (CH4) é um gás 23 vezes mais potente para o aquecimento "global" do que o CO2. São cálculos feitos pelo IPCC nos quais estão incluídas a concentração do gás, sua permanência na atmosfera e recombinações químicas que ele gera e aumentam esse potencial. Embora não se conheça como são feitos, são aceitáveis, mas agora entram os famosos procedimentos empíricos do IPCC que não nos fazem crer que ali tem verdadeira ciência.

O IPCC move o mundo por causa do CO2 e diz que ele está aumentando, ou seja, seu potencial aumenta. Pasmem, porém, que matematicamente o IPCC definiu que esse potencial (GWP) para o CO2 é fixo e igual a 1. Ou seja, mesmo que o CO2 aumente um milhão de vezes na realidade, nos cálculos e modelos do IPCC o GWP do CO2 será sempre imutável. E todos os gases estão relacionados ao GWP do CO2. Ora, se o CH4 é mais poderoso do que o CO2, por que se preocupar mais com este? Total incoerência que não faz ciência e com clareza e cuja base de avaliações está errada e emite importâncias incoerentes e confusas.

O certo é fazer uma relação entre os três itens para obtermos valores do GWP variáveis de acordo com as alterações reais dos gases. Fiz um cálculo rápido usando esse método e o metano é muitas vezes menos poderoso do que o CO2. Esses corretos números podem então ser acompanhados com realismo e segurança sem depender dos incertos cilindros de gelo para "determinar" as variações dos gases de eras passadas. Não é à toa que os modelos do IPCC são ajustados para darem os resultados desejados e quase toda afirmação sua tem o termo "provável", pois nem ele próprio tem segurança nos métodos que usa. Isso não é ciência!


Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 06/08/09:

MUDANÇAS CLIMÁTICAS: PLANETA MAIS FECHADO

ERNANI SARTORI Cientista

Em 1996 publiquei um artigo em revista internacional, o qual compara o comportamento térmico de uma atmosfera aberta com o de uma fechada e usa os respectivos modelos matemáticos que fiz e publiquei mais de uma década antes. Foi feito para aplicações da energia solar, mas, há 4 anos atrás, para minha surpresa, percebi que é o único do mundo que explica cientificamente essas duas situações da atmosfera terrestre.

O IPCC não o conhece porque este órgão basicamente usa trabalhos da área de meteorologia. E também porque seu ´background´ se dedica essencialmente a análises empíricas sobre variabilidades de dados experimentais (só temperaturas e gases) e não se apóia em princípios teóricos consistentes que dão rumo às questões. Mas, este artigo explica muito.

Por exemplo, embora o planeta seja formado por 70% de água e o maior e mais importante componente da atmosfera para o efeito estufa seja o vapor d´água, a evaporação não entra nas considerações da literatura do IPCC para a formação do efeito estufa. Como consequência, não entendem porque a evaporação diminuiu nos últimos 50 anos enquanto as nuvens, chuvas e temperaturas aumentaram. Esse artigo explica!

Da mesma forma, pesquisadores do Inst. Max Planck, da Alemanha, não entenderam porque nas últimas décadas a radiação solar na superfície terrestre diminuiu de 4 a 10% por causa do aumento de nuvens enquanto as temperaturas aumentaram. O meu artigo explica!

O que vem a seguir não é uma previsão, é o que acontece fisicamente quando colocamos uma cobertura transparente sobre um sistema aberto: se o efeito estufa está aumentando por causa de gases, nuvens, partículas e umidade significa que a evaporação e a radiação diminuem e que o mundo está ficando mais quente, abafado, úmido e mais “fechado”. Uma incrível confirmação real dessa dedução aconteceu há 3 anos em Rio Branco-AC. Uma repórter de um canal nacional de TV relatou o seguinte depois que fumaças de queimadas invadiram completamente aquela capital durante uma semana: “o céu ficou cheio de nuvens, a radiação solar diminuiu, mas a cidade ficou mais quente, abafada e úmida”. O planeta não ficará fechado, mas é a tendência de “fechar” se nada mudar. O artigo explica!


Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 31/07/09:

É GLOBAL O AQUECIMENTO?

ERNANI SARTORI Cientista

O IPCC chamou de global o tal do aquecimento com base em dados de estações meteorológicas do mundo, sendo 90% localizadas no hemisfério norte, de onde obteve um aumento médio de temperatura de 0,5 ºC nos últimos 50 anos. Parece pouco, mas indica uma tendência que está de acordo com análises teóricas sobre a possível interferência humana na atmosfera nesse período. Mas, o IPCC relacionou esse aumento unicamente com um aumento de CO2 no período, embora haja tantos outros fatores atmosféricos a considerar. E, pasmem, as medições desse aumento de CO2 foram feitas no Havaí, um lugar recheado de vulcões em atividade que não condiz com as condições normais do planeta. Os autores dessas medições literalmente justificam que assim "querem eliminar a influência do CO2 emitido por atividades humanas locais". Mas, assim introduzem a influência dos gases dos vulcões e daí a conexão do aumento de temperatura com o propalado aumento do CO2 é inválida! E medição em um só lugar do planeta não é representativa, tem que haver média!

Dados bem recentes de satélites da NASA mostram que o CO2 se distribui quase uniformemente em todo o planeta, mas será que seus efeitos são tão uniformes e globais assim? O que o filme "empirismo inconveniente" fez foi repetir os dados e análises empíricas do IPCC, as quais são incompletas, estreitas, cientificamente ingênuas e errôneas na sua essência. Mesmo assim isso até dá prêmio Nobel, bastando para tanto ser americano e ter o poder da mídia.

Criei o inédito método cientifico que é capaz de determinar se e em que grau cada lugar está ou não submetido ao chamado aquecimento global, com base em constatações e análises científicas corretas. Apliquei o método para Campinas-SP para o período 1995-2004 e, de fato, aquela região apresenta indícios do tal do aquecimento, mas cujas causas e efeitos são bem locais. Apliquei o método para Bauru-SP para o mesmo período e não há nenhum sinal disso. Então, se a camada de CO2 é a mesma entre Campinas e Bauru, como é que só em Campinas há sinais? Ou seja, os efeitos não são tão uniformes e globais assim, as condições locais determinam mais e podemos questionar a tão empiricamente defendida influência do CO2. E como posso demonstrar e ineditamente calcular, tornados e furacões têm causas bem locais e necessitam de altíssimas temperaturas em bolsões (360 ºC-Katrina e 230 ºC-Catarina), as quais não são naturais, nem da Amazônia, nem do aquecimento "global".



Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 29/07/09:

A NATUREZA NÃO FUNCIONA ATRAVÉS DOS PARADOXOS!

ERNANI SARTORI Cientista

Nos últimos 50 anos houve aumento de nuvens, chuva e umidade enquanto houve redução da evaporação, em quase todo o planeta. Os cientistas das respectivas áreas não entenderam e, segundo eles, se a evaporação é a "única" fonte de água para a atmosfera como poderia menos evaporação produzir mais nuvens e chuvas. Então taxaram isso de "paradoxo de evaporação" (evaporation paradox) - e produziram outros - e o definiram como sendo "o contraste entre a expectativa e a observação". Este é o primeiro dos absurdos que descobri sobre as "ciências" que formam a essência das áreas e revistas que dão suporte ao IPCC e a instituições do mundo inteiro sobre evaporação e aquecimento global.

Tal definição é o próprio atestado da ignorância científica dessas "ciências", pois a minha expectativa não contrasta de forma alguma com essa observação, pelo contrário, a observação de que a evaporação diminuiu é a perfeita comprovação experimental da teoria! A natureza não funciona através de paradoxos e se eles soubessem que as roupas secam mais rápido em dias secos e mais devagar em dias úmidos teriam resolvido a questão e não proferido tamanhas insanidades.

O mais famoso cientista da área da evaporação achou que resolveu tal questão puramente com termos empíricos que não têm absolutamente nenhum significado físico e através de um terço de página da revista Nature e foi endeusado no mundo inteiro com prêmios e honrarias pelos pares cegamente empíricos. Mas, ele não resolveu absolutamente nada, sua "solução" é risível e essa base sem fundamento é usada pelo IPCC, instituições e revistas do mundo inteiro. Se um aluno tivesse escrito aquilo ele ganharia zero. E a evaporação está no coração de todo o problema e entendimento sobre as mudanças climáticas.

Mas, então, como pode menos evaporação causar mais chuvas? Não pode! Obviamente, há fatores externos interferindo no ciclo natural. Certas atividades humanas têm jogado mais e mais rapidamente água, calor, gases e partículas na atmosfera do que o ciclo natural é capaz de levar. Este é o novo ciclo da água que descobri e registrei recentemente e que também pode ser demonstrado matematicamente.



Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 23/07/09:

MUDANÇAS CLIMÁTICAS: ANCESTRAIS OU ATUAIS?

ERNANI SARTORI Cientista

Alguns dizem que há milhões ou bilhões de anos atrás houve aquecimentos ou resfriamentos da Terra. Porém, os meios técnicos utilizados para tais averiguações são muito questionáveis. Por exemplo, bolhas de ar ancestrais ficam presas no gelo e os paleontólogos então medem indiretamente a idade e as temperaturas dessas bolhas e com isso supostamente determinam supostos aquecimentos ou resfriamentos ancestrais. Essas medições são eivadas de incertezas, pois embora as bolhas possam ser ancestrais, seus estados físicos sofrem influência de aquecimentos e resfriamentos por intempéries contemporâneas, tanto in loco quanto no seu transporte e utilização para/em laboratórios.

Além disso, quanto mais alta a idade geológica, mais incerteza existe. Recentemente foi feita nova datação de Stonehenge e todos os conceitos já estabelecidos sobre aquelas pedras tiveram de ser refeitos. Assim sendo e além disso, o que realmente importa é saber se o ser humano é mesmo capaz de produzir aquecimento aqui-agora e uma vez sabido isto o resto não interessa e a discussão sobre milhões/bilhões de anos atrás se torna inócua, sem valor. Assim como existe o ciclo da água existe também o ciclo do carbono, da poeira, dos gases, das partículas. O novo ciclo hidrológico que descobri recentemente não apenas prova cientificamente que há um novo ciclo da água, mas também serve para demonstrar física e matematicamente que o ser humano é capaz e tem interferido nos ciclos naturais.

Essas interferências acontecem principalmente através da industrialização que inclui usinas de energia cujos processos são produzidos pelo ser humano e não pela natureza. Esses sistemas tiram mais e mais rapidamente água, calor, gases e partículas da superfície da Terra e jogam na atmosfera, alterando, portanto, o prévio equilíbrio natural. Não há o que discutir sobre isso e o ser humano é sim capaz de alterar os ciclos naturais bem como o efeito estufa natural e, como consequência, causar mudanças climáticas. Alguns dizem que a natureza se vinga, mas não se trata de vingança e sim que a natureza sempre busca o seu equilíbrio e assim procura desfazer o que está fora dele.



Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 16/07/09:

EMPIRICISMO DO IPCC DANIFICA O PLANETA

ERNANI SARTORI Cientista

Descobri que a base das "ciências" que suportam e seguem o IPCC é feita de extremo e inacreditável empiricismo e este causa muitos e sérios danos ao planeta. O puro empiricismo não permite a compreensão dos verdadeiros fenômenos físicos bem como a escolha do rumo científico correto e, ao contrário, conhecimentos técnicos sem valor e rumos errôneos são adotados até em grandes decisões do IPCC para o planeta.

Sabe-se bem que o IPCC influencia o mundo inteiro ao atribuir ao CO2 toda a culpa por todos os problemas climáticos ao mesmo tempo em que sempre desprezou completamente a importância do H2O na atmosfera. Por causa dessa decisão errônea, entre outras coisas, o IPCC tem feito o governo brasileiro e outros a se voltarem para a energia nuclear com o argumento de que tais usinas não emitem gases de efeito estufa porque só emitem vapor d´água. Mas, o H2O é o principal gás de efeito estufa, quase 100% maior que o CO2! O IPCC se dedicou ao CO2 por uma escolha humana e não por questões físicas corretas, as quais não são compreendidas pelas "ciências" e revistas que suportam o IPCC.

Cerca de 95% da temperatura ambiente é devida ao H2O e cerca de 4% ao CO2, um processo natural. A preocupação do IPCC é com o aumento do CO2 na atmosfera, mas nos dias atuais o maior efeito estufa não é causado pelo CO2 e nos últimos 50 anos aumentou a quantidade de nuvens, chuva e umidade em quase todo o planeta, o que aumenta o efeito estufa e a temperatura do ar. Então não há como garantir que o falado aumento de temperatura do planeta se deve só ao CO2, como dizem. Se numa guerra um exército dá importância só a uma questão, mas não a outra também importante, a guerra estará perdida.

O novo ciclo da água ou hidrológico que descobri recentemente esclarece que certas atividades humanas têm jogado mais e mais rapidamente água e poluentes no ar do que o ciclo natural consegue lançar, provando clara e cientificamente que o ser humano é capaz de causar mudanças climáticas. A maioria dos empíricos - embora estes dominem o mundo nessa área - ainda tem dúvidas sobre essa capacidade e não consegue provar cientificamente nem para um lado nem pro outro. Se o autor dos descobrimentos do novo ciclo e dos absurdos dessas "ciências" fosse dos EUA, ele já teria mudado o mundo.



Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 09/07/09:

MAIS CONSUMO É A SOLUÇÃO!

ERNANI SARTORI Cientista

Fico passado (upset em inglês) sempre que vejo pessoas, programas da mídia e movimentos solicitarem que a população reduza o consumo por causa do aquecimento global. Tal solicitação genérica é uma verdadeira aberração humana! Obviamente que não é por maldade, mas por falta de um raciocínio além do comum. Se o excesso de consumo causa problemas ao planeta, então toda a responsabilidade recai sobre 1/3 da população mundial, pois cerca de 2/3 dela têm consumo inferior para uma vida digna e só de famintos há mais de um bilhão de pessoas.

Então querem que estes 2/3 com os famintos reduzam ainda mais o consumo só porque 1/3 que tem vida digna ou um pouco mais causou todo esse problemão? Querem impedir que esses 2/3 aumentem seu consumo para uma vida digna e permitirem que 1/3 continue na boa? Como se sentem os 2/3 quando lhes pedem para reduzir o consumo? Claro, consciência é importante e desperdício e excessos devem ser evitados, mas isso aprendi quando criança e não por causa do aquecimento global.

Se toda essa população está abaixo da linha de consumo recomendado significa que o consumo mundial precisa aumentar, por questões humanas, não diminuir! Mas, qual é a solução então? Resposta: o consumo não pode ser encarado como problema, mas como solução, pois todos têm direito ao consumo digno. Mas, se com o consumo de hoje já há um grande problema, qual é a saída, então?

A única solução está na lei de Lomonosov, aquela que diz que "nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". E já existem muitas soluções tecnológicas: para a produção de latinhas com material reciclado há um gasto de apenas 5% da energia que seria gasta usando matéria bruta; pneus e plásticos já são reconvertidos em óleo e gás natural e outros produtos; 30% de uma lata de tinta já são feitos com garrafas plásticas. Ou seja, o que temos já serve para produzir mais com menos e o que falta é mais organização e solidariedade sociais pensando no planeta como um barco só onde não há lugar para montanhas de rejeitos.

E quanta coisa boa pode ser obtida de todos os rejeitos! Na Alemanha, há cidades onde não existe mais lixo, pois há várias empresas que o transformam totalmente em energia e produtos. E o poder público organizador precisa estar sempre um passo à frente para fornecer meios à sociedade para esta poder contribuir eficazmente, pois sozinha sem organização coletiva ela não pode nada, porém nas bandas de cá vemos que ele é muito lento e deixa o volume de problemas se acumular em lixões.



Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 11/06/09:

FIM DA “CIÊNCIA” DO AQUECIMENTO GLOBAL

ERNANI SARTORI Cientista

Sabemos bem que o IPCC – instância oficial máxima sobre as questões climáticas do planeta – atribui ao CO2 toda a culpa por todos os problemas climáticos. Mas, não é assim! Por exemplo, nos últimos 50 anos quase todo o planeta ficou mais úmido (inclusive o Nordeste), com mais nuvens e mais chuvas. Porém, o IPCC sempre desprezou completamente a importância do vapor d´água na atmosfera, mesmo sabendo ele que o H2O é o principal gás de efeito estufa e não o CO2. Mas, devido ao frenético e insano empiricismo (ainda do Séc. 19) dos formuladores e seguidores do IPCC, este órgão da ONU que influencia governos e instituições do mundo inteiro não consegue entender o que as verdadeiras teorias universais ensinam a todos. Adotaram um rígido rumo empírico (próprio de suas especialidades técnicas) e não conseguem lidar com as teorias fundamentais.

O CO2 continua a ter sua importância na formação de um crescente efeito estufa, mas não é o responsável por tudo. Por exemplo, como este autor pode demonstrar matematicamente, tornados e furacões têm causas locais e não são fenômenos naturais nem causados pelo aquecimento global. Além disso, as nuvens e o H2O sabidamente aumentam o efeito estufa e se estes componentes da atmosfera aumentaram nos últimos anos, então o efeito estufa aumentou também por causa deles.

Porém, há pouco tempo o IPCC começou a aceitar desconfiadamente a importância do H2O na atmosfera, já que há trabalhos recentes que mostram o seu aumento e isto também confirma a minha descoberta do novo ciclo hidrológico. Mas, a base de conhecimentos científicos do IPCC não lhe permite entender isto cientificamente. Então, agora ele está numa encruzilhada sem saída, pois como ele sempre culpou o CO2 por tudo e como este gás não adiciona uma gota sequer de água no ar, esta situação indica claramente que o IPCC está tecnicamente perdido, deu contra a parede e isto representa o fim-da-linha do seu escolhido rumo técnico bem como de sua consequente credibilidade. Mas, então, quem adiciona umidade no ar? Foi encontrando os absurdos e elementares erros dessa estabelecida “ciência” da evaporação e do aquecimento global que descobri o novo ciclo hidrológico, o qual clareia todo esse entendimento.



Artigo publicado no jornal O Norte (João Pessoa PB) em 03/06/09:

TORNADOS, FURACÕES E AVIÕES

ERNANI SARTORI Cientista

O que há de comum entre furacões, tornados e as recentes, estranhas, súbitas e violentas turbulências do ar que fizeram modernos aviões de grande porte sofrerem quedas bruscas de altura? Os três fenômenos são gerados pelos mesmos princípios físicos! Raios foram descartados por especialistas como causas de tais acidentes aéreos, pois os aviões têm proteção contra eles e em quase todo voo é normal cada aeronave ser atingida por raios. Outra causa aventada foi a das perigosas nuvens cumulus-nimbus, mas também descartada, pois esses modernos aviões possuem sensores que as detectam com muita antecedência. Os grandes aviões possuem mais 2 sistemas auxiliares para o caso de pane elétrica, hidráulica ou pneumática no sistema principal. Então, qual outra possibilidade para a súbita queda de altura? Para o voo da TAM a razão dada a seguir fica muito evidente, já para o da Air France é só uma possibilidade, porém, tem especialista dizendo que tal acidente foi atípico e causado por “forças estranhas”. Essas “forças estranhas” podem ser explicadas como segue.

Furacões e tornados eram considerados fenômenos desconhecidos e naturais. Baseado nos princípios físicos do escoamento de fluidos, este autor não só pode explicar facilmente e demonstrar teoricamente mas é capaz de provar matematicamente de forma inédita no mundo que tornados e furacões não são fenômenos naturais nem causados pelo aquecimento “global”. Por exemplo, para que o furacão Katrina atingisse os 280 km/h, a temperatura do ar em bolsões teve que ser de cerca de 360 oC e para que o furacão Catarina atingisse os 180 km/h, a temperatura do ar em bolsões teve que ser da ordem de 230 oC. Certamente, essas temperaturas não são da ordem de grandeza natural nem condizentes com as temperaturas do chamado aquecimento global. Essas temperaturas são produzidas pelo ser humano em escala local e geram baixíssimas pressões do ar em bolsões que causam violentos ventos e turbulências bem como violentos “buracos” no ar. Para os aviões essas temperaturas nem precisam ser tão altas para produzirem violentas turbulências e provocarem quedas bruscas de altura.