Follow by Email

Translate

domingo, 24 de janeiro de 2016

O AQUECIMENTO NÃO É GLOBAL NEM CAUSADO PELO CO2
Muito antes de ter publicado os artigos internacionais sobre o assunto e assim ter demonstrado física e matematicamente que a influência do CO2 na temperatura do ar é de menos de um por cento, eu quis verificar se na verdade e no Brasil havia mesmo o tal aquecimento global que a gente tanto ouvia falar. Então, solicitei ao IAC-Instituto Agronômico de Campinas, dados de vários parâmetros meteorológicos de Campinas e de Bauru (SP). O Instituto então forneceu milhares de dados medidos nestas cidades durante o período 1995-2004. Eu mesmo tive de compilar todos esses dados e os resultados para as temperaturas de Campinas estão na Tabela 1.
Tabela 1 – Temperaturas ambiente médias do período 1995-2004 de Campinas (SP) medidas às 7:00 da manhã (oC)

1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
16.5
17.6
17.8
17.9
17.2
18.4
18.6
18.9
18.3
18.0

Como se observa, há realmente um aumento de temperatura, indo de 16,5 a 18,0 oC entre 1995 e 2004 e verificando-se ainda aumentos entre outros anos, indicando também uma média crescente. Assim, os afoitos e os empíricos da pseudociência do clima do CO2 logo afirmariam: “É o aquecimento global!”.  
Antes de cair nessa, porém, é preciso averiguar melhor bem como verificar dados de outras cidades, como fiz em relação a Bauru. Para esta cidade e no mesmo período não houve nenhuma alteração significativa, tudo esteve sem variações expressivas, de modo que podemos dizer que estava tudo normal. Infelizmente, os dados meteorológicos medidos para essa cidade e período não eram completos de modo que não foi possível fazer uma tabela consistente e equivalente à Tabela 1. Todas as estações meteorológicas do mundo sempre apresentam problemas de medições, sejam técnicos, de aferições, localizações, humanos, etc, que impedem 100% de leituras contínuas e consistentes, mas à medida que essas estações vão evoluindo tecnologicamente esses problemas vão sendo reduzidos. Mas, o importante é que os dados que obtive não revelaram nada de anormal.   
Então, várias conclusões podem ser obtidas desses dados: 1) houve um aquecimento do ar em Campinas, mas não é global nem causado pelo CO2 e pelo seu efeito estufa, já que outra cidade ali pertinho ou não, não apresentou nada de anormal. Outras cidades do Brasil e do mundo certamente também não apresentaram nada de anormal no período; 2) qual então é a causa do aquecimento do ar de Campinas? Só pode ser a industrialização e a urbanização do lugar, incluindo geração de energia fóssil (termoelétricas), bem como devido à proximidade dos termômetros a essas fontes diretas de calor. Enquanto a industrialização e a urbanização foram aumentando e se espalhando, os termômetros permaneceram nos mesmos lugares, medindo, portanto, a influência das ilhas de calor; 3) observa-se que houve um salto significativo de 1,1 oC de 1995 a 1996, apenas de um ano para o outro. Justamente a partir de 1995-1996 teve início a operação em massa de usinas termelétricas no Brasil, importadas pelo neoliberal FHC e continuadas até hoje. Essas usinas chegam a emitir milhões de toneladas de gases, de água, de partículas e muito calor a mais de 1000-2000 oC a todo instante para a atmosfera, que obviamente influenciam as leituras dos termômetros das vizinhanças; 4) além dos dados de temperatura, a radiação solar do período na superfície terrestre para Campinas também foi fornecida, sendo que de 2000 a 2004 ela decresceu 12% (em horas) em relação a 1995-1999, o que corresponde a uma redução de 48 minutos de radiação em 10 anos. Tal redução indica que pode ter havido um aumento de nuvens do lugar, seja em percentagem, em espessura ou em cor das mesmas. Ineditamente demonstrei em artigos internacionais que elas aumentam devido a certas atividades humanas que jogam água, partículas e calor para o alto. Esse aumento de nuvens também está previsto no entendimento do Novo Ciclo Hidrológico, descoberto por mim; 5) a emissão de toneladas de partículas também pode criar uma barreira “sólida” no ar e causar menos nuvens, menos chuvas e mais secas em incertos lugares e períodos. Tal barreira também tem a capacidade de reduzir a radiação solar que chega à superfície terrestre; 6) uma vez que houve redução da radiação solar, o aumento das temperaturas não foi causado pelo Sol diretamente; 7) o aumento de temperatura juntamente com a redução da radiação solar representam uma confirmação de que a atmosfera e o planeta não funcionam como a pseudociência do clima do CO2 diz, isto é, de acordo com uma camada desse gás rodeando a Terra. Na verdade, como demonstrei nos artigos internacionais, esse funcionamento é de acordo com um destilador solar (evaporador fechado – caixa com água coberta com um vidro) e por um evaporador solar aberto, conforme o caso com grande cobertura de nuvens ou não.
Como o planeta é formado por água em sua maior parte e o calor por evaporação é maior do que por radiação da superfície, o planeta ou a atmosfera não podem funcionar apenas ou principalmente por uma camada de CO2 com seu efeito estufa e com sua radiação. Além disso, a atmosfera funciona através de balanços de massa e de energia e não apenas por efeitos estufas de diversos gases, ao contrário do que acha a pseudociência do clima.            
No interior do destilador solar as temperaturas são maiores enquanto a radiação solar é menor do que no caso do evaporador aberto, por causa do vidro. O aumento da temperatura acontece como num carro exposto ao sol com os vidros fechados, sendo que a radiação solar lá dentro é menor do que a de fora. Ao mesmo tempo, essa cobertura transparente, por ser sólida, elimina o vento lá dentro. Quem faz esse papel na atmosfera é a grande cobertura de nuvens, pois estas também são “sólidas” (são compostas de partículas sólidas e não apenas por água) e densas. O aquecimento abaixo delas depende da cor delas, se mais claras e transparentes ou mais escuras. Essa diferença de cores também gera diferenças de velocidades de ventos. O CO2, por ser apenas um gás, não tem essa propriedade física nem esse poder de reduzir o vento. Isso a pseudociência nunca soube e nem sonha entender porque só fala no gás carbônico. Na China, a população tem se referido aos “ventos que desaparecem” e podemos inclusive ver em muitas imagens que o céu de lá tem estado realmente muito coberto e denso. Nos meus artigos internacionais sobre o assunto há muitos dados de medições por satélites ou não que relacionam o aumento de nuvens com a redução dos ventos em várias partes do mundo como nos EUA, China, Europa. Obviamente, esse “fechamento” por nuvens não é homogêneo nem global e não tem nada a ver com o CO2.             
Depois daquelas análises de dados criei o inédito método cientifico capaz de dizer se cada lugar do planeta está ou não submetido a mudanças climáticas. É claro que não há uniformidade nas causas e efeitos de interferências humanas diretas no clima, sendo que um lugar rural do interior, cheio de campo, sem forte urbanização e sem influência direta de fortes atividades industriais e de energia fóssil ou nuclear e sem ser submetido a prejudiciais correntes horizontais do ar, continua com sua vidinha ambientalmente natural e agradável, sem modificações ou abalos na temperatura e em outros comportamentos do ar,
Como vemos neste e em outros artigos meus, na atmosfera há tantas variáveis físicas com suas enormes complexidades a considerar, mas a pseudociência do clima só enxerga o CO2 e sua radiação, cujo gás inclusive não tem influência significativa nem isolada na temperatura e em outros comportamentos do ar. Muito risível! Muito risível!