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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Há poucos dias concluí um trabalho científico mais avançado e detalhado sobre a questão do chamado aquecimento global, com demonstrações físicas e matemáticas e é pra mudar o mundo, difícil vai ser conseguir publicar nas revistas deles. E tudo confirma as afirmações científicas que venho fazendo neste blog e em outros artigos bem como confirma que essa gente que comanda essa questão no mundo não tem base teórica e científica correta e suficiente e, por isso, muitas dúvidas são geradas na população mundial, pois eles próprios não conhecem e não entendem correta e cientificamente a questão e assim também não conseguem explicar ao mundo e obter credibilidade, além de cometerem muitos erros crassos e básicos. É que as formas deles de entender e resolver as questões são puramente empíricas (que vêm unicamente de dados experimentais sem contarem com a orientação dada pelos corretos princípios físicos, que colocam ordem e direção no caos dos dados experimentais). Eles não têm base teórica adequada e suficiente para entenderem princípios que regem o funcionamento da atmosfera e assim se dão muito mal em quase tudo. É lamentável! Princípios sólidos fazem um carro andar, um prédio ficar em pé, um foguete subir, uma verdadeira nação ser construída e entender e resolver corretamente o funcionamento físico da atmosfera com suas interações.
Não posso adiantar muita coisa e nem dar muitos detalhes, mas vou procurar esclarecer mais, além do que já tenho feito. Vou começar pelo CO2.
Há duas condições físicas que devem ser satisfeitas para que um gás seja considerado um gás de efeito estufa. E em nenhuma delas o CO2 é aprovado como principal gás de efeito estufa. E fica muito aquém do vapor d’água, o primeiro, enquanto o CO2 fica sempre em segundo lugar. Então, a referida turma precisa provar científica e claramente como é que o segundo gás pode ser responsável pela maior parte de um aquecimento atmosférico. Enquanto não provarem isso, todo o alarmismo que fazem não se justifica e não está mais valendo.
Como eu disse, tudo pra eles parte e é feito com dados experimentais isolados e análises empíricas e ainda muitas vezes incorretas. Isso também foi feito com o CO2. Eles encontraram uma coincidência entre um aumento de temperatura atmosférico “global” nos últimos 50 anos (mostrado através do gráfico conhecido como “taco de hockei”) e um aumento de CO2 na atmosfera. Além desses aumentos serem duvidosos e muito questionáveis, em ciência como no resto da vida uma simples coincidência não é garantia de nada. Mas, pra eles é absolutamente tudo! Além disso, um carro de corrida que está em segundo lugar pode apresentar um aumento de velocidade nos últimos minutos e de acordo com um aumento de consumo de combustível, mas isto não garante que ele esteja em primeiro lugar e pode estar bem longe deste. Se o aumento de umidade dos últimos 50 anos for relacionado ao aumento de temperatura, uma curva semelhante ao do falado “taco de hockei” também será obtida. Uma coincidência não é ciência, é preciso justificar fisicamente a questão, o que não fazem com o CO2.
Eles tentam justificar dizendo que o vapor d’água permanece no ar apenas cerca de 10 dias e, por isso, o CO2 é mais importante. No trabalho também confirmo minhas expectativas anteriores demonstrando física e matematicamente que tal entendimento é errado. Além disso, vejam, por exemplo, que contradição: o nitrogênio e o oxigênio têm as maiores quantidades e os maiores tempos de residência na atmosfera e mesmo assim não são considerados gases de efeito estufa e os princípios que levam a tais conclusões são os mesmos que colocam o CO2 em segundo lugar e são válidos para todos os gases. E pra eles, o vapor d’água nem sequer entra como formador do efeito estufa natural da atmosfera. Absurdo! E nos últimos 50 anos houve também aumento de umidade em quase todo o globo e, além do vapor d’água, há outro fator físico que aumentou nesse período e pode gerar aumento de temperatura da atmosfera, bem como mais chuvas e secas, com causas originadas por certas atividades humanas. Por incrível que pareça, o ser humano é sim capaz de causar mudanças climáticas, mas não do jeito que dizem.
É incrível como revistas internacionais, ditas científicas (das áreas deles, claro) aceitam e repetem tantas insanidades enquanto não conhecem o que é extremamente básico e elementar. E são tais aberrações que levam o mundo a caminhos errôneos.