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sábado, 30 de julho de 2016

“CIÊNCIA” QUE NÃO SE SUSTENTA
O IOP – Institute of Physics – possui uma revista na área ambiental que tem um site onde comentários sobre os artigos publicados são permitidos.
Então, recentemente, coloquei um comentário sobre um artigo, mas não propriamente sobre o artigo, mas sim sobre um conceito físico que ele contém o qual é uma das bases da “ciência” empírica sobre o aquecimento “global” ou mudanças climáticas causadas pelo CO2. O conceito contido no artigo é: “…enquanto que o aumento de chuvas é mais provavelmente conectado a uma atmosfera mais quente sendo apta a sustentar mais umidade e um ciclo da água aumentado”.
Como tal conceito é errôneo e, sendo um cientista, tenho o dever de fazer o mundo conhecer sobre a ciência correta para o bem da espécie humana. Embora tal ciência empírica é baseada em conceitos completamente errôneos, mesmo assim ela comanda os destinos do mundo, por conta de sua política predatória, não por força de sua ciência. Por causa disso e muito mais, ela não quer perder seu status quo mesmo que isso aconteça para o grande prejuízo da humanidade. Portanto, como esperado e como eles já fizeram isso outras vezes, desta vez removeram os comentários de novo. Sempre que os comentários batem nas feridas dos conceitos deles que são muito particulares e não conectados à verdadeira teoria, eles os removem ditatorialmente. Eu os inseri novamente e, então, eles o removeram de novo e fecharam os comentários para aquele artigo. Uma ciência verdadeira precisa ser objetiva, científica, impessoal e aberta a novos conhecimentos e foi isso o que fiz em meus comentários.
Muitas pessoas, muitos países e a imprensa falam e exigem sobre democracia e liberdade de expressão, mas quando chegam as vezes deles de provarem o que afirmam e exigem, eles agem ditatorialmente, mesmo quando o objetivo é só a ciência. E os editores do site têm todo o espaço e oportunidades de fazerem suas contestações científicas, mas não as fizeram, mostrando também não terem argumentos científicos para fazerem frente aos meus argumentos e, por isso, fecharam os comentários pela força.
E, infelizmente, o pessoal da referida área empírica não pratica democracia e a verdadeira ciência e continua praticando uma ciência errônea indefinidamente.
Também importante a dizer é que um instituto de física, o qual o mundo espera que tenha uma alta ciência e um alto conhecimento sobre os conceitos físicos, na realidade somente repete uma “ciência” montada erroneamente por outros sobre os comportamentos atmosféricos. E pior, não deixa ninguém mostrar a verdadeira ciência, isto também válido para suas revistas. Tais atitudes somente fortalecem meu trabalho e minhas convicções sobre meus desenvolvimentos teóricos, os quais também são sempre confirmados por dados reais. 
Meus comentários foram os seguintes (traduzidos):
Título: “Atmosfera mais quente e ciclo da água aumentado”
A ciência sobre mudanças climáticas (causadas pelo CO2 – ridículo – os múltiplos fenômenos atmosféricos não são comandados por um efeito estufa – principalmente por um desprezível) depende quase exclusivamente de observações específicas e de métodos particulares não conectados à teoria verdadeira, é essencialmente baseada em conceitos físicos errôneos e, pior, ela não aprende como melhorá-los e não usa as referências certas para fazer as correções. As revistas de tal ciência, embora tenham revisão por pares (peer-review), também não conhecem os princípios físicos verdadeiros e disseminam uma ciência errônea.
Vamos ver o caso presente.
1. Sim, um ar mais quente tem a capacidade de absorver ou sustentar mais umidade, mas ele sustenta mais umidade somente se houver mais água para adicionar. Ou seja, não significa que tal ar tenha mais umidade. Se um ar mais quente fosse suficiente para possuir mais água, o Saara seria o lugar mais úmido do planeta. Ou seja, calor não cria água! E tal ciência viola a primeira lei da termodinâmica e da natureza.
2.  É sabido que há um aumento de chuvas em muitas partes do mundo. Assim, uma vez que calor não cria água, de onde então vem mais chuva? É da evaporação? Tal ciência responde ‘sim’ para essa pergunta, mas a resposta certa é NÃO! Não porque uma maior temperatura do ar DECRESCE a evaporação e não aumenta como essa ciência empírica pensa! E combinada com maior umidade ela a decresce ainda mais. E isto é confirmado por medições que mostram que nas últimas décadas a evaporação diminuiu em muitas partes do mundo. Encontrem essa informação nos artigos que tratam sobre o tal “paradoxo” da evaporação. E tal ‘paradoxo’ também não existe, porque tal afirmação e as respectivas “soluções” empíricas se referem a outra falta de conhecimento sobre os verdadeiros princípios físicos da atmosfera. Portanto, há menos evaporação e mais chuvas. Como é isso possível? Tudo isso é explicado em profundidade nos respectivos artigos internacionais de Sartori.
3.   Tal ciência acha que há um ciclo da água aumentado. Mas, o ciclo da água natural ou convencional diz que ‘Precipitação = Evaporação’. Como é essa igualdade possível se há menos evaporação e mais precipitação? Como pode menos evaporação aumentar as nuvens (medições também mostram que o planeta está mais fechado por nuvens), a precipitação e o ciclo da água? Obviamente, há uma outra falta de entendimento sobre os verdadeiros princípios físicos.
4.  Menos evaporação não pode realmente gerar mais precipitação. Mas, tal ciência acredita nesta possibilidade. Erroneamente porque ela não lê os artigos certos para aprender mais para o beneficio da humanidade. A explicação é que há um NOVO CICLO HIDROLÓGICO, descoberto por Sartori, o qual resolve tudo sobre esse assunto.
O novo ciclo da água estabelece que        
Precipitação = Evaporação + Água adicionada por atividades humanas.
Esta equação equaliza o balanço de massa da atmosfera e explica porque enquanto há menos evaporação também há mais nuvens e mais precipitação em algumas partes do mundo. Por exemplo, uma só termoelétrica de 600 MW pode lançar para a atmosfera cerca de 50.400.000 litros de água por dia. Uma usina nuclear manda para o ar mais de 80% de água do que uma termelétrica. Mas, estas influências humanas são diretas, não indiretas devido a certos gases, como nos têm sido dito até hoje. Saibam também nos artigos do Sartori que o Sol não é a única fonte de calor para a atmosfera. Somente como calor latente (ainda tem mais por radiação e convecção), essa usina emite 1.884.083 vezes (!) a energia solar de 700 W/m2, que é uma alta radiação solar.
5.  Leiam os artigos “The Physical Principles Elucidate Numerous Atmospheric Behaviors” e “Climate Changes: How the Atmosphere Really Works”, publicado em uma revista que tem verdadeiramente revisão por pares e, por favor, não continuem usando conceitos errôneos. E, também, por favor, sejam honestos em referenciarem os artigos para o beneficio da humanidade.