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quarta-feira, 18 de abril de 2018


O NOVO CICLO HIDROLÓGICO

ERNANI SARTORI

O Novo Ciclo Hidrológico, descoberto por mim, representa essencialmente a influência direta de certas atividades humanas no ciclo natural da água e, assim, no clima.
Mas, essas e outras interferências humanas no clima não acontecem do jeito que a pseudociência do aquecimento “global” causado pelo CO2 acha. Essa turma acha que o gás carbônico é o responsável por todo e qualquer comportamento da atmosfera e males climáticos como supostas e irrisórias temperaturas de 1,5 °C ou 2,0 °C, tornados, furacões, enchentes, secas, etc. Ridículo! Nenhum gás tem poder ou propriedades físicas para causar tudo isso. Cada evento atmosférico tem suas próprias causas e efeitos, diferentes umas das outras e tudo explicado pela física, coisa que a pseudociência não consegue fazer.  
E tal “ciência” por ser totalmente empírica e ter um “background” teórico extremamente limitado e fraco jamais descobriria o Novo Ciclo Hidrológico e outras questões do funcionamento da atmosfera e do planeta.
Até hoje, toda a literatura de livros, de artigos e revistas científicas, cientistas, escolas, universidades, instituições, governos, todos, enfim, do mundo todo, dizem que a evaporação é o único agente formador de nuvens e chuvas. Então, equacionando isso temos o ciclo hidrológico natural como se tornou entendido: 
Precipitação = Evaporação                                                    (1)
onde Precipitação é igual a quantidade de chuva, neve, neblina, granizo, etc.
Mas, basta verificarmos a constituição e a física do planeta para desde logo encontramos um erro básico nesse entendimento e afirmação. A sublimação (passagem da água do estado sólido diretamente em vapor d’água, sem nunca passar pelo estado líquido) das geleiras para o ar não foi incluída. Esse acréscimo de vapor d’água na atmosfera não é desprezível e deveria, pelo menos, ser incluído nas considerações teóricas, mas nunca foi. Assim, a equação (1) deve ficar como       
Precipitação = Evaporação + Sublimação                            (2)
Mas, o Novo Ciclo Hidrológico não se refere a esta correção.
O Novo Ciclo Hidrológico se refere ao fato de que se eu jogar uma gota de água para cima, uma gota de água voltará e, então, a equação (2) se torna
Precipitação = Evaporação + Sublimação + Uma gota       (3)
ou seja, fica claro que certas atividades humanas podem sim interferir e modificar o ciclo natural da água e outros ciclos naturais e, assim, mudar o clima. É óbvio que uma gota não muda nada, mas só para dar um exemplo, o consumo de água de uma termoelétrica a carvão de 600 MW é cerca de 3,5 l/MWh ou 35.000 l/min ou mais de 50 milhões de litros de água por dia. Esta é a quantidade aproximada de água em forma de vapor que ela lança para a atmosfera, podendo jogar mais do que isso.  
Estes dados também mostram que esse é o tanto de água que uma só termoelétrica retira dos mananciais e os secam. E nesses valores não está incluída a quantidade de água usada para a refrigeração dos seus sistemas e que é “reciclada”. Imaginem quanta água todas essas usinas jogam para o ar ao redor do mundo a todo instante. E uma usina nuclear joga cerca de 70 % mais água do que uma termelétrica. Some-se a isso o tanto de água que jogam para cima as milhões ou bilhões de indústrias, veículos, irrigação, queimadas, incêndios ao redor do planeta a todo instante bem como outras atividades humanas. É lógico que o ciclo natural da água não é mais o mesmo. Isto precisava ser identificado e esclarecido, o que a pseudociência do aquecimento global e a hidrologia não conseguiram fazer. E por essa turma ser extremamente prepotente, presunçosa, arrogante e limitada em seus conhecimentos teóricos, ela não permite que ninguém de fora da pseudociência o faça e fale algo diferente do que diz. Ela faz censura ideológica e não análises científicas honestas e competentes. Mas, se eu fosse estadunidense já teria mudado o mundo, dada a importância do ciclo da água e sabendo-se como funciona o marketing e autovalorização daquele país e de outros do mundo mais desenvolvido.     
A pseudociência não enxerga tais interferências e faz sumir toda essa enorme quantidade de água bem como todo o calor que tais atividades levam para o ar. Portanto, tem havido mais água e mais calor no ar em menos tempo para formarem mais nuvens, mais chuvas, mais enchentes e mais interferências no clima, mais rápidas e mais irregulares em quantidades, tempos e espaços do que os ciclos naturais conseguem fazer, alterando, portanto, o clima natural.   
Nos meus artigos científicos internacionais fiz balanços de água da atmosfera para o ciclo natural da água quanto para o Novo Ciclo e os coloquei em forma de equações (equações diferenciais), cujos desenvolvimentos esclarecem muito e cujas questões jamais foram feitas pela ciência vigente.  
O Novo Ciclo Hidrológico também revela e explica porque certas atividades humanas podem gerar secas, ao contrário do que diz a pseudociência que erroneamente atribui esse fenômeno ao gás carbônico. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, as nuvens não são formadas somente por água, mas também por partículas de poeira, de poluição, marinhas, de plantas, biológicas, etc, também chamadas de aerossóis. Em torno dessas microscópicas partículas sólidas conhecidas como ‘núcleos de condensação das nuvens’, o vapor d’água se agrega e forma pequenas gotas, as quais se reúnem e formam gotas maiores e, então, se precipitam. Chamei esse ciclo de partículas de "ciclo da poeira", ou seja, essas partículas sobem mas depois descem com a chuva, neve, neblina, etc. O calor atua na condensação do vapor d’água para a formação das gotas das nuvens e da precipitação. E são exatamente esses três ingredientes que certas atividades humanas jogam para o ar, intensamente e a todo instante, ao redor do planeta. Desta forma, partículas em excesso no ar podem não encontrar suficiente vapor d’água para formarem nuvens e chuvas e, assim, se acumularem na atmosfera durante certo tempo criando uma barreira, cobertura ou tampa “sólida” e provocando uma redução de precipitação e aumento de secas em incertos períodos e lugares.    
A Figura 1, feita por Sartori (2012) retrata simplificadamente esse processo.  

Fig. 1 – O Novo Ciclo Hidrológico também revela que partículas em excesso no ar além do limite de saturação do vapor d’água devido a certas atividades humanas podem gerar a formação de barreiras sólidas no céu e/ou maior cobertura de nuvens “sólidas” com a consequente redução de precipitação e aumento de secas em incertos períodos e lugares (Sartori 2012).   

Os efeitos do material particulado nas nuvens são confirmados pelos recentes dados obtidos pela NASA (2016) e vistos na foto da Figura 2 onde percebemos que fumaças (e seus calores) e partículas provenientes de intensos incêndios florestais no Canadá são aprisionadas nas nuvens.     

Fig. 2 – Fumaças e aerossóis de incêndios florestais no Canadá são aprisionados nas nuvens (NASA 2016) e confirmam a Figura 1 feita por Sartori em 2012. 

domingo, 11 de fevereiro de 2018

UMA “CIÊNCIA” MUITO DIVERTIDA

Há poucos dias um site de uma revista internacional da turma do aquecimento “global” publicou um artigo em que essa turma diz, como sempre, que uma atmosfera mais quente suporta mais vapor d’água e, então, cria mais enchentes. Assim, essa turma quer dizer que temperatura cria água. Que um ar mais quente suporta mais vapor d’água isto está certo, mas só suporta mais água se houver mais água além de que temperatura não cria água nem qualquer outra coisa cria água. E isso também não quer dizer que há maior evaporação, ao contrário, maior temperatura do ar DIMINUI a evaporação, mas essa turma arrogante, presunçosa e prepotente não sabe disso tudo. A ciência dessa gente é extremamente fraca e em questões básicas e tudo isso publicado nas “conceituadas” revistas da turma. E essa turma só enxerga o ciclo natural da água e não vê que mais usinas termoelétricas e nucleares, mais indústrias, mais veículos, etc, jogam para cima milhões de toneladas de água a todo instante ao redor do mundo e essa água tem de descer obrigatoriamente e desce irregularmente em quantidade e em distribuição espacial e temporal, como demonstra o Novo Ciclo Hidrológico, descoberto por mim. Então, coloquei o seguinte comentário (traduzido) no site desse artigo: 

"Uma ciência muito divertida

Sua "ciência" sobre aquecimento "global" diz que temperaturas do ar mais altas criam água e, assim, acontecem as crescentes enchentes. Então, neste caso, o Saara é o lugar mais úmido do mundo, não é? Muito divertido! Uma vez que esse conceito é um dos seus mais fundamentais suportes e "dogmas" e é completamente errado, toda a ideologia do aquecimento "global" não se sustenta. Somente o Novo Ciclo Hidrológico, descoberto por mim, explica porque tem havido mais enchentes e também mais secas (e não é para 2100) em muitas partes do mundo. Leiam os artigos "The Physical Principles Elucidate Numerous Atmospheric Behaviors" e "Climate Changes: How the Atmosphere Really Works" para aprenderem os corretos princípios físicos do comportamento do planeta e muito mais. O conhecimento completamente empírico de sua "ciência" jamais descobriria o novo ciclo da água e o verdadeiro comportamento atmosférico. Continuem em seu caminho e com seu próprio consenso, arrogância e organização de máfia para continuarem prejudicando o mundo e a humanidade".

domingo, 8 de outubro de 2017

DESAFIO

Um dos dogmas da pseudociência do "aquecimento global causado pelo CO2" diz que a evaporação aumenta com o aumento da temperatura do ar e isto é o principal suporte dela para o suposto aumento do "aquecimento global". Acontece que a evaporação DIMINUI com o aumento da temperatura do ar! Desafio a todos esses pesquisadores e "modeladores" a provarem matematicamente que a evaporação aumenta com o aumento da temperatura do ar. Leiam os artigos "Climate Change: How the Atmosphere Really Works”, “Solar Still vs. Solar Evaporator: A Comparative Study Between their Thermal Behaviors” e “The Physical Principles Elucidate Numerous Atmospheric Behaviors” para descobrirem como a evaporação realmente funciona de acordo com a temperatura do ar e de muitos outros parâmetros ambientais. 

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

HORÁRIO DE VERÃO


Saiu a notícia de que o governo cogita acabar com o horário de verão, pois um estudo do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) e do Ministério de Minas e Energia concluiu que tal política pública traz efeitos "próximos à neutralidade" com relação à economia de energia elétrica. 
Há anos venho analisando tecnicamente o horário de verão e sempre verifiquei que esse horário não traz nenhuma economia de energia, ao contrário, causa aumento de gastos com essa energia. Claro que o governo não vai dar o braço a torcer e dizer que o horário de verão gera prejuízos, mas dizer que os efeitos são "próximos à neutralidade" já está de bom tamanho. 
Por causa dessa nova e inesperada notícia estou reproduzindo o link do meu artigo e análise mais recente sobre o assunto, onde vemos claramente que tal horário aumenta o consumo e é, portanto, tecnicamente pura enganação. Espera-se que isso seja de fato corrigido, pois além do aumento de gastos esse horário ainda causa muitos transtornos para quem precisa acordar cedo e ainda andar por ruas inseguras.  


Não terá sido este estudo a esclarecer as mentes e esse resultado do governo, pois até então o governo só "arrotava" vantagens do horário de verão e não abria mão disso?  

sexta-feira, 28 de julho de 2017

As pessoas têm falado sobre a questão daquele grande desprendimento de gelo que ocorreu recentemente na Antártica e sugerem que isso seja por causa do tal aquecimento global. O que tenho a dizer é que desprendimentos de gelo na Antártica são normais e constantes e se não fosse assim haveria gelo até no nordeste brasileiro. Ou seja, mais hora menos hora partes do gelo de lá vão se desprender por causa da ação normal do calor natural entre as regiões ou por causa de falhas físicas. Essa grande porção de gelo se soltou provavelmente por causa de falhas físicas. E é possível que as partes de gelo que comumente se desprendem todo ano somem mais do que essa grande parte que se soltou.
E de acordo com um trabalho publicado no final de 2015, o gelo das costas da Antártica aumentou 30 % (!) no século XX. Outro trabalho revelou que o gelo que rodeia a Antártica atingiu um novo recorde de extensão em 2015 além do que ele tem alcançado desde que registros por satélites começaram a ser feitos desde o fim da década de 1970. Segundo esse trabalho, em 2015 a extensão de gelo da Antártica excedeu 20 milhões de km2, sendo que a média máxima entre 1981 e 2010 alcançou 18,72 milhões de km2.

NOTA DE 20/10/17: A ESA (European Space Agency). em 11 de outubro de 2017, divulgou que suas missões CryoSat e Sentinel-1 descobriram enormes canyons escondidos por baixo das camadas de gelo da Antártica, sobretudo nas partes que são chamadas de 'prateleiras de gelo'. Essas prateleiras são formadas por montes de gelo sobre camadas de gelo, principalmente nas costas daquele continente e funcionam como esteiras industriais continuamente levando gelo de volta ao mar, por ação da água do mar. A camada de gelo que cobre a Antártica é, por natureza, dinâmica e está em constante movimento, mas agora ficou-se sabendo que essas prateleiras são frágeis, inclusive como evidenciado em julho de 2017 pela ruptura do gigante iceberg A68.

Como vemos, essas constatações científicas comprovam minhas considerações anteriores de que a ruptura daquele enorme iceberg foi devido a falhas físicas.      
        

quinta-feira, 8 de junho de 2017

PLAGIARISM OR IDEA THEFT AND DISHONEST STATEMENTS 

Elsevier is a giant publisher that has a long speech against plagiarism. But acts against it only when the plagiarism happens with other publishers (e.g., Retraction or http://alexexch.org/File/2012003301/En/2169.pdf). The paper by Poos and Varju (2017) published in Energy Procedia (Elsevier) contains plagiarisms, scientific errors and dishonest statements.

Furthermore, this paper is essentially the same work (same text, same figures, same equations, same system, same problems) as the one by Poos and Varju (2016) published in other conference and by Orvos, Szabo and Poos (2016).  
The main problems are that Poos and Varju (2016; 2017) and Orvos et al (2016) attributed to themselves a discovery and development made by Sartori as well as they also made many experimental and theoretical errors, copied entire sentences from Sartori (2000) without referencing them, and considered that evaporation within tubular systems is equal to the evaporation from free water surfaces. All of these situations also correspond to a very weak review process.   
Let’s see:
1) The authors state that “Sartori (2000) established three different cases for the evaporation rate in terms of temperature-based driving forces. This theory can be supplemented to four categories, where the evaporation rate can be written to these cases:”. The “four” cases referred by the authors are:
a) TW > TA    The water temperature is higher than the air temperature [evaporation]
b) TW < TA    The water temperature is lower than the air temperature [evaporation]
c) TW = TA    The water temperature is equal to the air temperature [?]
d) TD > TW The air dew point temperature is higher than the water temperature [condensation]
Sartori, in his theory published at least in Sartori (1987; 1989; 1991; 1996; 2000; 2003; 2012), did not consider only three cases of evaporation! When Sartori considered the evaporation according to TW < TA and according to TW > TA he considered the lower and upper limits of temperatures for evaporation, besides the condensation when TD > TW. Thus, if the evaporation happens from TW < TA up to when TW > TA, it is obvious that it also happens in between these limits, that is, when TW = TA (but for this case a further condition is required in order to know what happens, as shown by Sartori). Without considering this additional condition, as Poos and Varju (2016; 2017) and Orvos et al (2016) did, the case for TW = TA alone is incomplete and scientifically erroneous. Sartori (2000) considered this additional condition explicitly for the case when TW = TA and RH (relative humidity) = 100%, being this the only case when the evaporation is zero. In other words for this case, Sartori correctly considered the evaporation that happens when TW = TA and 0 ≤ RH ≤ 100%. Therefore, due to the determining influence of the RH, to consider the evaporation when TW = TA alone without the information from the RH denotes the Poos and Varju (2016; 2017) and Orvos et al (2016) incorrect understanding of the evaporation process. When TW = TA and RH < 100%, this is the same case as TW > TA. Thus, the authors did not create nor measured another case! Also, according to the erroneous authors’ thinking, there would be a case of evaporation for every degree and fraction of temperature, which makes no sense. And Poos and Varju (2016; 2017) and orvos et al (2016) cited the reference Sartori (2000) where the condition TW = TA is clearly demonstrated, but the authors intentionally did not assign this case to Sartori.
Thus, the authors cannot assume as their authorship a fourth case of evaporation, because this situation had already been considered and demonstrated by Sartori correctly. Hence, Poos and Varju and orvos et al's corresponding statements are characterized as plagiarism or idea theft.      
2) The authors’ experimental system is very similar to the one made by Raimundo et al (2014), and both do not correspond to evaporation from free water surfaces and under natural environments. On the contrary, both correspond to evaporation that happened within tubular systems with artificial flows and conditions. The heat and mass processes within tubular systems are affected by the walls of the system and do not correspond to those that happen in a free atmosphere. The internal flow is much different than an external one, also because the boundary layer conditions are very different between them. The flow within tubes is confined by the surfaces, while an external flow is not. A flow of air within a tube does not represent and reproduce the flow and the heat and mass exchanges and conditions that happen in a free atmosphere. A free water surface means a surface that is exposed to the ambient air, which one is not the case of the authors’ experiments as well as those by Raimundo et al (2014). Thus, the paper and the results cannot represent the evaporation from real free water surfaces, but Poos and Varju attribute their work as if it was valid for free water surfaces. Raimundo et al (2014) did the same.    
Sartori (2012) compared his theoretical equation for the fully turbulent air flow in forced convection with the evaporations from real and true free water surfaces of different sizes and conditions as well as compared it with the corresponding results from several well-known empirical formulas (obtained only through particular experiments, which are not valid generically – see Sartori 2006), and the Sartori equation showed to be the most accurate with very high accuracy.
3) There are many shortcomings with the measurements and results.
3.1) Many results in Table 2 present (positive) evaporation when in the reality the physical conditions show that there was condensation (‘negative’ evaporation) of the humid air onto the water surface, because the dew point temperatures Tdp of the humid air were higher than the water surface temperatures Tf, as shown in the table below:   

Run
TG
Tdp
Tf
14
50.0
28.21
27.30
20
49.9
27.67
27.60
21
50.0
34.42
25.10
27
49.8
27.70
22.70
29
50.7
31.86
26.70

This lack of accuracy generates lack of confidence on the experimental tests and results as well as on the whole work, because we can not trust on it.  
3.2) The authors said that “Its maximum volume is 5 dm3”, which is equal to 5 liters or 5 kg. So, how there were evaporations of 5.652 and 5.528 kg/m2h?
4) The work by Poos and Varju (2016; 2017) and its results cannot be confused with evaporation from a free water surface under a natural environment, because:  
4.1) Air temperatures of 50 °C and relative humidities of 20–30% are common for deserts, but not for humid places.
4.2) The authors’ result of the order of 5.652 kg/m2h is an absurdity! True free water surfaces produce such magnitudes during a day, not during an hour. For the authors’ average water surface temperature of 40 °C, such value corresponds to a released heat of 3,777 W/m2, which is 2.8 times higher than the solar constant of 1,366 W/m2, i.e., their “free water surface” releases more energy than receives from the Sun, which is impossible and a violation of the first law of thermodynamics.   
5) In the Conclusions: “In this paper, a critical review on several well-known equations employed for the calculation of evaporation rate from free water surfaces has been carried out. Both empirical and theoretical working formulas have been analysed. Since up to now there was not consensus on which equations were better to employ, a large scattering of evaporation rates has resulted”. These sentences were entirely copied from Sartori (2000) and not referenced! Another clear example of plagiarism!
6) Besides the plagiarism referred in the topic (5), the authors did not “carried out a critical review on several well-known equations employed for the calculation of the evaporation rate from free water surfaces” as well as no analyses were made on “Both empirical and theoretical working formulas”. There are no data, no equations, no tables, no graphs and no comments showing such comparisons and analyses. The authors only made a limited survey of references (most of them taken from Sartori 2000) and did not show and did not analyze and compare objectively the corresponding equations. So, since no result of this type was obtained by Poos and Varju, the authors are not authorized to state that “…a large scattering of evaporation rates has resulted”. These are others of the authors’ fake and not scientific statements!
7) The equations regarding references 7, 8, 11, 12, 13, 14, 15, 19, 21 and 24 as they appear in Table 1 of Poos and Varju (2016) were not derived by the corresponding authors, but were converted to SI Units by Sartori (2000). Nobody is authorized to present these equations in this converted way without crediting them to Sartori (2000). Some of these equations gave exhaustive work to convert their coefficients, but Poos and Varju (2016) did not give the deserved credit and for this case did not cite Sartori (2000) where they took from these converted equations. This is not an honest way to make science!      
8) The authors say that “Our future plan is to establish an equation system that can describe the phenomenon of evaporation in wide range of interpretation, taking into account the different categories”. The authors made lots of basic and scientific errors and did not show to own a sufficient and correct theoretical and experimental background on evaporation, but presumptuously intend to “establish an equation system valid for wide range of interpretation”. Sartori (2012) equation (recommended for all real free water surfaces) is valid for any real free water surface in forced convection and combined with the parameters for saline waters from Sartori (1991) equation is also valid for any salty free water surface. Sartori equations are also the only ones for evaporation that can obtain the amount of water vapor condensed (dew) onto the water surface. Sartori equations are also the only ones that can be applied to other planet or moon that have liquid water on the surface. And they take into account all of the cases or categories of evaporation.   
9) “In the cases examined, evaporation was not only consequent upon environmental impacts, but it was also assisted by the heat source of the liquid. This case has been discussed deficiently by literature on the description and calculation of evaporation”. Poos and Varju (2016; 2017) don’t know that the water temperature is the final result of all heat and mass interactions of the water body with the environmental conditions and with the physical and thermal characteristics of its container, no matter the type of the heat source. All of this is seen through the texts and equations of the Sartori models and papers on evaporation.
10) “In the course of our work, evaporation from a liquid surface was examined…”. This statement is not accurate. The authors carried out experiments only with water, not with any other liquid, contrarily to what such statement induces the readers to think. In several parts of the paper the word ‘liquid’ is employed in place of ‘water’, inducing the readers to think that the experimental results are valid for other liquid, which is not true.  
11) The dimensions of the experimental apparatus were not given. 
12) The parameters ‘Dm’, ‘a’, ‘M’ and ‘P’ were not defined and the units of qcond and qconv were not given.
13) Some references from Poos and Varju (2016) were withdrawn and the remaining ones were kept in Poos and Varju (2017), but the numbering was kept the same. For example, Sartori [4] in Poos and Varju (2017) in reality is Sartori [3]. 
14) “Sartori (1989) [9] created an equation depending on laminar, transitional and turbulent range”. The correct is “Sartori (1987, 1989, 2000) created equations depending on laminar, turbulent and transitional (or mixed) ranges, respectively”.

I was a reviewer for this paper and commented all the above issues, but the editors for that congress neglected my comments. 
The paper by Poos and Varju (2016; 2017) does not correspond to “high quality conference proceedings”, contrarily to what the journal Energy Procedia states for itself. 


References:

Poos T, Varju E (2017) Dimensionless evaporation from free water surface at tubular artificial flow. EENVIRO 2016, Energy Procedia, V. 112, 366–373. 
Poos T, Varju E (2016) Determination of evaporation rate at free water surface. Conference, Budapest, Hungary.
Raimundo AM, Gaspar AR, Oliveira VM, Quintela DA (2014) Wind tunnel measurements and numerical simulations of water evaporation in forced convection airflow. International Journal of Thermal Sciences, V 86, 28–40.
Sartori E (1987) A Mathematical Model for Predicting Heat and Mass Transfer from a Free Water Surface. Proc. of the ISES Solar World Congress, Hamburg, Germany, 3160–3164.
Sartori E (1989) Prediction of the Heat and Mass Transfer from a Free Water Surface in the Turbulent Flow Case”. Proc. of the ISES Solar World Congress, Kobe, Japan, V. 3, 2343–2347.
Sartori E (1991) Evaporation from a Free Water Surface with Salt Concentration. Proc. of the ISES Solar World Congress, Denver, USA, 2347–2351.
Sartori E (1996) Solar Still versus Solar Evaporator: A Comparative Study Between their Thermal Behaviors. Solar Energy, V. 56, 199206.
Sartori E (2000) A Critical Review on Equations Employed for the Calculation of the Evaporation Rate from Free Water Surfaces. Solar Energy, V. 68, 77–89.
Sartori E (2003) Letter to the Editor, Solar Energy, V. 73, No. 6, 481.
Sartori E (2006) Convection Coefficient Equations for Forced Air Flow over Flat Surfaces. Solar Energy, V. 80/9, 1063–1071.
Sartori E (2012) The Physical Principles Elucidate Numerous Atmospheric Behaviors and Human-Induced Climatic Consequences. Open J. of Applied Sciences, V. 2, 302–318.



NOTE ON NOVEMBER 23, 2017: It was hard, extremely hard to get a publication to restore the truth. Initially, it was very difficult to convince the Elsevier representatives to understand that the paper “Dimensionless Evaporation Rate from Free Water Surface at Tubular Artificial Flow”, by Poós and Varju, published in the Journal Energy Procedia, contains plagiarism and/or idea thefts, among other problems. First, the Elsevier representative said that the advisory editor of the journal was contacted and he did not find plagiarism. But I insisted and explained again the complaints. Then, the Elsevier representative said that a software was used to identify plagiarism and it did not detect this. Then, I explained that computer programs do not have self intelligence and thus detect only what was programmed by humans, and in this case even humans did not identify the correct situations. I also said that softwares are not scientists to detect scientific issues, and then I explained once again all the scientific situations. I also requested a Letter to the Editor to be published in the Journal, but the Elsevier representative said that Energy Procedia does not have a section for Letters to the Editor and thus nothing could be done. Then, I contacted the authors directly and they showed a more favorable position for corrections, but not without a great resistance which also brought a long scientific discussion.   
Fortunately, after all difficulties, a satisfactory result was obtained and the following Corrigendum has been published regarding the authors’ article in Energy Procedia:
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1876610217349470

Now, those editors are seeing the results of their irresponsibilities.   

sábado, 11 de março de 2017

AS NUVENS, O SER HUMANO E O NOVO CICLO HIDROLÓGICO

Trabalhos publicados sobre levantamentos feitos mostraram que nas últimas décadas as nuvens e a precipitação aumentaram enquanto que a evaporação diminuiu em várias partes do mundo. Os pesquisadores empíricos do mundo todo, por terem apenas o conhecimento do ciclo natural da água que diz que a evaporação é a única fonte de água para a formação de nuvens e chuvas, não entenderam essa aparente contradição e, por isso, nomearam essa sua incompreensão de “evaporation paradox”. É claro que menos água não pode mesmo gerar mais água, pois isto contradiz a primeira lei da termodinâmica, também conhecida por lei da conservação de massa e energia, aquela que diz que “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, cujo conceito foi descoberto por Lomonosov 14 anos antes de Lavoisier. 
Alguns famosos autores de fora do Brasil, tendo apenas conhecimentos puramente empíricos e errados sobre o funcionamento da natureza e da atmosfera, tentaram entender e resolver essa questão, mas violaram esta lei, sem saberem disso também. Mesmo assim, esses autores e seus artigos publicados em revistas ditas “respeitadas” como a “Nature” e “Science”, por exemplo, receberam inúmeros reconhecimentos e prêmios do mundo todo, por terem resolvido absolutamente nada e de forma absurdamente errada e também sem significado físico algum! Isto também comprova que o mundo todo é absurdamente empírico (sem conhecimento teórico), pratica uma pseudociência nessa área e vai na onda de qualquer “abobrinha” publicada em tais (e em outras) revistas sem noção da respectiva turma. Como essa questão e essa turma são as mesmas da questão e turma do chamado aquecimento global, então, verifica-se que a ciência do aquecimento global é também uma pseudociência (e tenho muitas provas científicas sobre isso).

E foi por causa da enorme fraqueza científica de toda essa turma que descobri o Novo Ciclo Hidrológico. Essa turma colocou a bola a um metro na frente do gol sem goleiro para eu chutar, chutei a bola e fiz o gol. Mas, na ciência verdadeira não “chutei”, somente raciocinei e acertei completamente, em poucos segundos. Como menos água não pode mesmo gerar mais água, então tem que haver outra fonte de água além da evaporação e da sublimação de geleiras para a atmosfera estar gerando mais nuvens e maior precipitação. Mas, qual pode ser a fonte? Só pode ser o próprio ser humano, que criou certas tecnologias e atividades para sua sobrevivência e desenvolvimento, mas as quais têm interferido nos ciclos naturais e, assim, no clima, mas não do jeito que a pseudociência do clima do CO2 nos tem dito até hoje.

O IPCC (órgão da ONU e instância máxima oficial sobre questões climáticas do planeta) e sua turma do aquecimento “global”, por acharem que o CO2 (gás carbônico) é causa de tudo que é mal climático na atmosfera e no planeta (risível!), dizem que o vapor d’água não tem causa antropogênica, isto é, não tem causa humana. Lamentável! O IPCC considera que 99,99% da H2O no ar são de origem natural e, por isso, nenhuma desindustrialização poderia mudar a quantidade deste gás na atmosfera. Errado! Tal afirmação do IPCC claramente identifica a total falta de conhecimento teórico dessa turma! Como demonstrado em vários artigos meus, a H2O no ar também tem causa antropogênica e aumenta nuvens, umidade, chuvas e enchentes. E não se trata apenas de mudar completamente, mas de modificar parcialmente alguma coisa. É que o IPCC e sua turma só enxergam o efeito estufa, o CO2, sua radiação e não conhecem o resto. A atmosfera não é um bloco monolítico onde um fator em um lado pode ser causador de todos os fenômenos e consequências no outro. Ao contrário, é uma camada gasosa cujos processos têm múltiplas causas, variações e consequências. E os calores emitidos por certas fontes humanas também causam instabilidade atmosférica, sendo que tempestades, tornados e furacões só acontecem quando a atmosfera está instável.

A evaporação não tem sido a única fonte para a formação de nuvens e chuvas pelos seguintes motivos: a) as emissões de termoelétricas, indústrias, veículos, queimadas, incêndios florestais, etc, contêm toneladas de vapor d’água e de partículas e isso intensifica a formação de nuvens, porque estas são formadas por vapor d’água condensado que se agrega em torno de microscópicas partículas de poeira, de poluição, de florestas, biológicas, marinhas, etc, formando os núcleos das gotas de nuvens – “cloud condensation nuclei”. Então, essas partículas sobem e descem junto com a precipitação e chamo este ciclo de “ciclo da poeira”; b) as toneladas de gases emitidas para a atmosfera por essas fontes construídas pelos humanos são liberadas a altíssimas temperaturas e, então, a temperatura de ponto de orvalho do ar (temperatura do início da condensação) é alcançada mais frequentemente e daí mais vapor d’água é condensado em menos tempo e mais nuvens e chuvas se formam mais rapidamente e mais irregularmente ao redor do planeta; c) essas toneladas de vapor d’água emitidas pelas fontes acima referidas e mais as das usinas nucleares, quando entram em contato com camadas frias da atmosfera se condensam e mais nuvens e chuvas se formam. Este vapor também aumenta a umidade do ar. 
Estas causas explicam porque as nuvens, as chuvas, a umidade e as enchentes têm aumentado em praticamente todo o mundo. Uma só termelétrica de 600 MW joga para o alto mais de 50 milhões de litros de água por dia e uma usina nuclear lança cerca de 70 % a mais de água para o ar do que uma termoelétrica. Um trabalho de 2006 mostrou que o século XX ficou mais úmido e um trabalho de 2005 mostrou que quase todo o planeta ficou mais úmido nas últimas décadas. Além de outras razões dadas nos artigos científicos deste autor publicados em 2012 e 2015, essas causas também explicam porque a evaporação tem diminuído. Com mais nuvens no planeta e geradas pelo ser humano, o efeito estufa causado por uma grande cobertura de nuvens reduz o vento (descoberta feita por mim) e este reduz a evaporação ainda mais bem como remove menos calor e, assim, a energia interna do sistema é aumentada e, com isso, a temperatura do ar também aumenta e o ambiente fica quente e abafado.

O Novo Ciclo também explica porque pode haver mais secas. Os efeitos das partículas (também conhecidas como aerossóis) nas nuvens são duplos: a) elas podem gerar mais nuvens; b) elas também podem gerar menos nuvens, menos precipitação e mais secas quando os limites de saturação das nuvens para partículas forem alcançados. Em grandes regiões industrializadas, em regiões secas, em grandes campos de agricultura secos, com intensas queimadas, em áreas florestais devastadas, por exemplo, as partículas sólidas em excesso podem não encontrar suficiente vapor d’água para formarem nuvens e, assim, se acumularem na atmosfera durante um certo tempo criando uma barreira ou cobertura “sólida”. E é sabido que as partículas viajam através de continentes. Por exemplo, um artigo mostrou que as partículas de poluição da China demoram 5 dias para chegarem ao Ártico.

Ou seja, esses fatores de origem humana são justamente os que formam nuvens, chuvas, enchentes e secas e afetam o ciclo hidrológico.

A Figura 1 mostra uma recente imagem da Terra quase completamente coberta por nuvens. Pode ser visto que a Terra está realmente muito nublada. A imagem também confirma as descobertas de inúmeros trabalhos que experimentalmente verificaram a grande nebulosidade de inúmeros lugares do planeta associada com redução do vento e aumentos de temperaturas do ar locais (trabalhos descritos nos artigos científicos do presente autor).    

Fig. 1 – Imagem de satélite da NOAA/NASA a cerca de 36.000 km da Terra no dia 15 de janeiro de 2017.

Um recente relatório das Nações Unidas revela que entre 1995 e 2015, 2,3 bilhões de pessoas foram afetadas por enchentes, o que corresponde a 56% de todas as pessoas afetadas por desastres relativos ao clima – consideravelmente mais do que qualquer outro tipo de desastre climático. O relatório também diz que entre 1995 e 2015 aconteceram 3.062 enchentes, o que corresponde a 47% de todos os desastres climáticos e a 43% de todos os desastres naturais combinados, que incluem terremotos e vulcões. Secas corresponderam a 26% e 1,1 bilhão de pessoas, tempestades a 16% e 660 milhões de pessoas, temperaturas extremas a 2% e 94 milhões de pessoas, deslizamentos de terra e incêndios florestais a 8 milhões de pessoas. O relatório também alerta para uma alarmante tendência de enchentes afetando áreas cada vez mais extensas e se tornando mais severas. De acordo com o relatório, as enchentes têm atingido a Ásia e a África mais do que outros continentes e colocam um crescente perigo em outros lugares. Na América do Sul, por exemplo, 560.000 pessoas foram afetadas por enchentes em média em cada ano entre 1995 e 2004. Na década seguinte, 2005–2014, esse número aumentou para 2,2 milhões de pessoas, um aumento de quase 4 vezes. Nos primeiros 8 meses de 2015, outras 820.000 pessoas foram afetadas por enchentes na região. Nos últimos meses de 2015, rios que transbordaram forçaram cerca de 100.000 pessoas a saírem de suas casas no Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai.

Todos esses dados reais são mais do que prova e confirmação do Novo Ciclo Hidrológico, que leva em conta a participação de atividades humanas no aumento de massa de água lançada para o alto e retornada para o solo. Isto também comprova a teoria Sartori que demonstra o verdadeiro funcionamento da atmosfera e desmancha as absurdas insanidades da pseudociência do chamado aquecimento global. O novo ciclo da água está em funcionamento! Não há outra explicação física para o fato de haver mais água, mais rápida e mais irregularmente descendo do que haver mais água, mais rápida e mais irregularmente subindo. Lembrando que a crença da pseudociência do clima do CO2 e seu efeito estufa para justificar o aumento de enchentes no planeta é totalmente infundada, errônea, absurda e ingênua cientificamente, pois temperatura não cria água nem qualquer outra coisa cria água. Só mais água para cima traz mais água para baixo!