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terça-feira, 23 de outubro de 2018


ORGULHO MUNDIAL

Será publicado em uma conhecida revista científica internacional o artigo que confirma a teoria Sartori sobre o correto funcionamento do planeta em relação a questões climáticas e que não tem nada a ver com o CO2 e com o chamado aquecimento global. Juntamente com a descoberta do Novo Ciclo Hidrológico, que é uma revolução no conhecimento da humanidade, descobri e construí uma inteira teoria para o planeta que é outra revolução no conhecimento da humanidade. O conceito do ciclo natural da água, por exemplo, vem desde pelo menos a Grécia antiga e só hoje, aqui-agora, alguém foi capaz de mudar esse entendimento tão arraigado e absoluto anteriormente, mas que não condiz com a realidade.
As descobertas deste autor como as citadas acima e as derrubadas de dogmas da “ciência” da turma do aquecimento global mudam o conhecimento do mundo.   
E entre seus outros grandes feitos, Sartori também descobriu várias leis da evaporação bem como a lei geral da evaporação de Dalton-Sartori. Dalton estabeleceu esta lei por volta do ano 1800 e em 2000 Sartori a completou.   
Com isto e entre outras coisas como a criação de muitas equações matemáticas, permitam-me dizer, sem arrogância, que o presente autor tornou-se um orgulho para o Brasil e para a humanidade e não sou o único a dizer isso. 

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

CONVITE


Recebi o seguinte convite (com meu nome):

“With great pride and honor we would like to invite you to the “Annual Global Experts Meet on Greenchemistry and Engineering” during November 26-27 Tokyo, Japan. This conference is focusing on the theme “Greenchemistry: A Paradigm Towards a Sustainable Green Pavement”.

(…)

Being you a member of the “major leagues” with significant expertise we would like to honor you as a Speaker for Greenchemistry 2018. We sincerely hope that you will honor us by accepting our invitation to join us at Tokyo, Japan”. 

Traduzindo:

“Com grande orgulho e honra, gostaríamos convidá-lo para o “Encontro Anual Global de Especialistas em Química Verde e Engenharia” durante os dias 26 e 27 de novembro de 2018 em Tóquio, Japão. Esta conferência está focada no tema “Química Verde: Um Padrão na Direção de um Pavimento Verde Sustentável”.     

(...)

“Sendo você um membro das “ligas principais” com significativa expertise, gostaríamos honrá-lo como um Speaker para o Greenchemistry 2018. Nós sinceramente esperamos que você nos honre aceitando nosso convite para se juntar a nós em Tóquio, Japão”. 

Notas:

- Foi com surpresa que recebi este convite da área de química cuja especialidade não é a minha, sendo que eu não tinha sequer olhado para a relação entre elas. Mas, a área da química viu isto. Porém, assim que terminei de ler o email me dei conta de que o Novo Ciclo Hidrológico, descoberto por mim, foi respingar na química e tem relação com a química verde, um assunto que eu também desconhecia, mas que é bem recente.  

- “Major leagues” ou “ligas principais”, de acordo com o Google, é um termo que indica “The highest attainable level in any profession or activity” ou “O mais alto nível alcançável em qualquer profissão ou atividade”. 

sábado, 28 de julho de 2018


PROVAS “INEQUÍVOCAS”... DA PSEUDOCIÊNCIA

Estamos acostumados a ver e ouvir pela mídia as costumeiras afirmações taxativas da pseudociência de que os corais dos oceanos estão se tornando brancos por causa do aquecimento global causado pelo gás carbônico. Mas, vejam só, agora apareceu um estudo (Downs et al 2016) que mostra que bronzeadores e óleos usados por banhistas, atletas e mergulhadores estão branqueando os corais dos oceanos.

Igualmente, sempre vemos a TV e a mídia em geral mostrando aquelas enormes geleiras da Antártica se desprendendo e isso sendo imediatamente relacionado ao aquecimento global causado pelo CO2 e apavorando todo mundo. Mas, vejam só novamente, aos poucos as coisas vão se revelando como de fato são e com as linhas que sempre coloquei: uma descoberta feita por Loose et al (2018) mostra que abaixo da geleira conhecida como PIG (Pine Island Glacier), a geleira da Antártica que mais rapidamente se derrete e de onde se desprendeu aquele enorme iceberg em 2017 e sobre o qual na época eu disse e escrevi neste blog que o problema era físico e não do aquecimento global, existe uma fonte de calor vulcânica que faz derreter as geleiras. Pois é, até agora todo esse derretimento era por causa do CO2... 

E se não houvesse desprendimentos e derretimentos de geleiras da Antártica por causa das variações de temperaturas regionais existiriam geleiras até no Nordeste brasileiro. No século XX o gelo das costas da Antártica aumentou 30%! 

quarta-feira, 18 de abril de 2018


O NOVO CICLO HIDROLÓGICO

ERNANI SARTORI

O Novo Ciclo Hidrológico, descoberto por mim, representa essencialmente a influência direta de certas atividades humanas no ciclo natural da água e, assim, no clima. É uma descoberta que revoluciona o conhecimento da humanidade. 
Mas, essas e outras interferências humanas no clima não acontecem do jeito que a pseudociência do aquecimento “global” causado pelo CO2 acha. Essa turma acha que o gás carbônico é o responsável por todo e qualquer comportamento da atmosfera e males climáticos como supostas e irrisórias temperaturas de 1,5 °C ou 2,0 °C, tornados, furacões, enchentes, secas, etc. Ridículo! Nenhum gás tem poder ou propriedades físicas para causar tudo isso. Cada evento atmosférico tem suas próprias causas e efeitos, diferentes umas das outras e tudo explicado pela física, coisa que a pseudociência não consegue fazer.  
E tal “ciência” por ser totalmente empírica e ter um “background” teórico extremamente limitado e fraco jamais descobriria o Novo Ciclo Hidrológico e outras questões do funcionamento da atmosfera e do planeta.
Até hoje, toda a literatura de livros, de artigos e revistas científicas, cientistas, escolas, universidades, instituições, governos, todos, enfim, do mundo todo, dizem que a evaporação é o único agente formador de nuvens e chuvas. Então, equacionando isso temos o ciclo hidrológico natural como se tornou entendido: 
Precipitação = Evaporação                                                    (1)
onde Precipitação é igual a quantidade de chuva, neve, neblina, granizo, etc.
Mas, basta verificarmos a constituição e a física do planeta para desde logo encontramos um erro básico nesse entendimento e afirmação. A sublimação (passagem da água do estado sólido diretamente em vapor d’água, sem nunca passar pelo estado líquido) das geleiras para o ar não foi incluída. Esse acréscimo de vapor d’água na atmosfera não é desprezível e deveria, pelo menos, ser incluído nas considerações teóricas, mas nunca foi. Assim, a equação (1) deve ficar como       
Precipitação = Evaporação + Sublimação                            (2)
Mas, o Novo Ciclo Hidrológico não se refere a esta correção.
O Novo Ciclo Hidrológico se refere ao fato de que se eu jogar uma gota de água para cima, uma gota de água voltará e, então, a equação (2) se torna
Precipitação = Evaporação + Sublimação + Uma gota       (3)
ou seja, fica claro que certas atividades humanas podem sim interferir e modificar o ciclo natural da água e outros ciclos naturais e, assim, mudar o clima. É óbvio que uma gota não muda nada, mas só para dar um exemplo, o consumo de água de uma termoelétrica a carvão de 600 MW é cerca de 3,5 l/kWh ou 35.000 l/min ou mais de 50 milhões de litros de água por dia. Esta é a quantidade aproximada de água em forma de vapor que ela lança para a atmosfera, podendo jogar mais do que isso.  
Estes dados também mostram que esse é o tanto de água que uma só termoelétrica retira dos mananciais e os secam. E nesses valores não está incluída a quantidade de água usada para a refrigeração dos seus sistemas e que é “reciclada”. Imaginem quanta água todas essas usinas jogam para o ar ao redor do mundo a todo instante. E uma usina nuclear joga cerca de 70 % mais água do que uma termelétrica. Some-se a isso o tanto de água que jogam para cima as milhões ou bilhões de indústrias, veículos, irrigação, queimadas, incêndios ao redor do planeta a todo instante bem como outras atividades humanas. É lógico que o ciclo natural da água não é mais o mesmo. Isto precisava ser identificado e esclarecido, o que a pseudociência do aquecimento global e a hidrologia não conseguiram fazer. E por essa turma ser extremamente prepotente, presunçosa, arrogante e limitada em seus conhecimentos teóricos, ela não permite que ninguém de fora da pseudociência o faça e fale algo diferente do que diz. Ela faz censura ideológica e não análises científicas honestas e competentes. Mas, se eu fosse estadunidense já teria mudado o mundo, dada a importância do ciclo da água e sabendo-se como funciona o marketing e autovalorização daquele país e de outros do mundo mais desenvolvido.     
A pseudociência não enxerga tais interferências e faz sumir toda essa enorme quantidade de água bem como todo o calor que tais atividades levam para o ar. Portanto, tem havido mais água e mais calor no ar em menos tempo para formarem mais nuvens, mais chuvas, mais enchentes e mais interferências no clima, mais rápidas e mais irregulares em quantidades, tempos e espaços do que os ciclos naturais conseguem fazer, alterando, portanto, o clima natural.   
Nos meus artigos científicos internacionais fiz balanços de água da atmosfera para o ciclo natural da água quanto para o Novo Ciclo e os coloquei em forma de equações (equações diferenciais), cujos desenvolvimentos esclarecem muito e cujas questões jamais foram feitas pela ciência vigente.  
O Novo Ciclo Hidrológico também revela e explica porque certas atividades humanas podem gerar secas, ao contrário do que diz a pseudociência que erroneamente atribui esse fenômeno ao gás carbônico. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, as nuvens não são formadas somente por água, mas também por partículas de poeira, de poluição, marinhas, de plantas, biológicas, etc, também chamadas de aerossóis. Em torno dessas microscópicas partículas sólidas conhecidas como ‘núcleos de condensação das nuvens’, o vapor d’água se agrega e forma pequenas gotas, as quais se reúnem e formam gotas maiores e, então, se precipitam. Chamei esse ciclo de partículas de "ciclo da poeira", ou seja, essas partículas sobem mas depois descem com a chuva, neve, neblina, etc. O calor atua na condensação do vapor d’água para a formação das gotas das nuvens e da precipitação. E são exatamente esses três ingredientes que certas atividades humanas jogam para o ar, intensamente e a todo instante, ao redor do planeta. Desta forma, partículas em excesso no ar podem não encontrar suficiente vapor d’água para formarem nuvens e chuvas e, assim, se acumularem na atmosfera durante certo tempo criando uma barreira, cobertura ou tampa “sólida” e provocando uma redução de precipitação e aumento de secas em incertos períodos e lugares.    
A Figura 1, feita por Sartori (2012) retrata simplificadamente esse processo.  

Fig. 1 – O Novo Ciclo Hidrológico também revela que partículas em excesso no ar além do limite de saturação do vapor d’água devido a certas atividades humanas podem gerar a formação de barreiras sólidas no céu e/ou maior cobertura de nuvens “sólidas” com a consequente redução de precipitação e aumento de secas em incertos períodos e lugares (Sartori 2012).   

Os efeitos do material particulado nas nuvens são confirmados pelos recentes dados obtidos pela NASA (2016) e vistos na foto da Figura 2 onde percebemos que fumaças (e seus calores) e partículas provenientes de intensos incêndios florestais no Canadá são aprisionadas nas nuvens.     

Fig. 2 – Fumaças e aerossóis de incêndios florestais no Canadá são aprisionados nas nuvens (NASA 2016) e confirmam a Figura 1 feita por Sartori em 2012. 

domingo, 11 de fevereiro de 2018

UMA “CIÊNCIA” MUITO DIVERTIDA

Há poucos dias um site de uma revista internacional da turma do aquecimento “global” publicou um artigo em que essa turma diz, como sempre, que uma atmosfera mais quente suporta mais vapor d’água e, então, cria mais enchentes. Assim, essa turma quer dizer que temperatura cria água. Que um ar mais quente suporta mais vapor d’água isto está certo, mas só suporta mais água se houver mais água além de que temperatura não cria água nem qualquer outra coisa cria água. E isso também não quer dizer que há maior evaporação, ao contrário, maior temperatura do ar DIMINUI a evaporação, mas essa turma arrogante, presunçosa e prepotente não sabe disso tudo. A ciência dessa gente é extremamente fraca e em questões básicas e tudo isso publicado nas “conceituadas” revistas da turma. E essa turma só enxerga o ciclo natural da água e não vê que mais usinas termoelétricas e nucleares, mais indústrias, mais veículos, etc, jogam para cima milhões de toneladas de água a todo instante ao redor do mundo e essa água tem de descer obrigatoriamente e desce irregularmente em quantidade e em distribuição espacial e temporal, como demonstra o Novo Ciclo Hidrológico, descoberto por mim. Então, coloquei o seguinte comentário (traduzido) no site desse artigo: 

"Uma ciência muito divertida

Sua "ciência" sobre aquecimento "global" diz que temperaturas do ar mais altas criam água e, assim, acontecem as crescentes enchentes. Então, neste caso, o Saara é o lugar mais úmido do mundo, não é? Muito divertido! Uma vez que esse conceito é um dos seus mais fundamentais suportes e "dogmas" e é completamente errado, toda a ideologia do aquecimento "global" não se sustenta. Somente o Novo Ciclo Hidrológico, descoberto por mim, explica porque tem havido mais enchentes e também mais secas (e não é para 2100) em muitas partes do mundo. Leiam os artigos "The Physical Principles Elucidate Numerous Atmospheric Behaviors" e "Climate Changes: How the Atmosphere Really Works" para aprenderem os corretos princípios físicos do comportamento do planeta e muito mais. O conhecimento completamente empírico de sua "ciência" jamais descobriria o novo ciclo da água e o verdadeiro comportamento atmosférico. Continuem em seu caminho e com seu próprio consenso, arrogância e organização de máfia para continuarem prejudicando o mundo e a humanidade".

domingo, 8 de outubro de 2017

DESAFIO

Um dos dogmas da pseudociência do "aquecimento global causado pelo CO2" diz que a evaporação aumenta com o aumento da temperatura do ar e isto é o principal suporte dela para o suposto aumento do "aquecimento global". Acontece que a evaporação DIMINUI com o aumento da temperatura do ar! Desafio a todos esses pesquisadores e "modeladores" a provarem matematicamente que a evaporação aumenta com o aumento da temperatura do ar. Leiam os artigos "Climate Change: How the Atmosphere Really Works”, “Solar Still vs. Solar Evaporator: A Comparative Study Between their Thermal Behaviors” e “The Physical Principles Elucidate Numerous Atmospheric Behaviors” para descobrirem como a evaporação realmente funciona de acordo com a temperatura do ar e de muitos outros parâmetros ambientais. 

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

HORÁRIO DE VERÃO


Saiu a notícia de que o governo cogita acabar com o horário de verão, pois um estudo do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) e do Ministério de Minas e Energia concluiu que tal política pública traz efeitos "próximos à neutralidade" com relação à economia de energia elétrica. 
Há anos venho analisando tecnicamente o horário de verão e sempre verifiquei que esse horário não traz nenhuma economia de energia, ao contrário, causa aumento de gastos com essa energia. Claro que o governo não vai dar o braço a torcer e dizer que o horário de verão gera prejuízos, mas dizer que os efeitos são "próximos à neutralidade" já está de bom tamanho. 
Por causa dessa nova e inesperada notícia estou reproduzindo o link do meu artigo e análise mais recente sobre o assunto, onde vemos claramente que tal horário aumenta o consumo e é, portanto, tecnicamente pura enganação. Espera-se que isso seja de fato corrigido, pois além do aumento de gastos esse horário ainda causa muitos transtornos para quem precisa acordar cedo e ainda andar por ruas inseguras.  


Não terá sido este estudo a esclarecer as mentes e esse resultado do governo, pois até então o governo só "arrotava" vantagens do horário de verão e não abria mão disso?