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sábado, 10 de março de 2012

Retornando ao referido trabalho vou dizer que a principal contribuição dele para a humanidade deve ser a de explicar física e matematicamente como funciona corretamente o efeito estufa e também demonstrar que há outro efeito estufa atmosférico e de onde saem as soluções para várias questões até agora não explicadas e também para vários problemas criados por eles mesmos. Para quem conhece o assunto teórica e experimentalmente, tal compreensão é a coisa mais natural do mundo, mas, para eles é um mundo muito desconhecido e incompreensível, isto porque não têm a base correta.
O que eles gostam mesmo de fazer são previsões e não é pouca coisa, não, é para daqui a 100 anos! Ciência significa ser ciente e quem pode ser ciente sobre o futuro? E já é muito difícil ser ciente sobre o que está na frente. E eles nem sequer conhecem corretamente o funcionamento da atmosfera, bem como os resultados de seus modelos não batem com a realidade atual. A verdadeira ciência se detém a fazer constatações as mais rigorosas possíveis sobre o que acontece ou que já aconteceu, para conhecer sobre o que existe, mas isto não é garantia de que vai ser repetido e ainda exatamente daqui a pouco, quanto mais daqui a 100 anos. A verdadeira ciência não se arrisca a garantir nada sobre o que não conhece. Mas, eles usam puro empirismo, modelos furados e estatísticas para suporem cenários futuros e, assim, “garantirem” o futuro “com exatidão” e muito remoto. E estatística não é ciência exata, inda mais quando há fenômenos físicos variáveis envolvidos e ainda diferentes daqueles esperados por eles. Como dizem que o CO2 aumenta tanto, tão rápido e causa tantas mudanças com “precisões” nos décimos, por que não fazem previsões para 5 ou 10 anos de modo que possamos conferir? É porque seus modelos não batem com a realidade!
Mesmo assim, fazem previsões e mais previsões. O IPCC criou 40 cenários para 2100 (leia-se adivinhações) divididos em 4 famílias, A1, B1, A2, B2, que procuram incluir todas as situações futuras, como se alguém pudesse fazer isso, pois as situações podem mudar para mais ou para menos do que as consideradas. E eu digo que podem mudar de forma diferente, pois eles não fazem a ciência certa.
É interessante ver as “exatidões” de suas previsões: os cenários A1, B1, A2 e B2, por exemplo, prevêem aumentos de temperatura global de 1,4-6,4 ºC, 1,1-2,9 ºC, 2,0-5,4 ºC e de 1,4-3,8 ºC, respectivamente, para 2100. Não é incrível a “exatidão” futura nos décimos? E não é só isso, há destas previsões para todos os gostos, com resultados muito divergentes entre elas para a mesma situação. Por isso que se diz que um congresso de videntes foi cancelado por problemas imprevistos. Há uma longa distância entre a verdadeira ciência e o que eles fazem, muito maior do que os 100 anos deles.
Agora vai um comentário geral que pode valer para alguns deles menos humildes. É regra geral, os medíocres (ou seriam miníocres?) e vaidosos se acham absolutos, porque seus mundos são muito estreitos, bem quadradinhos e superficiais e não enxergam e não admitem nada fora disso. Mas, sempre há um mundo maior do que o deles.
Quando falo “eles” (além dos miníocres) me refiro àqueles que só falam no CO2, só fazem puro empirismo com muitos absurdos e só fazem previsões com mais absurdos. Mas, ao lado disso, há também medições sérias e corretas feitas por outros pesquisadores que dão excelentes contribuições. Mas, como são dados isolados e os princípios físicos do conjunto não são conhecidos pelos autores das medições, muitos desses dados ficam sem entendimentos. É o caso de vários físicos de renomados institutos da Europa e EUA que não compreendem os resultados obtidos em suas próprias medições, isto dito por eles mesmos em seus trabalhos publicados. Outros ainda tentam explicar, mas também cometem erros absurdos ao violarem, por exemplo, leis que regem a natureza.