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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

CIÊNCIA ERRÔNEA QUE MOVE O MUNDO INTEIRO
ERNANI SARTORI Cientista
Para se resolver bem um problema é preciso primeiro conhecê-lo bem, mas o IPCC (instância máxima do planeta sobre mudanças climáticas) e suas “ciências” empíricas não conhecem, não entendem e não descrevem correta e cientificamente o funcionamento da atmosfera atual e mesmo assim fazem “previsões” para 100 anos. O que descrevem têm bases errôneas atualmente, então como esperar que suas previsões tenham algum valor? E a verdadeira ciência não faz previsões.
Vamos ver alguns desses conceitos. 1) Não conhecem o correto funcionamento da evaporação, a qual está (mas não sabem) no coração de todo o problema das mudanças climáticas; 2) suas famosas fórmulas para a evaporação são empíricas, sem nenhum significado físico e dão resultados absurdamente errados; 3) para o aquecimento “global” e efeito estufa não incluem a água, então como justificar tantas e violentas enchentes que ocorrem no mundo inteiro? O novo ciclo hidrológico que descobri e registrei explica isso muito bem; 4) o CO2 não é o principal gás de efeito estufa; 5) na classificação do IPCC, o CO2 é o gás que tem o maior potencial de aquecimento global (GWP) e tem valor fixo e igual a 1, sendo que todos os outros gases dependem desse valor e o vapor d’água não consta. Mas, se na realidade o CO2 está sempre aumentando, como pode seu potencial ter valor constante?; 6) sua representação do efeito estufa do planeta não inclui a água. Se o planeta é composto por 70% de água e o vapor d’água é o principal gás de efeito estufa, tal conceituação é errada; 7) as medições dos níveis de CO2 são feitas no Havaí, um lugar recheado de vulcões em atividade e cheio de gases muito além do normal. As medições deveriam ser feitas em vários lugares do globo, pois as causas do aquecimento global são mais locais do que globais; 8) só consideram as massas dos gases e não seus calores, o que modifica muito; 9) seus modelos são empíricos e são ajustados para darem os resultados desejados (que absurdo!) e, mesmo assim, erram muito. Seus modelos não conferiram com a realidade do período 2000-2009; 10) vários de seus conceitos violam as leis da termodinâmica. Mais explicações em outros artigos deste blog e em http://noparadoxes.tripod.com.
Tal “ciência” baseada em conceitos muito errados move o mundo inteiro. A imprensa brasileira faz mais censura do que a censura da ditadura, não é patriótica, impede a liberdade de expressão e não pratica a democracia.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010


500 CASAS DESTRUÍDAS EM CANELA!!!
Em meados de julho/2010, cerca de 500 casas foram completamente destruídas em Canela/RS por um provável tornado. Uma destruição total, as casas ficaram arrasadas!
Embora essas coisas tão violentas, de destruições tão claras e arrasadoras só começaram a acontecer no Brasil depois que o FHC e seu neoliberalismo trouxeram ao país as nefastas termoelétricas bem como o Lula deu continuidade e aumento disso e obtivemos o consequente aumento de destruição de cidades, como tenho demonstrado desde o começo, ainda tem engraçadinho que diz que isso sempre existiu no Brasil, apenas que não era registrado, ao mesmo tempo em que a mídia em geral trata esses acontecimentos como se fosse coisa normal e comum no Brasil desde sempre. Ora, é o mesmo que dizer que antes de 1996-97 (quando começaram as instalações de termoelétricas no Brasil) não existia imprensa, nem TV, nem rádio, nem filmagens, nem fotos, nem nenhuma mídia que pudesse registrar tais absurdos. Têm outros ainda que culpam o aquecimento “global” imediatamente, sem nem mesmo saberem cientificamente o que é esse tal de aquecimento global. Como eu já havia demonstrado através de vários artigos (especialmente no site parceiro Aondevamos, o qual está fora do ar), as correntes da Amazônia bem como o tal do aquecimento global não têm capacidade de gerar tais fenômenos tão violentos porque suas temperaturas são apenas da ordem das temperaturas ambientes, as quais não têm poder de gerar ventos tão fortes.
Também demonstrei no referido site, que os conhecidos tornados e furacões dos EUA acontecem sempre do centro daquele país invasor para a direita, isto é, do centro para o leste, em cuja região também se encontra a enorme maior quantidade de termelétricas dos maiores beligerantes do mundo (e, por serem assim, ainda ganham premio Nobel da paz). Mas, não dependo apenas dessa constatação (descoberta por mim!), pois também posso demonstrar que ventos de qualquer intensidade, incluindo dos tornados e furacões, dependem das diferenças de pressões, as quais, sendo grandes, causam grandes destruições, mas para isso dependem de grandes diferenças de temperaturas. Não apenas posso demonstrar através de conceitos físicos, mas também matematicamente. E, então, sobra pra quem a culpa? Afirmo (e posso calcular) que sobra para as termoelétricas, que são capazes de lançar na atmosfera mais de 2 mil toneladas de gases a mais de mil ou dois mil graus Celsius! Dou 5 minutos pra plateia dizer se existem outras fontes geradoras de tão grandes diferenças de temperaturas e pressões na atmosfera. Vamos, o tempo tá passando...
Apaguem essas usinas do Brasil que todas essas destruições vão acabar e essas usinas, inclusive, também geram energia muito cara e poluem o ar enormemente com a tremenda quantidade de partículas jogadas para a atmosfera. O Brasil nunca precisou dessa energia “alternativa” e violentamente danosa ao povo e ao país e agora precisa escolher se quer continuar com elas e também com todas essas destruições de cidades inteiras, que nunca aconteceram antes delas no país. Façam um test drive de 5 anos e neste período não haverá tornados nem furacões no Brasil!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Chamo o filme “Verdade Inconveniente” de “Empirismo Inconveniente” porque ele apenas repete informações do IPCC e suas “ciências”, que agem empiricamente. São muitos absurdos e pouca ciência verdadeira, sem critérios, métodos e rigor verdadeiramente científicos. Por exemplo: todo mundo se impressiona quando naquele filme duas fotos de uma montanha com gelo num ano e com pouco gelo em outro são comparadas. Mas, o filme não mostra e ninguém questionou se as fotos foram tiradas na mesma estação e no mesmo mês do ano. Sem o devido registro a gente pode considerar livremente que uma foto é do inverno e outra do verão.
Muito do impacto causado no mundo sobre o aquecimento “global” foi proporcionado pelas imagens desse filme. Então, agora a gente pergunta: se a foto daquela montanha gelada fosse comparada com a foto da mesma montanha tirada no inverno de 2009/2010 quando o inverno no hemisfério norte foi terrível e maior do que os dos últimos 30 anos, o efeito do filme teria sido o mesmo ou o inverso do produzido? Ou seja, simples e isoladas imagens ou dados sem terem passado por crivo científico e jogados na hipnotizadora mídia se transformam em alarmismos (ao mesmo tempo em que esta mesma mídia faz censura para análises verdadeiramente científicas). E ainda deram prêmio Nobel para o autor daquele filme, pra vocês verem o impacto que causou, embora saibamos que aquele outro estadunidense nem chegou a botar o pé dentro daquela casa branca, faz guerras, mata gente e manda mais soldados e por tudo isso ganha prêmio Nobel da paz. Basta ser estadunidense. O autor da tabela periódica, Mendeleiev, sem a qual a química não funciona, não ganhou o prêmio Nobel porque era russo.
Os meteorologistas podem analisar dados meteorológicos de mais longa duração e relacioná-los entre si, mas cujo procedimento também não é suficiente porque esses especialistas não conhecem as adequadas teorias para tais dados e assim também produzem insanidades e alarmismos, mesmo com mais dados em mãos. É o caso mais do que clássico onde eles relacionaram um aumento de temperatura com um aumento da concentração de CO2 na atmosfera e clamaram o aquecimento global, sendo esta uma comparação ingênua, limitada e incompleta teoricamente falando e há muitos outros dados e fatores atmosféricos importantes a levar-se em conta para podermos afirmar se há aumento do efeito estufa ou não. Para a verdadeira teoria essa coincidência de aumento de temperatura com o aumento da concentração de CO2 não garante nada, tanto é que recentemente houve uma queda nessa temperatura e os que fazem o IPCC e suas “ciências” ficaram sem saber o que dizer, pois apostaram todas as fichas nessa simples coincidência como “prova” do aquecimento global, também mostrada no referido filme. Agora, inclusive, há um movimento para demitir o Pachauri, o diretor do IPCC. Como sempre tenho dito, análises sem base teórica consistente levam a dar com os burros n’água, não importa se é um indivíduo ou um órgão enorme como o IPCC e todos os governos do mundo, pois sempre repetem as mesmas coisas...erradas!
É semelhante à situação vivida por um ex-colega meu que passou vários anos fazendo extensivas medições em seu experimento para sua tese e depois de todo esse tempo e esforços ele disse que não sabia o que fazer com todos aqueles dados. Claro, ele não tinha a teoria (ou seja, a orientação, o norte, a direção) em mãos e não sabia onde aplicar os dados e, se esses variaram para mais ou para menos ele não soube a razão e a importância ou não dessas variações. O mesmo acontece com esses órgãos nas mãos dos quais está o comando do mundo sobre as questões climáticas.
Através do método que criei, fundamentado na teoria, pouco importa se as temperaturas variam para mais ou para menos e há muitos outros parâmetros que definem as coisas e assim posso dizer com segurança se e em que grau cada lugar do planeta está ou não submetido ao aquecimento “global” e mudanças climáticas. O aquecimento não é global e as mudanças climáticas não dependem só do aquecimento e dependem mais de condições locais do que globais.
e.solar@hotmail.com

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O mundo sempre sonhou com o carro a água como alternativa aos combustíveis tradicionais e com esse objetivo ele é válido, mas como alternativa ou solução para as mudanças climáticas, não. Para as "ciências" que comandam o IPCC e o resto do mundo, o carro a água é recomendável, já que elas só enxergam o CO2 e desprezam completamente a influência do H2O no ar em relação às questões climáticas.
O que aconteceria com o clima de uma sala onde estivesse um carro funcionando o tempo todo e emitindo só água (e ainda quente)? Claro, a sala ficaria muito úmida e quente, insuportável. O que aconteceria com o clima de uma cidade ou região onde houvesse milhares ou milhões de carros emitindo só água (e ainda quente)? Claro, o ar da região ficaria semelhante ao da sala. Mais uma vez esta é uma questão através da qual vemos que essas "ciências" que têm comandado o mundo nas questões climáticas não conseguem entender questões básicas da atmosfera e conduzem o mundo para rumos errados. 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Não posso me cansar de dizer que o IPCC e suas "ciências" não entendem bulhufas sobre o funcionamento da atmosfera, porque não me deixam. Além dos incontáveis absurdos que normalmente encontro em sua literatura (só um ex.: uma das suas equações mais famosas para a evaporação não contém dados sobre a superfície d´água, mas apenas sobre o ar e assim ela produz exatamente os mesmos resultados havendo água ou não, ou seja, para o oceano ou para o deserto e ainda com valores absurdos nada condizentes com evaporação. Essas "ciências" não adotam conhecimentos teóricos e métodos científicos para descobrir coisas tão banais como essas e são as mesmas que formam o IPCC), que dura 200 anos, os contemporâneos formados por ela continuam a produzir "pérolas" de ignorância científica e não negam que sua base é a que tenho me referido.
Estão agora propondo jogar água para a atmosfera com o fim de criar mais nuvens com o fim de diminuir o aquecimento "global". Vou enumerar as principais insanidades dessa proposta:
1. As nuvens funcionam como um "cobertor" e, portanto, aquecem. Num primeiro momento e dependendo de sua cor as nuvens podem resfriar, mas o resultado final é um abafamento. Dúvidas sobre o comportamento das nuvens são justificáveis, mas vejam as insanidades abaixo.
2. Essa proposta demonstra que os respectivos autores e seguidores não conhecem e não dão a certa importância para informações da própria literatura, onde há trabalhos com levantamentos que demonstram que nos últimos 50 anos quase todo o planeta ficou mais úmido, com mais nuvens e chuvas. Então, se para esse mesmo período eles clamam um aquecimento global e mudanças climáticas, não é preciso mais aumentar as nuvens, porque já estão aumentadas pelo ser humano e elas têm muita participação nas mudanças climáticas e no aquecimento atmosférico.
3. Nem é preciso recorrer a complexas teorias para demonstrar quão insana é tal proposta, basta dizer que tudo que sobe, desce e, então, se mais água jogarem pra cima, mais água pra baixo virá. Aliás, o novo ciclo hidrológico que descobri recentemente explica isso cientificamente e não é preciso jogar mais água pra cima, as atividades humanas já vêm fazendo isso há muito tempo e, se hoje temos mais chuvas e enchentes é porque certas atividades humanas já vêm jogando mais e mais rapidamente água, calor, gases e partículas que aumentam as nuvens, chuvas, aquecimento e desequilíbrios. Ou seja, o IPCC e suas "ciências" querem fazer exatamente o contrário do que é certo e assustam o mundo pelo fato da condução do planeta nas questões climáticas estar em mãos erradas.