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domingo, 27 de setembro de 2015

DERRUBADA 5 – ENCHENTES
Há poucos anos atrás, quando comecei a me interessar pela questão do “aquecimento global causado pelo CO2” e já nas minhas primeiras e superficiais incursões no assunto percebi que poderia haver muitos erros absurdos na ciência dessa turma de empíricos (dependem exclusivamente de conhecimentos, dados, métodos, observações e aplicações experimentais). Naqueles dias, eu queria saber se o que eles diziam sobre os fenômenos que ocorrem na natureza estava baseado nos verdadeiros princípios físicos. Em seguida, quando comecei a me deter mais no assunto, minhas suspeitas foram se confirmando e se aprofundando e logo geraram minhas convicções e dois artigos internacionais que demonstram tantos absurdos dessa pseudociência e, além disso, mostram como a atmosfera realmente funciona. Esses artigos são o “The Physical Principles Elucidate Numerous Atmospheric Behaviors” (2012) e o “Climate Changes: How the Atmosphere Really Works” (2015). Em diversos outros artigos em português e inglês tenho descrito e demonstrado os inúmeros absurdos dessa turma, cujas demonstrações derrubam todos os dogmas ou pilares dessa pseudociência.    
Agora vou falar sobre mais uma dessas questões, a qual, como as outras, é crucial e um pilar da “ciência” deles. Toda vez que acontece uma enchente no mundo a pseudociência do clima logo diz que a culpa é do aquecimento global causado pelo CO2 e tenta justificar dizendo que o ar mais quente absorve mais umidade e por isso acontece enchentes. A NASA, guru dessa turma, também estampa isso.
Para quem não conhece o assunto, inclusive a própria pseudociência do clima, tal justificativa passa como certa e é replicada em palestras, congressos, cursos, universidades, governos, instituições, revistas, mídia, etc, do mundo todo. Mas é completamente errada!
O ar mais quente, de fato, tem a propriedade de suportar mais umidade, mas ele só suporta mais água se houver adição de água na atmosfera, senão o ar continua do mesmo jeito que estava. O ar só pode absorver a água que existe na atmosfera e é por isso que praticamente não chove nos desertos, porque não há mais água ou umidade. O certo é esse, mas essa turma não enxerga isso porque não conhece a verdadeira teoria e também porque está centrada, concentrada, focada exclusivamente no CO2. Para ilustrar, essa capacidade ocorre de forma semelhante e pode ser entendida e percebida através do processo que acontece quando colocamos uma pastilha efervescente num copo d’água. Quando a água está à temperatura ambiente, a pastilha logo se desmancha, mas, quando a colocamos em água fria, verifica-se que ela demora bastante a se desmanchar e não se desmancha completamente. No caso, a água corresponderia ao ar e a pastilha à água. E, tanto a pastilha quanto a água do copo correspondem a massas e a massa existente no copo só pode ser aumentada se colocarmos mais e mais água ou mais e mais pastilhas. Ou seja, a massa de água na atmosfera só pode aumentar se colocarmos mais e mais água ali e, então, não é a temperatura do ar que aumenta o tanto de massa de água na atmosfera. Além disso, se temperatura criasse água, o Saara seria o lugar mais úmido do planeta! Ou seja, mais enchentes só podem ocorrer com mais água na atmosfera e esta água não é criada pela temperatura.            
Além disso, embora todos os integrantes dessa turma sejam mestres e doutores, inclusive nas mais conhecidas universidades do mundo, por falta de conhecimentos corretos confundem a capacidade de absorção de água pelo ar com a capacidade de evaporação da água e acha que essas duas são a mesma coisa. Entre muitas outras, esta é mais uma constatação de que esses cursos não adquiriram a ciência correta e suficiente. Demonstrando pela infinitésima vez não ter conhecimentos científicos suficientes, essa turma considera que o ar mais quente evapora mais água. É natural que a população leiga associe maior evaporação ao ar mais quente, mas ver que especialistas pensem e acreditem nisso é de dar dó. Ao contrário do que a pseudociência pensa, a maior temperatura do ar diminui a evaporação! E isso está em todas as equações para o cálculo da evaporação, só que está de forma indireta além de que essa turma não sabe qual é o princípio que está por trás do que ela não vê nas equações. Por isso, os empíricos não entendem essa questão, além de muitas outras, como sempre tenho demonstrado. O que faz a água evaporar mais em dias quentes ou não, é a maior temperatura da água e a menor umidade do ar, além do vento.
O fato da evaporação diminuir com o aumento da temperatura do ar funciona como uma resistência do ar contra uma maior evaporação, pois se não fosse assim, nenhum lago ou rio permaneceria alagado devido apenas às temperaturas.    
E como já expliquei em diversos artigos, as enchentes atuais não podem mais ser consideradas naturais bem como o ciclo da água natural ou convencional não pode mais ser usado. E não é absolutamente por causa do tal aquecimento global causado pelo CO2! O mundo ainda tem perdido tanto tempo, esforços, dinheiro, rumos e sanidade em achar que mudanças climáticas são causadas por esse gás! É de dar dó ver tanta insanidade gerada por uma turma de pesquisadores puramente empíricos que não conhece a verdadeira teoria, por uma máfia de revistas e seus editores mafiosos que deliberadamente não deixam passar nada que não seja igual ao que sua turma diz, bem como à grande imprensa que é tremendamente parcial. Não é ciência o que fazem! 
O ciclo hidrológico (ou da água) convencional diz que Prec = Evap, ou seja, que a precipitação (chuva, neve, granizo) é igual à evaporação. Mas, vejam como isso não é mais possível, pois se eu jogar uma gota de água pra cima essa equação ficará como
Prec = Evap + Uma gota. 
Claro que uma gota não muda nada e não haveria necessidade de mudar a equação, mas vejam que uma só termelétrica joga milhões de toneladas de água por hora para o alto (como já demonstrei neste blog), então imaginem quanta água jogam por hora milhares delas em todo o mundo acrescentando-se ainda o tanto de água que jogam milhões de indústrias, usinas nucleares e bilhões de veículos ao redor do planeta e com maior velocidade do que os ciclos naturais conseguem fazer, sendo que toda essa água tem de descer. Ou seja, certas atividades humanas têm sim interferido e diretamente nos ciclos naturais, não indiretamente pelo CO2. É isso o que representa física e matematicamente o Novo Ciclo Hidrológico, descoberto por mim. O CO2 não tem propriedades físicas nem nenhum poder especial para causar mudanças climáticas, nem para aquecer muito menos para causar enchentes e outras consequências, ao contrário do que diz a pseudociência. 
Essa turma, mesmo demonstrando a todo instante e em todas as questões não ter nenhuma base teórica e científica correta, usa a insanidade humana coletiva para decidir sobre os destinos da humanidade.