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quinta-feira, 7 de abril de 2016

O VAPOR D’ÁGUA, O “FEEDBACK” E O NOVO CICLO HIDROLÓGICO COMPROVADO – DERRUBADA 8

A população acha que a turma do “aquecimento global causado pelo CO2” tem uma alta ciência, provavelmente por causa dos seus enormes impactos e alarmismos que causa quando faz suas aparições. Mas, não é assim e esses impactos são devidos à sua influência política e alarmismos, não por base científica, porque esta não se sustenta. De ponta a ponta, a sua “ciência” não é consistente, não é coerente e está eivada de erros. Estamos testemunhando um dos maiores absurdos científicos da história da humanidade e talvez maior do que o do geocentrismo, pois naquela época o conhecimento científico era muito pequeno. Hoje em dia, mesmo que conceitos fundamentais da ciência, em especial da térmica, sejam amplamente conhecidos e empregados em diversas áreas, essa pseudociência puramente empírica não os conhece e, pior, não permite que ninguém avance e os demonstre cabalmente em suas revistas de comportamentos mafiosos. Sim, mafiosos, pois, por exemplo, os editores de suas revistas são demitidos se publicarem artigos que demonstrem algo diferente do que essa turma diz, em vez de privilegiarem o conhecimento. Isso não é ciência! 
Então, criaram conceitos e métodos próprios com base em suposições particulares que não têm nada a ver com a verdadeira ciência e a correta teoria. E venho sempre denunciando isso e demonstrando como a atmosfera realmente funciona em dois artigos internacionais e em inúmeros artigos nacionais encontrados aqui mesmo neste blog. Basta citar um só absurdo com desconhecimento básico dessa turma: ela considera que as trocas térmicas entre a atmosfera e a superfície terrestre se dão apenas e tão somente através da radiação solar/térmica e que tudo na atmosfera é consequência disso. Mas, não é assim, pois a evaporação, a convecção e a condução de calor atuam a todo instante e participam majoritariamente desses balanços térmicos assim como outros fatores causam outras consequências, o que faz com que a temperatura do ar e tudo o que essa turma diz sobre o tal aquecimento global sejam completamente errados.      
É que essa turma depende exclusivamente do empirismo, isto é, de observações experimentais sem serem acompanhadas pelos corretos princípios físicos que regem o funcionamento da atmosfera. Uma alta ciência precisa ter ciência, isto é, ser ciente, mas não é o que acontece com essa turma.
A “ciência” deles está baseada puramente no CO2 e para ali tudo converge e dali tudo emana. Mas, não é um gás que determina e causa todos os comportamentos atmosféricos. São muitos e diversificados fenômenos que geram outros fenômenos atmosféricos.
E esse conceito dessa turma já começa errado, pois a influência desse gás sobre a temperatura é de menos de um por cento, como demonstrei em artigos internacionais e é fácil demonstrar através de um simples gráfico e cálculos. E continua com erros nas medições de seus níveis que são feitos em um único lugar do planeta cheio de CO2 e considerados iguais para todo o globo, mesmo para lugares bem diferentes entre si como a Amazônia e o Saara. E segue com seus outros conceitos e métodos empíricos e errados, como é o caso do “feedback”.  
“Feedback”, que nas relações humanas significa retorno de informações (saber ouvir e falar) para um bom diálogo e avanço da solução e do conhecimento, no empirismo do clima significa realimentação e diz que o vapor d’água permanece só cerca de 8–10 dias na atmosfera, pois cria nuvens e se precipita e volta a acontecer isso de novo. Por causa desse “achismo”, essa turma despreza completamente a influência do vapor d’água na atmosfera para fins de efeito estufa, inclusive isso salientado pela NASA, quem diria... Então, se dura só 8 dias, essa turma também despreza o vapor d’água para outros efeitos. Só lendo esse conceito já se encontra erro, pois se fosse assim, a atmosfera de todo o planeta ficaria completamente seca, com zero de vapor d’água após 8–10 dias, mas é óbvio que não é assim. E nem sabem eles que não é só em nuvens que tem vapor d’água na atmosfera. Esse e outros entendimentos dessa turma empírica chegam a ser tolos.
E essa questão também pode ser explicada através da equação que criei (publicada em meus artigos internacionais) e que reproduz o funcionamento do ciclo hidrológico natural ou convencional em uma camada da atmosfera, isto é,
dMw,a/dt = dMev/dt – dMp/dt
a qual é entendida como
Variação do saldo de água = variação da evaporação – variação da precipitação.
Como vemos, tudo é uma questão de variação dos respectivos valores, ou seja, estes variam de acordo com o tempo e lugar. Então, para que o saldo de água na atmosfera fosse zero, a evaporação que acontece a todo instante e a partir de todas as superfícies de água do planeta (oceanos, mares, rios, lagos, geleiras) incluindo vegetação e solos úmidos, que não para de modo algum, teria que parar completamente só por causa dos empíricos. E a precipitação teria que ser total de modo a zerar o vapor d’água na atmosfera, o que não acontece. Ou então, mesmo que a variação da precipitação seja igual à variação da evaporação em algum instante (10 kg – 10 kg, p. ex.), o saldo do vapor d’água total da atmosfera não é zero. Por exemplo, saldo anterior = 100 kg, + 10 kg de evaporação – 20 kg de precipitação = 90 kg (novo saldo). Ou seja, o vapor d’água na atmosfera é só uma questão de variação e não fica zero.       
Além disso, através do Novo Ciclo Hidrológico, descoberto por mim, ainda tem outro fator que impede que o vapor d’água seja zero na atmosfera. A equação do novo ciclo da água para uma camada da atmosfera é
dMw,a/dt = dMev/dt + dMh/dt – dMp/dt
ou
Variação do saldo de água = variação da evaporação + variação do vapor d’água emitido por atividades humanas – variação da precipitação.
Ou seja, além da evaporação, água também sobe devido a certas atividades humanas e estas emissões são variáveis. Em nenhum momento em climas úmidos o vapor d’água na atmosfera se torna zero. Com o novo ciclo, o exemplo acima fica: saldo anterior = 100 kg, + 10 kg de evaporação – 20 kg de precipitação + 10 kg de atividades humanas = 100 kg (novo saldo). Então, o vapor d’água é o permanente causador do maior efeito estufa devido ao próprio gás e às nuvens que ele gera, bem como compõe a temperatura do ar e gera outras consequências como enchentes. E até mesmo em desertos a umidade é da ordem de 10–12%. É ridícula a “ciência’ dessa turma!   
Além de tudo isso ainda tem mais. Através do artigo “a teoria Sartori comprovada”, por exemplo, sabemos que nas últimas décadas as nuvens aumentaram muito em diversas partes do mundo, como no Ártico, Europa, EUA, Rússia, China, Índia, Austrália, etc, Então, se o saldo de água na atmosfera fosse zerado a cada 10 dias, como poderia ter havido aumentos de nuvens em muitos lugares do planeta e em décadas a fio? Por favor, digam pra essa “ciência” tirar o time de campo.
E uma vez que no ciclo hidrológico natural ou convencional a formação de nuvens e precipitação está em equilíbrio com a evaporação, esses aumentos de nuvens ao longo de décadas e ao redor do planeta também comprovam na realidade o Novo Ciclo Hidrológico e confirmam que ele está em operação.       
Vejam que aqui tudo se encaixa enquanto que na “ciência” do “aquecimento global causado pelo CO2” nada fecha.
Desta forma, como não conhecem a verdadeira teoria (que dá os rumos certos), se sentem inseguros, sem base e sem coragem para entenderem e aceitarem uma ciência que não conhecem, que não é da alçada deles, embora esta seja a única e corretamente possível. Junto com o poderio da mídia impõem os seus conhecimentos extremamente limitados e errados e agindo mafiosamente impedem a correta ciência de avançar para o bem da humanidade, para salvarem a sua pseudociência e suas peles.

terça-feira, 15 de março de 2016

DERRETIMENTO NO ÁRTICO COMPROVA A TEORIA SARTORI – DERRUBADA 7
Estou rindo à toa e rindo muito! Estou rindo à toa porque tomei conhecimento de medições sobre derretimento de gelo no Ártico que comprovam minhas descobertas, teoria e intuições! E estou rindo muito porque a pseudociência do clima que atribui tudo ao CO2 e não aceita nada diferente do que diz e não permite artigos científicos que demonstrem outros conhecimentos bem como influencia (erroneamente) o mundo todo, agora vai ver triunfar o conhecimento de verdade, apesar de que ela não dá o braço a torcer, por questões pessoais. A verdadeira ciência, por outro lado, está sempre em busca de novos conhecimentos e incentiva o questionamento para o bem da humanidade.   
Essa turma acha que a atmosfera funciona somente através de um efeito estufa causado pelo CO2 e outros gases e que funciona só com radiação solar/térmica. Mas, isso é completamente errado! Como já demonstrei ineditamente em artigos internacionais e nacionais, a atmosfera não funciona somente com radiação, mas funciona sim através dos princípios que regem dois sistemas da área da energia solar: um destilador solar (evaporador fechado) e um evaporador aberto (superfície de água livre) e com seus balanços de massa e energia. Esses princípios são os mesmos que atuam na atmosfera. Ao contrário do que acha e faz essa pseudociência, a superfície da Terra troca calor com a atmosfera através de vários modos de transferência de calor, ou seja, por evaporação, radiação, convecção e condução, não porque a gente quer, mas porque esta é a física da natureza, cujos modos de transferência de calor não podem ser desprezados ou separados, pois atuam a todo instante e em todo o lugar onde há água. E mesmo onde não há não é apenas a radiação que atua. E isso muda tudo o que a pseudociência diz inclusive a própria temperatura do ar e todos os conceitos que essa turma segue e faz o mundo seguir por caminhos absurdamente errados! Considerar só a radiação é violar a lei da conservação da energia, aquela que diz que nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Quanta insanidade global, incluindo multidões de cientistas!
Dentro de um carro exposto ao sol e com vidros fechados é criado um efeito estufa que aumenta o aquecimento interno, mas se tiver água lá dentro a respectiva temperatura do ar é determinada através dos balanços de massa e energia mencionados acima e não só através da radiação solar/térmica. Lá dentro, a umidade do ar também aumenta e vai aumentar a sensação térmica, entre outros efeitos. Mas, essa turma só fala no CO2 e despreza completamente a influência e existência da água na atmosfera e, em consequência, na temperatura do ar e em outros comportamentos atmosféricos.
Sabemos que 70% do planeta são constituídos por água, mas isto referente à agua dos oceanos, mares, rios, lagos e geleiras, porém, o planeta tem muito mais água do que isso, pois a vegetacao e mesmo os solos contêm água que evapora, ou seja, a grosso modo cerca de 90% do planeta emitem calor e massapor evaporação e, assim, isto afeta substancialmente esses balanços da atmosfera e consequentemente a temperatura do ar. Podemos dizer que este é um planeta de evaporação. Assim, um evaporador aberto feito pelo Homem representa muito bem as trocas térmicas e o que ocorre entre a superfície da Terra e a atmosfera (Figura 1). 
 Fig. 1 
Esta é a mesma representação ou muito similar daquela quando consideramos a atmosfera funcionando sem nuvens, como visto na Fig.2.
Fig. 2
O destilador solar é um aparelho que serve para transformar a água salgada ou salobra em água pura, através de naturais processos de evaporação e condensação e usando a energia solar, cujos processos também ocorrem na atmosfera. O destilador solar é essencialmente uma caixa com água coberta com vidro ou plástico transparente, como visto esquematicamente na Fig. 3. A radiação solar aquece a água e esta evapora mais, sobe, se encontra com o vidro que está resfriado pelo vento, se condensa e desce pelo vidro como água pura, onde é recolhida através de canaletas e recipientes, sendo que os sais se depositam em baixo. As temperaturas da água e do ar bem como a umidade no seu interior são bem maiores do que no evaporador aberto, mas, apesar disso, a evaporação ali é bem menor. De forma semelhante acontece na atmosfera. A água dos rios, mananciais, vegetação e solos da Terra evapora, sobe, se encontra com camadas superiores e frias da atmosfera, se condensa, forma nuvens e se precipita como chuva, neve ou granizo. Todos os processos térmicos que ocorrem no destilador solar ou no evaporador aberto também ocorrem na atmosfera, só as quantidades mudam.
Fig. 3
Esta é a mesma representação ou bem semelhante daquela quando consideramos a superfície da Terra fechada por nuvens (Fig. 4). Informações em profundidade sobre ambos os sistemas naturais ou feitos pelo Homem são encontradas, entre outros artigos meus, em “The Physical Principles Elucidate Numerous Atmospheric Behaviors and Human-Induced Climatic Consequences”, “Climate Changes: How the Atmosphere Really Works” e “Solar Still versus Solar Evaporator: A Comparative Study Between their Thermal Behaviors”.
Fig. 4
Ou seja, ora o planeta funciona como um grande evaporador aberto, ora como um grande evaporador fechado. E quem faz o papel do vidro para fechar o evaporador natural da Terra, inclusive com a capacidade física de reduzir o vento (nenhum gás tem), são as nuvens, cuja maior cobertura cria um ambiente abafado, quente e úmido, mas que essa turma não sabia antes dos meus artigos e ainda não entende bem por falta de ter o embasamento teórico correto, achar que tudo nela é o CO2 e ser prepotente.   
Mas, a verdade científica está nos meus artigos e fatos vão confirmando meus descobrimentos e teoria como já aconteceu e acabou de acontecer mais. Enquanto essa turma sempre atribuiu o derretimento no Ártico somente ao CO2 sem provar nada e apenas citar esse gás bem como sem dar espaço para outros conhecimentos, na contramão de toda essa barreira, poder e influência mundiais, sempre achei que a razão dessa diminuição de gelo naquele lugar tão distante, tão desconhecido e com pouco interesse para nós, era devido ao aumento da cobertura de nuvens naquela região.
E agora apareceram medições por satélites e em terra sobre o derretimento e aumento de nuvens, por duas fontes de pesquisa isoladas entre si, que incrível e claramente comprovam na realidade minhas deduções, descobertas e teoria.
A Fig. 5 mostra o derretimento ocorrido de fevereiro de 1979 a fevereiro de 2016 no Ártico. 
Fig. 5
E a Fig. 6 mostra a porcentagem de cobertura de nuvens daquela região de 1980 a 2005. A cobertura de nuvens é medida em percentagem do céu que se vê.
 Fig. 6 
Vemos claramente que a cobertura está bem alta e que enquanto as nuvens aumentam (Fig. 6), o derretimento também aumenta (Fig. 5). E é fácil ver que ambos os gráficos parecem ser um só com um deles invertido, de tão grande a coincidência dos eventos. Podemos inclusive ver que a inclinação das curvas médias é a mesma, é só sobrepor um gráfico no outro. Além disso, observando as variações de nuvens e derretimentos que compõem as médias de cada gráfico, vemos que elas acompanham quase o mesmo perfil e flutuações. Isto é incrível!
E em janeiro de 2016, uma terceira fonte composta por pesquisadores da Universidade de Leuven (Bélgica) publicou um trabalho que corrobora ainda mais com esses dados e confirmações de meus trabalhos mostrando que o derretimento de gelo do Ártico/Groenlândia é 30% maior com cobertura de nuvens.
Como esses dados e gráficos foram obtidos e feitos por três fontes diferentes e independentes entre si e que só enxergam o CO2 como causa e nem imaginam as nuvens como agentes causadores de derretimento e de muitas coisas, não há possibilidade de manipulação, como essa turma costuma fazer com muitos dados (ver sobre o NASAGATE, Climategate, ‘taco de hóquei’, etc, em artigos meus em português) para tentar salvar o CO2, que está se “afogando” na água que eles desprezam.     
No destilador solar, o vidro elimina o vento sobre a água, reduz as perdas de calor e assim calor é acumulado sob o mesmo bem como cria um efeito estufa e, com isso, as temperaturas internas e a umidade aumentam. O mesmo acontece com as nuvens que formam uma cobertura sob a qual energia em forma de calor é acumulada, o vento é reduzido (descoberta feita por mim), a remoção de calor é menor, a umidade é maior e o ambiente fica quente, abafado e úmido. Podemos observar em dias em que há grande e bem fechada cobertura de nuvens, especialmente as transparentes, sem aberturas e sem cores, que o ar se torna abafado, quente e úmido. Isso “derrete” as pessoas e derrete o gelo.
Dentro de um iglu, a temperatura exterior de cerca de – 50 ºC é convertida em cerca de +16 ºC devido à cobertura (mesmo sendo de gelo) que converte a convecção forçada do exterior (vento forte e alta perda de calor do corpo) em convecção livre do seu interior (ínfimos movimentos do ar e baixa perda de calor do corpo) e também devido à adição de calor sensível (radiação, convecção, pelo corpo) e calor latente (suor, respiração e fala) para o ar interno. Todavia, o ar quente e úmido que sai dos pulmões derrete o gelo.   
Em outro artigo e através de cálculos, mostrei que apenas o calor latente emitido por uma única termoelétrica de 600 MW pode aquecer 1,884,083 m2 do ar com a energia equivalente de 700 W em cada metro quadrado. Então, se o calor latente que sai dos pulmões é capaz de derreter o gelo do iglu, esse potente calor latente e mais os respectivos calores por radiação e convecção de certas atividades humanas e combinados com as nuvens podem derreter qualquer gelo.
E a turma dos empíricos da pseudociência sempre acha que tudo é o CO2 e considera que o papel das nuvens é somente o de refrigerar o ambiente porque eles acham que as nuvens apenas reduzem a radiação solar que chega à superfície e, por isso, refrigeram o ar. Mas, esse é mais um dos entendimentos muito limitados e errados dessa pseudociência, como também já demonstrei fisicamente nos meus respectivos artigos internacionais e também desmanchei um artigo dos EUA no meu artigo “Evaporation and the planet”.
Os autores desse trabalho da Bélgica disseram que “o papel das nuvens nesta perda de neve e gelo não pode ser deduzido a partir de modelos climáticos. Devido à falta de observações, os diferentes modelos não concordam sobre a importância das nuvens sobre o gelo”. Essa declaração confirma o que sempre digo que essa pseudociência depende exclusivamente de observações experimentais (empirismo) e não de compreensão teórica, bem como tem entendimento errado sobre a atmosfera e as nuvens. Essa afirmação dos autores também confirma que os “modelos” dessa turma não funcionam, como já é sabido muito bem. Como essa pseudociência não conhece corretamente os princípios físicos do funcionamento da atmosfera, seus “modelos” obviamente reproduzem o que ela conhece e com mais erros.   
E esse não é o único aumento de nuvens registrado. Nas últimas décadas houve aumento de nuvens em várias partes do mundo além do Ártico (ex., Europa, Rússia, EUA, Índia, China, Venezuela, Austrália), ao mesmo tempo em que a evaporação desses lugares diminuiu, comprovando o comportamento do destilador solar. A incompreensão da pseudociência sobre esses efeitos para ela antagônicos me fez explicar porque tem havido mais nuvens no planeta bem como me fez descobrir instantaneamente o Novo Ciclo Hidrológico. Assim, os motivos descoberto por mim para tais aumentos de nuvens em várias partes do mundo também podem explicar porque tem havido mais nuvens no Ártico. Vamos ver sinteticamente a seguir.
O ciclo da água natural ou convencional diz que Precipitação = Evaporação. Mas, se eu jogar uma gota de água pra cima, essa equação precisa ser modificada para
Precipitação = Evaporação + Uma gota.
É isso o que estabelece o Novo Ciclo Hidrológico, ou seja, há sim interferência humana nos ciclos naturais, mas não do jeito que a pseudociência diz. Claro que uma gota não muda nada, porém as bilhões de indústrias, usinas termoelétricas e nucleares, veículos, etc, jogam pelo menos milhões de toneladas de água a todo instante ao redor do globo. Tais atividades humanas umedecem o planeta, causam mais nuvens, mais chuvas e enchentes em quantidades, tempos e espaços irregulares. E além de água essas ações também jogam muito calor e partículas pra cima, que também geram mais nuvens, pois estas são formadas por partículas de poeira, poluição e biológicas, além de água. E como certas atividades humanas jogam muito calor pro ar, também demonstrei ineditamente no mundo que o Sol não é a única fonte de calor para a atmosfera.
E como já demonstrei, fumaças também geram mais nuvens, devido a seus calores, partículas e água. E tem havido mais termoelétricas, mais nucleares, mais indústrias, mais veículos e muitas queimadas nos países vizinhos do Pólo Norte, como na Europa, Estados Unidos, Canadá e Rússia. E um recente trabalho mostra que partículas de poluição da China vão parar no Ártico em 5 dias. As correntes de água, calor, fumaças e partículas circulam pelos continentes e assim não geram consequências apenas nos seus lugares de origem. É assim que funciona o planeta, não é o CO2 que determina e faz as coisas!
Esses aumentos de nuvens também confirmam na realidade a eliminação do conceito empírico (não podia deixar de ser) “feedback” sem fundamento teórico dessa turma que anula o vapor d’água da atmosfera. Se o vapor d’água durasse só 8–10 dias na atmosfera não haveria aumentos de nuvens em várias partes do mundo ao longo de décadas a fio, entre outras razões, como já demonstrei teoricamente em artigo internacional. E o CO2 não cria água nem nuvens.
Só pra completar a ideia, vejam em meus respectivos artigos internacionais e nacionais como esses mesmos agentes também podem gerar secas. Por exemplo, além das próprias retiradas de água dos mananciais por parte dessas atividades, partículas em excesso em indeterminados tempo e espaço podem atingir os limites de saturação das nuvens e produzir “barreiras sólidas” no ar e, com isso, gerar menos nuvens e mais secas em incertos lugares e períodos. E apenas agora essa turma descobriu que “nuvens são mais importantes para o propósito de derretimento de gelo do que era costume pensar”, como disseram os pesquisadores da Bélgica.
Como essa turma bota a culpa de tudo no CO2, ela relaciona esse derretimento com as variações (“oscilações”) desse gás e de outros parâmetros em conjunto e obviamente não dá certo. E não sabem por que.
É muito difícil romper a barreira dessa pseudociência e de seus tentáculos, que mostram que não é ciência verdadeira o que fazem. E eles não dão importância a nada que não venha de suas revistas predadoras da verdadeira ciência e de atitudes mafiosas e que inclusive publicam muitos artigos cientificamente errados. Pelo menos, uma dessas revistas foi sincera e disse que ela não tinha revisores capacitados para analisar a ciência do meu artigo (anterior). 
O perigo muito grande é que eles conheçam meus artigos, aprendam muito e passem por cima sem os referenciarem e reconhecerem para não darem o braço a torcer. Sabe-se lá se já não é o caso, uma vez que são prepotentes, exclusivistas e capazes de fazer as conhecidas fraudes para tentarem salvar o CO2 e suas peles. Mas, se este autor fosse dos EUA ele já teria mudado o mundo.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

ABSURDOS E FALÁCIAS DA PSEUDOCIÊNCIA SOBRE O NÍVEL DO MAR
Empíricos alarmistas nacionais e internacionais do clima do CO2 se reuniram na Fiocruz em outubro de 2015 e, como não podia deixar de ser, soltaram mais “pérolas” absurdas da sua pseudociência: “O nível do mar vai se elevar 14 cm em 2020 e 82 cm em 2080 no Rio de Janeiro”. Essa pseudociência sempre faz “previsões” para os distantes futuros para que não permaneça qualquer importância de suas absurdas afirmações bem como não tem condições científicas de garantir algo para bem perto (p. ex., suas “previsões” para 2000–2009 não ‘bateram’ com a realidade). Desta vez morderam a isca de novo e resolveram “prever” para bem perto, para impactar a cidade e o país e porque se sentem à vontade para dizerem o que bem entendem sem precisarem provar nada, pois detêm o poder político mundial (insanidade global!) bem como o da mídia ao mesmo tempo em que todos esses impedem que outros mostrem as incorreções científicas de tantas aberrações e, inclusive, fraudes (ver artigos meus). Estas são a “democracia” e a “liberdade de expressão” do Ocidente que critica as do Oriente e são as da mídia brasileira que defende a liberdade de expressão só pra ela enquanto faz mais censura do que a censura da ditadura, mas libera e incentiva a destruição e deformação de valores essenciais. Por exemplo, bandidagem de todos os níveis é por falta de formação de valores, não é a droga, não, cujo uso também é por falta de valores.    
Essa turma de empíricos nunca mostra os cálculos de nada (não nos convencem tê-los) que os leva a afirmar e a “prever” sobre tudo e agora também sobre o nível do mar para o Rio de Janeiro, mas calcular a expansão da água de acordo com a temperatura não é difícil.
Cálculos trazem clareza e agora são imprescindíveis para desvendarem uma questão tão complexa como a do nível do mar. Vamos supor que precisemos aquecer 1000 l de água de 20 ºC a 80 ºC (por energia solar, p. ex.). Não dá pra mostrar todos os cálculos por se tratar de um artigo de cunho geral e também porque envolvem conceitos termodinâmicos não possíveis de serem explicados em poucas linhas. Mas, o volume inicial dessa água a 20 ºC é igual a 1001,8 l (já considerando a sua expansão referente a essa temperatura) e o volume final para 80 ºC é de 1029 l, ou seja, a água se expande o equivalente a 27,2 l entre essas temperaturas. Se o reservatório em que a água estiver contida for de um metro quadrado, ele precisará de 27,2 mm a mais na altura para prever tal expansão térmica. Se o reservatório for de 2 m2 essa expansão necessitará um espaço de 13,6 mm a mais e, se o reservatório for de 10 m2, o espaço adicional necessário será de 2,72 mm em cada m2 e assim por diante.    
Por esse resultado da ordem de milímetros já podemos ter uma ideia do quão absurdo é um aumento ou expansão de 14 cm para o mar que funciona com temperaturas ambientes. Neste exemplo, a diferença de temperaturas é de 60 ºC e há uma alta temperatura final, as quais são incompatíveis com temperaturas ambientes e pouco variáveis dos oceanos, além de que os mares contêm partículas sólidas que tornam seus coeficientes de expansão menores do que o da água pura. Assim, as temperaturas, profundidades, condições da água e volumes alteram os resultados e é isso o que vamos ver a seguir.  
O volume total dos oceanos mais o dos mares Mediterrâneo, Báltico e Sul da China é de 1.335.000.000 km3, sua área é de 361.900.000 km2, a profundidade média é de 3,69 km, a temperatura superficial média é de 10,5 ºC e a salinidade típica é de 3,5% ou 35.000 ppm. O Mar Morto tem uma salinidade de mais de 200.000 ppm e é essa solidez que não deixa o corpo afundar. A maior parte da radiação solar é absorvida na superfície ou nos seus primeiros centímetros e isso significa que o maior aquecimento do mar ocorre na superfície e também que a maior expansão se dá nessas camadas. E há muitos fatores como a evaporação, vento, temperatura do ar, salinidade, correntes, ondas, marés, limpeza, geografia, estação do ano, latitude, longitude, ano, etc, que interferem nesse aquecimento.
É sabido que o mar do Rio é normalmente frio, até mesmo no verão com altas temperaturas do ar, sendo que as correntes verticais do mar podem ter grande influência nisso. As temperaturas do mar do Rio no verão giram em torno de 22-26 ºC e tem praias de lá cujas temperaturas do mar são de 14-16 ºC, as mesmas do litoral argentino. O IPCC diz que a temperatura do ar aumentou 0,8 ºC e a dos oceanos 0,5 ºC no século XX e, assim, mesmo com questionamentos, vou considerar tal aquecimento do mar para o Rio também. Então, vou considerar que a temperatura média do mar do Rio aumente de 20,0 ºC a 20,5 ºC de 2001 a 2020. Mas, vejam bem, estou exagerando, pois houve um aumento de 0,5 ºC em 100 anos (supostamente) e o estou considerando para apenas 20 anos. A temperatura do ar varia muito mais do que a temperatura da água porque a inércia térmica do ar é apenas 24% daquela da água. E como não estamos considerando o globo inteiro, vamos levar em conta a área do oceano mais próxima do Rio. A área do Atlântico Sul é de 40.270.000 km2, a qual corresponde à área que vai da linha do equador até a metade da distância entre o extremo sul da América do Sul e a Antártica. Como esta parte do sul do continente fica longe do Rio e tem temperaturas diferentes, vou dividir esta área por 2 para simplificar e obter maior aproximação levando o limite de baixo para o extremo sul do Rio Grande do Sul. Esta é uma boa aproximação, mas se quiséssemos maior rigor nas temperaturas essa metade poderia ser dividida em mais partes para chegarmos às condições e área que correspondem ao Estado do Rio e um pouco mais. Porém, as áreas por si só não mudam os resultados. E vou considerar inicialmente 5 cm como a camada de expansão térmica.
Portanto, para um volume da água do mar de 20.135.000.000.000 m2 x 0,05 m = 1.006.750.000.000 m3, obtém-se o volume inicial correspondente a 20 ºC como sendo 1.008.562.150.000 m3. E para 20,5 ºC temos o volume final 1.008.768.533.750 m3. Fazendo a diferença obtemos 206.383.750 m3. Dividindo pela área obtemos 0,00001025 m ou 0,01025 mm como a elevação, ou seja, o aumento do nível do mar para o Rio de Janeiro para 2020 nessas condições seria de apenas um centésimo de milímetro!
Se considerarmos um metro de profundidade como a camada com potencial de expansão térmica, este resultado se modifica para 0,000205 m = 0,205 mm, ou seja, dois décimos de milímetro!
A temperatura abaixo da superfície decresce bastante, o que faz a expansão da água do mar diminuir muito, mas vamos considerar que a temperatura seja constante até 100 m, onde decresce draticamente, como mostra aproximadamente a figura 1.

Fig. 1

Assim, para 100 m de profundidade como potencial camada de expansão, o resultado acima se torna 0.0205 m = 20,5 mm. Considerando 20,1 ºC como temperatura média final para 2020, este resultado cai abruptamente para 2,1 mm! Quando a temperatura se reduz, a expansão se reduz muito. Esses valores de expansão não são de forma alguma percebidos e é difícil até para instrumentos bem como não causam nenhum desastre. As ondas e marés, por outro lado, que têm outras causas, como ventos e gravidades, podem gerar pequenos danos na beira-mar, mas não devido à expansão térmica do mar e com essa ordem de grandeza.
Outra possibilidade para o aumento do nível do mar do Rio é o derretimento das geleiras da Antártica. Mas, em todo o verão essas geleiras derretem, pois se não fosse assim já teríamos geleiras até no nordeste brasileiro. E, se derretem todo ano, como é que o Rio e a Argentina ainda não foram inundados pelo mar? E, nos invernos antárticos, o gelo de lá aumenta muito, da ordem de milhões de km2. Ou será que o eixo da Terra deixará de ser inclinado e por isso não haverá mais estações do ano por causa do CO2 (risos) e, por isso, no pólo sul não haverá mais 6 meses de escuridão e inverno rigoroso por ano por causa do CO2 (mais risos)? De acordo com um trabalho publicado no final de 2015, o gelo das costas da Antártica aumentou 30% (!) no século XX. Outro trabalho revelou que o gelo que rodeia a Antártica atingiu um novo recorde de extensão em 2015 além do que ele tem alcançado desde que registros por satélites começaram a ser feitos desde o fim da década de 1970. Segundo esse trabalho, em 2015 a extensão de gelo da Antártica excedeu 20 milhões de km2, sendo que a média máxima entre 1981 e 2010 alcançou 18,72 milhões de km2.
O volume total do gelo da Antártica é estimado em 26.500.000 km3 e o do Ártico é de 19.000 km3 (fevereiro 2016) cuja soma dá 26.519.000 km3. Este volume confere com a conhecida informação de que o gelo do planeta corresponde a apenas 2 % da água da Terra. Dividindo pela área total dos mares e oceanos acima referida obtemos o número 0,073 km, ou seja, se todo o gelo da Antártica e todo o gelo do Ártico derretessem numa vez só, um fenômeno sobrenatural e que certamente não seria causado pelo CO2, os oceanos e mares acima referidos aumentariam 73 m de nível. Mas, isso aí considerando que todo o gelo da Antártica esteja sobre o mar, mas há muitas partes (parecem ser a maioria) submersas, então esta elevação seria muito menor devido ao princípio de Arquimedes. Não sendo o fim do mundo e não seria por causa do CO2, certamente não ocorrerá um degelo súbito e total nem majoritário, inda mais diante dos números de aumento de gelo na Antártica.  
Eles também dizem que o oceano armazena energia, mas não dizem nada sobre suas perdas de calor. E normalmente se referem a esse armazenamento só para tentar justificar o “aquecimento global causado pelo CO2”. Mas, se o oceano só armazenasse e não perdesse calor, ele já teria explodido desde a origem do planeta.
Diante dos respectivos cálculos deste artigo, em 2080 a elevação do mar no Rio de Janeiro não será de 82 cm por causa de expansão térmica. Para não ficar só na suposição, vou usar os mesmos procedimentos acima e descobrir quantos graus seriam necessários para que o mar do Rio se expandisse 82 cm e ver se o resultado confirma ou desmancha as afirmações da pseudociência. Então, fazendo os referidos cálculos descobre-se que para acontecer tal aumento do nível do mar com 100 m de camada de expansão, a respectiva temperatura final deveria ser de... imaginem... 50 ºC (cinquenta) e como média!! Nem é preciso comentar sobre quão absurda e descabida é essa temperatura para o mar.
Além das demonstrações matemáticas feitas neste artigo, este resultado também mostra como a gente pode pegar essa pseudociência mais uma vez e em outra de suas fajutas afirmações que são isoladas e não têm coordenação com o resto delas. Eles dizem que a temperatura do ar vai se elevar 2 ºC até 2100. Então, como poderia o mar se aquecer mais do que o ar e 30 ºC a mais na média, já que a inércia térmica da água do mar é 75% maior do que a do ar e isso significa que o mar se aquece muito menos do que o ar? E no artigo “Climate Changes: How the Atmosphere Really Works” demonstro que a influência do CO2 na temperatura do ar é de menos de um por cento.
Quando digo que essa é uma pseudociência e falo isso desde o início quando apenas levemente comecei a me interessar pelo assunto, não é à toa, pois não apenas falo, mas desde lá demonstro física e matematicamente todas as questões fundamentais e que nunca foram demonstradas nem pela pseudociência nem por outros descontentes com o CO2. Agora é só esperar tranquilamente 5 anos para confirmarmos mais uma falácia das “previsões” dessa turma (isso se lá não mentirem novamente, mas tenho como provar a mentira) e mandar essa pseudociência para as calendas gregas.

domingo, 24 de janeiro de 2016

O AQUECIMENTO NÃO É GLOBAL NEM CAUSADO PELO CO2
Muito antes de ter publicado os artigos internacionais sobre o assunto e assim ter demonstrado física e matematicamente que a influência do CO2 na temperatura do ar é de menos de um por cento, eu quis verificar se na verdade e no Brasil havia mesmo o tal aquecimento global que a gente tanto ouvia falar. Então, solicitei ao IAC-Instituto Agronômico de Campinas, dados de vários parâmetros meteorológicos de Campinas e de Bauru (SP). O Instituto então forneceu milhares de dados medidos nestas cidades durante o período 1995-2004. Eu mesmo tive de compilar todos esses dados e os resultados para as temperaturas de Campinas estão na Tabela 1.
Tabela 1 – Temperaturas ambiente médias do período 1995-2004 de Campinas (SP) medidas às 7:00 da manhã (oC)

1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
16.5
17.6
17.8
17.9
17.2
18.4
18.6
18.9
18.3
18.0

Como se observa, há realmente um aumento de temperatura, indo de 16,5 a 18,0 oC entre 1995 e 2004 e verificando-se ainda aumentos entre outros anos, indicando também uma média crescente. Assim, os afoitos e os empíricos da pseudociência do clima do CO2 logo afirmariam: “É o aquecimento global!”.  
Antes de cair nessa, porém, é preciso averiguar melhor bem como verificar dados de outras cidades, como fiz em relação a Bauru. Para esta cidade e no mesmo período não houve nenhuma alteração significativa, tudo esteve sem variações expressivas, de modo que podemos dizer que estava tudo normal. Infelizmente, os dados meteorológicos medidos para essa cidade e período não eram completos de modo que não foi possível fazer uma tabela consistente e equivalente à Tabela 1. Todas as estações meteorológicas do mundo sempre apresentam problemas de medições, sejam técnicos, de aferições, localizações, humanos, etc, que impedem 100% de leituras contínuas e consistentes, mas à medida que essas estações vão evoluindo tecnologicamente esses problemas vão sendo reduzidos. Mas, o importante é que os dados que obtive não revelaram nada de anormal.   
Então, várias conclusões podem ser obtidas desses dados: 1) houve um aquecimento do ar em Campinas, mas não é global nem causado pelo CO2 e pelo seu efeito estufa, já que outra cidade ali pertinho ou não, não apresentou nada de anormal. Outras cidades do Brasil e do mundo certamente também não apresentaram nada de anormal no período; 2) qual então é a causa do aquecimento do ar de Campinas? Só pode ser a industrialização e a urbanização do lugar, incluindo geração de energia fóssil (termoelétricas), bem como devido à proximidade dos termômetros a essas fontes diretas de calor. Enquanto a industrialização e a urbanização foram aumentando e se espalhando, os termômetros permaneceram nos mesmos lugares, medindo, portanto, a influência das ilhas de calor; 3) observa-se que houve um salto significativo de 1,1 oC de 1995 a 1996, apenas de um ano para o outro. Justamente a partir de 1995-1996 teve início a operação em massa de usinas termelétricas no Brasil, importadas pelo neoliberal FHC e continuadas até hoje. Essas usinas chegam a emitir milhões de toneladas de gases, de água, de partículas e muito calor a mais de 1000-2000 oC a todo instante para a atmosfera, que obviamente influenciam as leituras dos termômetros das vizinhanças; 4) além dos dados de temperatura, a radiação solar do período na superfície terrestre para Campinas também foi fornecida, sendo que de 2000 a 2004 ela decresceu 12% (em horas) em relação a 1995-1999, o que corresponde a uma redução de 48 minutos de radiação em 10 anos. Tal redução indica que pode ter havido um aumento de nuvens do lugar, seja em percentagem, em espessura ou em cor das mesmas. Ineditamente demonstrei em artigos internacionais que elas aumentam devido a certas atividades humanas que jogam água, partículas e calor para o alto. Esse aumento de nuvens também está previsto no entendimento do Novo Ciclo Hidrológico, descoberto por mim; 5) a emissão de toneladas de partículas também pode criar uma barreira “sólida” no ar e causar menos nuvens, menos chuvas e mais secas em incertos lugares e períodos. Tal barreira também tem a capacidade de reduzir a radiação solar que chega à superfície terrestre; 6) uma vez que houve redução da radiação solar, o aumento das temperaturas não foi causado pelo Sol diretamente; 7) o aumento de temperatura juntamente com a redução da radiação solar representam uma confirmação de que a atmosfera e o planeta não funcionam como a pseudociência do clima do CO2 diz, isto é, de acordo com uma camada desse gás rodeando a Terra. Na verdade, como demonstrei nos artigos internacionais, esse funcionamento é de acordo com um destilador solar (evaporador fechado – caixa com água coberta com um vidro) e por um evaporador solar aberto, conforme o caso com grande cobertura de nuvens ou não.
Como o planeta é formado por água em sua maior parte e o calor por evaporação é maior do que por radiação da superfície, o planeta ou a atmosfera não podem funcionar apenas ou principalmente por uma camada de CO2 com seu efeito estufa e com sua radiação. Além disso, a atmosfera funciona através de balanços de massa e de energia e não apenas por efeitos estufas de diversos gases, ao contrário do que acha a pseudociência do clima.            
No interior do destilador solar as temperaturas são maiores enquanto a radiação solar é menor do que no caso do evaporador aberto, por causa do vidro. O aumento da temperatura acontece como num carro exposto ao sol com os vidros fechados, sendo que a radiação solar lá dentro é menor do que a de fora. Ao mesmo tempo, essa cobertura transparente, por ser sólida, elimina o vento lá dentro. Quem faz esse papel na atmosfera é a grande cobertura de nuvens, pois estas também são “sólidas” (são compostas de partículas sólidas e não apenas por água) e densas. O aquecimento abaixo delas depende da cor delas, se mais claras e transparentes ou mais escuras. Essa diferença de cores também gera diferenças de velocidades de ventos. O CO2, por ser apenas um gás, não tem essa propriedade física nem esse poder de reduzir o vento. Isso a pseudociência nunca soube e nem sonha entender porque só fala no gás carbônico. Na China, a população tem se referido aos “ventos que desaparecem” e podemos inclusive ver em muitas imagens que o céu de lá tem estado realmente muito coberto e denso. Nos meus artigos internacionais sobre o assunto há muitos dados de medições por satélites ou não que relacionam o aumento de nuvens com a redução dos ventos em várias partes do mundo como nos EUA, China, Europa. Obviamente, esse “fechamento” por nuvens não é homogêneo nem global e não tem nada a ver com o CO2.             
Depois daquelas análises de dados criei o inédito método cientifico capaz de dizer se cada lugar do planeta está ou não submetido a mudanças climáticas. É claro que não há uniformidade nas causas e efeitos de interferências humanas diretas no clima, sendo que um lugar rural do interior, cheio de campo, sem forte urbanização e sem influência direta de fortes atividades industriais e de energia fóssil ou nuclear e sem ser submetido a prejudiciais correntes horizontais do ar, continua com sua vidinha ambientalmente natural e agradável, sem modificações ou abalos na temperatura e em outros comportamentos do ar,
Como vemos neste e em outros artigos meus, na atmosfera há tantas variáveis físicas com suas enormes complexidades a considerar, mas a pseudociência do clima só enxerga o CO2 e sua radiação, cujo gás inclusive não tem influência significativa nem isolada na temperatura e em outros comportamentos do ar. Muito risível! Muito risível! 

domingo, 20 de dezembro de 2015

DERRUBADA 6 – CILINDROS DE GELO
Cilindros de gelo com suas bolhas de ar têm sido usados para obter, dizem eles, climas (aquecimentos/resfriamentos) de centenas ou milhares de anos atrás e também para relacionar tais temperaturas com níveis de CO2, para sugerir que temperaturas têm relação com níveis desse gás.
Vamos ver, à luz da física, se isso tem validade mesmo. Os cilindros de gelo são extraídos nos pólos e em outros lugares congelados do planeta através de perfuratrizes ocas que liberam muito calor para as amostras e estas são transportadas a laboratórios por veículos e, assim, sofrem influências dos respectivos ambientes, temperaturas e manipulações, as quais transferem calor para os cilindros de gelo. Nos laboratórios as amostras são fracionadas e armazenadas, cujas manipulações mudam as condições originais do gelo. Ainda mais, se no verão a temperatura superficial das geleiras fica acima do ponto de congelamento da água, quaisquer registros dos cilindros ficam completamente inutilizados, porque a água de derretimento se infiltra no gelo. Além disso, medições locais não podem ser generalizadas para o globo inteiro. Além da introdução de tantos erros científicos e de muitos outros (como influências dos fluidos usados nas perfurações, despressurização, diferenças nos métodos e procedimentos de análises, etc) nos resultados, vamos ver se os cilindros de gelo podem ser ou não um meio válido para determinar temperaturas dos longínquos passados.
Como a natureza do gelo é altamente dependente e sensível à temperatura e calor, por favor, respondam: qual material sólido, tijolo ou gelo, conduz calor mais rápido? Quem respondeu “tijolo” deu a resposta e… e… e… e... errada! A condutividade térmica (k) do tijolo comum a 25 ºC é 0,60 W/mK e o k do gelo (- 25 ºC) é 2,45 W/mK. Esses números indicam que menos ou mais calor, respectivamente, é conduzido num mesmo tempo. Quem descarrega mais sacos de um caminhão num mesmo tempo, descarrega o caminhão mais rápido, ou seja, o gelo conduz calor cerca de 4,1 vezes mais rápido do que o tijolo! Por essa ninguém esperava, não é? Tá bom, vou dar mais uma chance: quem conduz calor mais rápido, asfalto ou gelo? Quem falou “asfalto” deu a resposta e... e... e... e... errada! O k do asfalto é 0,75 W/mK. E o da areia seca é 0,15-0,25 W/mK. A areia seca é até usada como isolante térmico em situações de baixo custo, por causa de seu baixo k.
Para ilustrar melhor essa questão, vamos ver o caso da maçaneta de metal e da porta de madeira. As pessoas tocam a maçaneta e sentem aquele friozinho e consideram que isso é devido a uma temperatura mais baixa da maçaneta. Na verdade, não é. Ambos os materiais, maçaneta e porta estão à mesma temperatura. O que acontece é que o metal conduz (retira) calor da mão e o transfere para a maçaneta muito rapidamente e, por isso, resulta aquele friozinho. Basta conhecer o k desses materiais. O k do alumínio puro a 25 ºC é 240 W/mK enquanto o da madeira a 25 ºC é 0,16 W/mK, ou seja, o alumínio conduz calor cerca de 1500 vezes mais rápido do que a madeira. Outros metais também têm k elevados. Como vemos, certas noções da população são muito enganosas. Mas, o ruim mesmo é uma “ciência” do clima do CO2 não conhecer ou não aplicar o k e os conceitos da condução de calor para os cilindros de gelo bem como não conhecer outras questões determinantes da física sobre o verdadeiro funcionamento da atmosfera e sua inter-relação com a superfície terrestre (como sempre tenho demonstrado) e, mesmo assim, usar de seus meios de poder para comandar o mundo inteiro erroneamente.
Tijolos absorvem mais radiação solar (absortividade de onda curta = 55%) do que o gelo (31 %), mas eles são 4,1 vezes mais lentos do que o gelo para transferir para suas espessuras o calor recebido. Uma parede comum de cerca de 20 cm de espessura demora cerca de 4 horas para conduzir de um lado para o outro o calor recebido. Então, uma parede de gelo de mesma espessura necessitaria cerca de uma hora para transferir a mesma quantidade de calor de um lado pro outro.
Portanto, o calor acumulado, temperaturas e suas variações em cilindros de gelo supostamente sendo de centenas ou milhares de anos atrás, na verdade podem ser de algumas horas ou dias atrás apenas. E as propriedades do gelo variam conforme o calor ganho durante seus transportes e manipulações. Além disso, na condução de calor que depende do tempo (cronológico), as temperaturas variam em qualquer tempo e em qualquer posição dentro do objeto. As variações de temperaturas podem ocorrer dentro do corpo como resultado de uma nova fonte ou nova adição de calor subitamente introduzida (por força da radiação solar, manipulações e outros fatores), fazendo variar as temperaturas do mesmo com o tempo. Isso tudo indica que as temperaturas dos cilindros de gelo não têm relação direta nem precisa com níveis de CO2 acumulados em bolhas de eras passadas ou presentes. As massas de ar aprisionadas em bolhas em cilindros de gelo podem ser antigas, mas as respectivas temperaturas não são.
Verifico claramente em todas minhas análises que a pseudociência do clima do CO2 não tem ‘background’ teórico suficiente para falar sobre o verdadeiro funcionamento da atmosfera atual e consequente clima. E por usarem tão somente de empirismo, não se arriscam a fazer previsões e afirmações para o curto prazo e quando tentam se dão mal (ex.: suas “previsões” para o período 2000-2009 não conferiram com a realidade) e, por isso, as jogam para 2100 ou mais. Como o que fazem no presente em relação à teoria (que dá os rumos corretos) está repleto de erros científicos ou são puramente erros sem acertos, não podem acertar nada para o futuro também. Mas, o mundo vai atrás, porque lamentavelmente não se atém à verdadeira ciência e apenas segue o poder político vigente. É hilário e trágico ver o mundo inteiro marchar enfileirado e seguir tais “lideranças”!
Além de todos esses, o entendimento relevante é saber se o ser humano pode interferir no clima hoje em dia independentemente de eras ancestrais (que não garantem nada) e de variações da radiação solar, como sempre tenho demonstrado em artigos nacionais e internacionais. As demonstrações físicas acima foram feitas ineditamente no artigo “Climate Changes: How the Atmosphere Really Works”.
Conceituações que geram mais incertezas do que convicções, como é a característica dos empíricos do CO2, devem ser deixadas de lado, mas, infelizmente, essa turma e sua total falta de ciência verdadeira não fazem isso porque comandam o mundo não importa o que digam.


domingo, 29 de novembro de 2015

O comentário abaixo foi colocado por mim num site da turma deles, isto é, "peitando" eles direta e frontalmente e não é a primeira vez que faço isso. E toda vez que coloco um comentário lá eles o removem, mostrando claramente que não são democráticos dando vez a todos e não é ciência verdadeira o que fazem, pois esta incentiva o questionamento e o ceticismo para sempre avançar. Eles temem qualquer demonstração científica que não vá de encontro ao que afirmam bem como não têm argumentos científicos para sustentar seus "achismos". Mas, sempre volto a colocar os comentários de novo.  
Embora esse site e sua revista pertençam ao IOP (Institute of Physics), essa turma age da mesma forma que os outros especialistas tais como meteorologistas, climatologistas, hidrologistas, paleontólogos, geólogos, geógrafos, etc, isto é, puramente empiricamente. Isso mostra que é só esse caminho que o mundo conhece, até eu aparecer.  
No respectivo trabalho publicado naquela revista e naquele site, eles dizem que a evapotranspiração (evaporação de plantas e solos, que é muito pequena) está fazendo o ciclo hidrológico natural acelerar, devido ao CO2. Mas, mostro que a adição de água diretamente por certas atividades humanas (como termoelétricas), tem muito mais poder para afetar o ciclo natural bem como o clima. Também digo, entre outras coisas, que o caminho que essa turma segue irá conduzir o mundo para o buraco, não para as corretas soluções para a humanidade.   
"Evapotranspiration alone does not guarantee that the hydrological cycle is getting faster. It is well known (e.g., Brutsaert-Parlange 1998) that the evaporation has decreased in the last 50 years in many parts of the world while the clouds and the precipitation have increased in the same period. And the evaporation from free water surfaces is much higher than the evapotranspiration from plants and soils.
Because the world was aware only on the knowledge of the conventional or natural water cycle, this decreased evaporation-increased clouds and precipitation led to the incomprehension called “evaporation paradox”, which is now correctly solved in the article “The Physical Principles Elucidate Numerous Atmospheric Behaviors and Human-Induced Climatic Consequences” through the true physical principles, in contrast to the nonsense empirical “solutions” by Brutsaert-Parlange 1998 and by Roderick-Farquhar 2002, for example. 
Furthermore, the natural hydrological cycle is not only getting faster (due to other reasons), but it is changed, and changed according to the New Hydrological Cycle discovered by Sartori. The empirical science on global warming is able to think only about the CO2 and thus does not see the correct human influence and the relevant atmospheric behaviors with their consequences that affect the air directly.
The conventional water cycle says that Precipitation = Evaporation. However, if I throw one drop of water to the air this equation must be modified to
Precipitation = Evaporation + One drop.
This is what the New Hydrological Cycle establishes. Of course, one drop doesn’t matter but only one fossil fuel power plant of 600 MW can throw to the air more than 2,400,000 kg/h = 57,600,000 kg/day of water. If we concentrate such emissions in one square meter, this figure will become equal to 21,024,000,000 kg/yr m2. Remember, this is only for one power plant of 600 MW! Meanwhile, one millimeter in a square meter corresponds to one liter or to one kilogram. Thus, 1.18 mm/year corresponds to 1.18 kg/yr m2. It seems that the water emissions by only one power plant are much higher than 1.18 kg/yr m2 and cause much more clouds and precipitation than the evapotranspiration…
Moreover, considering the corresponding latent heat for this power plant we obtain 1,507,266,667 W/m2. This is equal to 2,153,238 times (!!) the very good solar radiation of 700 W/m2, which also means that the sun is not the only heat source for the atmosphere. These enormous mass and heat added constantly and directly to the atmosphere by certain human activities cause much more damage to the climate than the indirect and supposed high consequences by the CO2 and its radiation. By the way, the air temperature does not depend only on the radiation heat transfer and thus the “hockey stick” and everything that comes from such understanding and application is invalid, ingenuous and erroneous. 
You can learn much more through the paper mentioned above as well as through the other one titled “Climate Changes: How the Atmosphere Really Works”.
You want to hide the New Hydrological Cycle and other correct and relevant discoveries but you cannot run from them! OK, continue thinking empirically and dedicating all of your efforts on the irrelevant and erroneous CO2 and on its radiation and giving importance only to your mafia journals and then you will lead the world to the hole, not to the proper solutions for the humanity". 

domingo, 8 de novembro de 2015

ABSURDA INSANIDADE DA PSEUDOCIÊNCIA DO CLIMA
A Lógica diz que se a premissa for errada, as conclusões serão erradas. Isso vale pra qualquer situação da vida e também acontece sistematicamente com a pseudociência do clima do CO2. Nada, absolutamente nada, do que essa turma diz consegue respaldo científico mais adiante quando a gente analisa as questões à luz dos princípios físicos, como já demonstrei em inúmeros artigos científicos nacionais e internacionais. É uma “ciência” muito fajuta mesmo, podem acreditar! E inclusive feita nas principais universidades do mundo. A histeria provocada pela repercussão que a grande imprensa parcial e sem critério dá para o tal aquecimento global e suas “soluções”, provoca crença errônea não só na população incauta, mas também nos incautos governos, universidades, cursos, instituições, etc, ao redor do mundo, os quais por sua vez fazem a pseudociência continuar a produzir insanidades dos mais altos graus. As revistas predadoras da verdadeira ciência não deixam passar nada do que não for igual ao que dizem e publicam e assim o mundo já não analisa nada mais com base nos princípios físicos (na verdade, não os conhecem) que deveriam sustentar dita “ciência”, então o mundo apenas aceita, segue e repercute tudo sem pensar. A pseudociência não precisa provar nada e mesmo assim o mundo vai atrás.  
Já mostrei em diversos artigos que as bases científicas dessa turma são completamente erradas e geram errôneos entendimentos e conclusões. Agora apresento mais uma aberração dessa pseudociência. Seus integrantes produzem suas próprias insanidades. Como a premissa das “mudanças climáticas causadas pelo CO2” está errada, as soluções ou conclusões que eles mesmos encontram e propõem só podem ser erradas. Entre outras, é o caso da geoengenharia, termo e propostas criadas pela pseudociência do clima. 
Nessa geoengenharia, há várias propostas para supostamente conter o pseudoaquecimento global, entre elas a de jogar água e sal para o alto, a qual expliquei no artigo “Carro a água” deste blog Agora vou falar sobre outra dessas absurdas propostas.
As pessoas endeusam certas universidades do mundo, mas não sabem as aberrações que elas e seus professores e pesquisadores são capazes de fazer, ao mesmo tempo em que têm tais insanidades publicadas mundo afora. Inclusive, já cansei de corrigir erros crassos e básicos de teses de doutorado e artigos de principais universidades do mundo e também das mais conhecidas do Brasil. Professores dessas universidades e de outras, como por exemplo, David Keith, de Harvard, propôs jogar óxidos de enxofre na atmosfera para diminuir o aquecimento “global”. Ele quer jogar partículas de óxidos de enxofre para criar uma barreira refletiva que mudaria a direção da radiação solar e diminuiria a temperatura global. Alguns aviões voando a 20 km acima da superfície jogariam uma fina camada de óxidos de enxofre através de spray uma vez por ano para refletirem um por cento dos raios solares. Além de tudo o mais explicado abaixo, é como se a atmosfera não tivesse correntes de ar e permanecesse por um ano inteiro do jeito que esses incautos acham.
Se essa proposta tivesse sido feita por um estudante, ele receberia nota estrondosamente zero, por mostrar que não entende nada de nada, nem do clima, nem da atmosfera, nem do planeta, nem de química, nem de ambiente, nem de saúde, nem de responsabilidade. Tais propostas são tão insanas e infantis! Os óxidos de enxofre se referem a muitos tipos de compostos como SO, SO2, SO3, S7O2, S6O2, S2O2, etc, e, por isso, são conhecidos por SOx, os quais se combinam na atmosfera para formarem ácidos e outros compostos. Por exemplo, o SO2, que também vem da queima de carvão e de vulcões, é oxidado na atmosfera e forma o SO3, o qual também é um gás e combinado com água produz chuva ácida, como representado pela equação química
SO3 + H2O => H2SO4   (ácido sulfúrico).
A chuva ácida é mais ácida do que limão e vinagre e pode ser tão ácida quanto o ácido de baterias. Além dos incontáveis danos que essa chuva pode causar ao solo, vegetação, rios, lagos, prédios, monumentos, veículos e matar a fauna e flora aquática ou não, o acúmulo de dióxido de enxofre no organismo humano pode causar danos irreversíveis aos pulmões.  
Já não bastasse isso tudo, esse professor também propõe jogar o próprio ácido sulfúrico para a atmosfera. O ácido sulfúrico, além de ser agente da chuva ácida e poder cair tal como ele é, combinado com o SO3 produz o óleum, um líquido denso e corrosivo, também conhecido como ácido sulfúrico fumegante, conforme a seguinte fórmula  
H2SO4 + SO3 => H2S2O7  (óleum).
Ou seja, além de suas bases serem erradas cientificamente, os processos e resultados escapariam totalmente do controle bem como o clima pioraria, ou será que vulcões melhoram o clima e o ambiente? E as revistas dessa máfia da pseudociência publicam tais insanidades como coisa normal enquanto não permitem trabalhos que mostram os princípios físicos do verdadeiro funcionamento da atmosfera. Não é ciência o que fazem! É incrível e inimaginável que alguém proponha jogar tais coisas para o alto e que essas aberrações sejam feitas em universidades ditas de excelência. É a absurda ignorância científica da pseudociência do clima e do poder da mídia parcial que paralisam as mentes e conduzem a caminhos errados. Essas propostas não resolvem absolutamente nada, pioram tudo e, ainda mais absurdo, não têm base científica correta e assim não existe o problema que querem resolver. A pseudociência do clima do CO2 tá acabando até com as universidades mais conhecidas.
Já expliquei tudo cientificamente em muitos artigos nacionais e internacionais e agora vou apenas me referir brevemente sobre algumas questões: 1) a radiação solar/térmica bem como os efeitos de estufas de gases não são as únicas formas de energia para o aquecimento/resfriamento da atmosfera e consequentemente para a formação da temperatura do ar, então só isso desmonta toda a pseudociência do clima; 2) não entendem a questão e assim querem atacar os raios solares; 3) causar tanto problema e consequências imprevisíveis para supostamente reduzir em um por cento a energia solar é tremendamente risível; 4) o efeito estufa causado pelo CO2 é irrisório e não tem poder para causar nenhuma catástrofe! Sua influência na temperatura do ar é de menos de um por cento!; 5) a grande influência humana no clima que pode sim alterar os ciclos naturais da atmosfera se dá de forma direta, não indireta pelo efeito estufa de gases; 6) há muita fraude e manipulação nos dados que essa turma apresenta sobre aquecimento do planeta, como já mostrei neste blog (ex. Climategate, “taco de hoquei”, NASAGATE); 7) há muita insanidade científica nos dados sobre o CO2 e o respectivo aquecimento do planeta, como já mostrei neste blog; 8) esse professor, sua universidade e sua turma não conhecem nada sobre como se dá a verdadeira influência humana no clima, como tenho sempre demonstrado física, matemática e experimentalmente.

sábado, 17 de outubro de 2015

CO2, O GÁS DA VIDA E DA MORTE
Como já sabemos, a questão do aquecimento “global” é comandada por empíricos tais como meteorologistas, climatologistas, hidrologistas, paleontólogos, geógrafos, geólogos, alguns físicos e outros de áreas correlatas, os quais dependem exclusivamente de dados, conhecimentos, métodos, observações e aplicações experimentais e, portanto, têm compreensão e conhecimentos teóricos muito limitados sobre o funcionamento da atmosfera. Estes, com parco entendimento e análise sobre o correto funcionamento da atmosfera, dizem (sem provar) que há um aquecimento atmosférico que é homogêneo e global (risível!) e colocam praticamente toda a culpa disso no gás carbônico, o CO2 (que tem irrisória influência na temperatura) e também em outros gases ditos de efeito estufa (metano, óxido nitroso, etc), que têm menor importância ainda.   
Mas, surgiram outros especialistas dessas mesmas áreas que não concordam com o tal aquecimento global e ainda causado pelo CO2. Estes, então, começaram a fazer uso das mesmas ferramentas que têm em mãos, ou seja, dados, conhecimentos e métodos empíricos para contradizer o que os primeiros empíricos dizem. Entre os argumentos utilizados, tem aquele que diz que o CO2 é o gás da vida e, por isso, concluem que ele não poderia aquecer o planeta. De fato, o gás carbônico é um gás da vida, como todos os outros gases da atmosfera são, cada um na sua função e proporção e, se não fosse assim, a vida no planeta não existiria. E para a fotossíntese, as plantas recebem gás carbônico, água, sais minerais e luz solar e liberam oxigênio, glicose, amidos e fibras, cujo processo alimenta as próprias plantas, as pessoas e outros animais. E no processo de respiração das pessoas e animais há a expulsão do CO2 que por sua vez auxilia na vida das plantas.   
Só que usar essa propriedade do CO2 para tentar justificar que ele não é responsável pelo chamado aquecimento global corresponde a um entendimento também muito limitado da questão, pois o fato do CO2 auxiliar na manutenção da vida não diz nada sobre se ele é capaz de aquecer ou não a atmosfera ou de causar outras mudanças climáticas, logo, é um argumento ineficaz e inválido. Já pra começo de conversa, o H2O também é vital, mas pode ser agente de verdadeiras consequências climáticas como enchentes, secas, tempestades, etc e, nisso, certas atividades humanas podem interferir muito, como explica o Novo Ciclo Hidrológico, demonstrado nos meus respectivos artigos internacionais e neste blog. E no artigo “Climate Changes: How the Atmosphere Really Works”, mostro cientificamente como e porque o CO2 tem uma influência de menos de um por cento na temperatura do ar.    
Além disso, para ser um gás da vida, tudo é uma questão da dose aplicada. A diferença entre o remédio e o veneno é a dose. Os gases da atmosfera foram colocados nas quantidades e proporções adequadas para a vida no planeta, inclusive o CO2. Mas, se essa dose for aumentada severamente, o CO2 pode se tornar o gás da morte, questão que os segundos empíricos e a pseudociência do clima do CO2 nem sequer mencionaram até hoje.    
O AR4 de 2007 do IPCC afirma que a temperatura para 2100 chegará até 6,4 ºC, mas agora dizem que será de 2 ºC, o que mostra que eles mudam seus resultados e conclusões conforme as conveniências e que seus “modelos”, afirmativas e conclusões não são confiáveis, como já sabido.
Antes de explicar como o CO2 pode também ser o gás da morte, vou fazer um parênteses para dizer que simples mudanças de temperaturas do ar da ordem de 2 ºC e ainda para 2100, como a pseudociência apregoa, não têm poder para causar nenhuma catástrofe, pois tal magnitude corresponde a simples variações de temperaturas diárias e essas variações são naturais e não causam nada além de simples mudanças de temperaturas com seus simples e naturais aquecimentos/resfriamentos. E eles também dizem que muitas e tremendas catástrofes têm ocorrido devido a um suposto aumento de mero 0,8 ºC que dizem existir em relação às temperaturas do século XX. Primeiro, eles não podem garantir que tal aumento seja real, por vários motivos incluindo fraudes, como o Climategate, o ‘taco de hóquei’, o NASAGATE (já demonstrados neste blog) e que seja pela ação indireta do ser humano (efeito estufa causado pelo CO2). Além disso, eles não dão nenhuma explicação científica com os princípios físicos pelos quais apenas 0,8 ºC seja capaz de tanta coisa, eles apenas dizem e contam com o poder da mídia que têm em mãos. Isso não é ciência!
Mas, o que é mais importante do que um propalado aquecimento global bem como ingenuamente dizer que ele é o gás da vida é saber como ele também pode ser o gás da morte: para o afirmado aumento de temperatura de 6 ºC precisaríamos ter mais do que 20.000 ppm de CO2 na atmosfera. Porém, esta quantidade seria quatro vezes maior do que 5.000 ppm, que é um limite humano para exposição ao CO2, porque tal concentração já causa privação de oxigênio, sufocamento! Segundo eles, a concentração atual de CO2 “para o planeta” é de 400 ppm – é risível, pois os níveis de CO2 sobre a Amazônia são muito diferentes dos níveis de CO2 sobre o Saara, por exemplo. Assim, muito antes de qualquer aquecimento, as pessoas enfrentariam sérios problemas de sobrevivência com tais níveis de CO2. Então, como essa pseudo e fraudulenta ciência pode mudar os números a qualquer hora e uma concentração de 5.000 ppm corresponde a um aumento de muito menos do que 2 ºC, um aumento de 2 ºC ou mais devido a este gás seria quase impossível, porque o mundo terminaria muito antes de alcançar tais supostas temperaturas e respectivos níveis de CO2.