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domingo, 30 de agosto de 2015

DERRUBADA 4 – CARRO A ÁGUA
O mundo sempre sonhou com o carro a água como alternativa aos combustíveis tradicionais e com esse objetivo ele é muito válido, obviamente, mas como alternativa ou solução para consequências climáticas há restrições. O objetivo deste artigo não é o de gerar dificuldades para esse desenvolvimento, mas mostrar que é preciso descobrir todos os aspectos de uma mesma situação e também mostrar pela enésima vez como é errada a pseudociência dos empíricos do CO2 que não enxergam outra questão climática senão unicamente o CO2 e seu irrisório efeito estufa. Ou seja, o carro a água serve como mais uma derrubada dos fajutos conceitos dessa turma, extremamente limitada nos conhecimentos científicos.  
Já há carros movidos a água criados por brasileiros (inclusive com instalação de kits) e também em outros países. Na verdade, esses carros fazem a decomposição da água em hidrogênio (H2) e é esse gás que move o motor. Todavia, é preciso ter extremo cuidado e tecnologia com o H2, pois ele pode explodir violentamente à temperatura ambiente e é altamente inflamável com concentrações de 4% ou mais de H2 no ar. Ele também explode quando misturado com oxigênio em várias proporções e tem ignição automática na temperatura de 560 ºC. 
Para a pseudociência dos empíricos do CO2, o carro a água é recomendável, já que ela só enxerga o CO2 como causador de tudo que é problema climático, mas que na verdade não é e despreza completamente a influência do H2O no ar em relação a questões climáticas. E embora a atmosfera seja tão complexa e tenha múltiplas causas e efeitos, essa turma só enxerga o efeito estufa causado por gases e até fizeram e seguem uma tabela com os supostos gases com “potencial de aquecimento global”, o GWP, onde o CO2 recebeu arbitrariamente o valor unitário e fixo e o vapor d’água nem sequer consta nessa tabela, apesar de sabidamente ser o gás que produz o maior efeito estufa. Além disso, se as quantidades do CO2 e dos outros gases ditos de efeito estufa sempre variam na atmosfera, como podem ser fixos tais valores? É uma tabela só de faz-de-conta e de cunho pessoal, nada científico.
O que aconteceria com o clima de uma sala fechada onde estivesse um carro funcionando o tempo todo e emitindo só água (e ainda quente)? Claro, a sala ficaria muito úmida e quente, insuportável. O que aconteceria com o clima de uma cidade ou região onde houvesse milhares ou milhões de carros emitindo só água (e ainda quente)? Claro, o ar da região ficaria semelhante ao da sala. Mais uma vez esta é uma questão através da qual vemos que a pseudociência que tem comandado o mundo (politicamente, não cientificamente!) nas questões climáticas não consegue entender questões básicas da atmosfera e conduz o mundo para rumos errados. 
Vou dar exemplos numéricos usando a sensação térmica de acordo com a temperatura e a umidade do local. Vamos considerar uma temperatura de 35 ºC e umidade relativa de 80%, valores típicos da Amazônia. Quem imagina quanto isso dá de sensação térmica? Mais uma pausa para imaginar... Sabem o resultado? Resposta: 57 ºC!! Agora, vamos considerar que essa mesma temperatura de 35 ºC seja do Saara e com uma umidade de 10%, típica de desertos. Quanto isso deve dar? Pausa para pensar... Resposta: 32 ºC!! Isso mesmo, menor do que a própria temperatura medida! Agora vamos considerar uma temperatura de 50 ºC típica do Saara e com sua umidade de 10%. Resposta: 48 ºC! Agora vamos considerar uma temperatura ambiente de 40 ºC e uma umidade de 80%. Resposta: 83 ºC!!! Ou seja, em lugares úmidos sofre-se muito mais, embora o ar seco cause outros tipos de problemas. Tudo na vida é uma questão de equilíbrio. Vejam, portanto, o efeito do vapor d’água na atmosfera e no bem-estar das pessoas. Os resultados acima são apenas aproximados, não exatos, mas dão a noção da enorme sensação térmica quando há alta umidade no ar. Isso sim é efeito climático!
No artigo “Evaporation and the planet”, entre muitas outras coisas, demonstro fisica e matematicamente que o ar da Amazônia armazena mais calor e é mais quente do que o do Saara, mesmo durante o dia e não é por causa do CO2. A temperatura no Saara atinge 50-60 ºC durante o dia e, à noite, por não ter umidade nem nuvens, as temperaturas chegam a zero e até menos. Isso acontece devido a uma grande perda de calor por irradiação noturna da superfície que ocorre sempre que há céu limpo bem como por não ter mais o Sol pra aquecer nem umidade e nuvens para reter a energia recebida. Contrariamente, na Amazônia há sempre muita umidade e nuvens que retêm e regulam o calor e, por isso, as temperaturas não são tão altas quanto as do Saara, mas se mantêm praticamente constantes durante o dia e noite. Mas, a pseudociência só enxerga CO2 e seu efeito estufa!     
A pseudociência joga a culpa de tudo no CO2 e no seu efeito estufa e diz que o nível desse gás medido somente no Havaí (um lugar recheado de vulcões em atividade que liberam toneladas de CO2) é igual em todos os lugares do planeta. Além de eu já ter demonstrado outros absurdos sobre isso, posso citar mais dois que derrubam ainda mais os dogmas ou pilares dessa pseudociência: 1) É óbvio que sobre a Amazônia tem mais CO2 do que sobre o Saara, por causa da vegetação. Eles até não querem medir o CO2 em outros lugares do planeta por causa de influências locais, como a da vegetação. Mas, as temperaturas sofrem influências locais! E é engraçado, será que no Havaí não tem vegetação? Lá, onde não tem vegetação tem vulcão; 2) Portanto, o mais baixo nível de CO2 no Saara certamente não é o responsável para as muito altas temperaturas daquele lugar assim como os mais altos níveis de CO2 na Amazônia também não são responsáveis pelas respectivas mais baixas temperaturas do que as do Saara. Essas coisas a pseudociência dos empíricos do CO2 não enxerga. E nos últimos 50 anos quase todo o planeta ficou mais úmido, com mais nuvens e precipitações, que não é por causa do CO2.
Enquanto isso, essa pseudociência que só enxerga o CO2 e seu efeito estufa (que não “infrói” nem “contribói”) por falta de conhecimentos da verdadeira física, diz que o planeta sofrerá um aumento de 2 ºC e ainda para 2100 e que hoje em dia já aumentou 0.8 ºC e que isso é um enorme problema que já causa catástrofes (risível!! – 0.8 ºC não causa nada!!). Essa turma é sem noção, não explica nada com base em princípios físicos além de mudar seus resultados e conclusões conforme as conveniências, pois o AR4 de 2007 do IPCC “previa” um aumento de 6,4 ºC para 2100, mas agora já diminuiu e muito. Mesmo com tantas irregularidades, incluindo fraudes, essa turma leva governos, instituições e o mundo todo ao pensamento único e errado por conta de sua influência sem ciência e irresponsável na mídia mundial. E como demonstrei em artigos científicos internacionais, o CO2 tem uma influência de menos de um por cento (!!) na temperatura e não tem propriedades físicas nem poder para causar nenhuma mudança climática ou catástrofe.
A ignorância científica dessa turma é tão grande que suas revistas e editores publicam trabalhos propondo jogar água e sal para a atmosfera (uma das propostas da chamada geoengenharia), para diminuir o aquecimento “global” porque eles entendem as nuvens só como agentes que refrigeram o ambiente. Mas, além disso não resolver a questão que eles supõem, as nuvens não funcionam só dessa forma, pois elas têm poder acumulador de energia e massa e até são conhecidas como “cobertores”.
Além disso, esse excesso de água pra cima já seria uma quantidade a mais do que as termoelétricas, nucleares, indústrias, veículos comuns, etc, já jogam automaticamente pro ar e aumentam a umidade e as nuvens. E esse excesso de água e sal também teria de voltar causando mais enchentes, corrosões e outras complicações. Essa água em excesso também geraria maior cobertura de nuvens e chuvas (como explica o Novo Ciclo Hidrológico) deixando a umidade presa e produzindo abafamento e maior mal-estar para pessoas e outros animais. Mesmo que eles conseguissem acabar com as emissões de CO2, as termelétricas, nucleares, indústrias, veículos, etc, continuariam a jogar bilhões de toneladas de água, partículas e muito calor a todo instante ao redor do planeta, cujos elementos geram mais umidade, mais nuvens, mais chuvas, mais ventos fortes e mais consequências disso tudo. Então, não é preciso aumentar as nuvens e chuvas, porque estas já são aumentadas por certas atividades humanas. E a supressão do CO2 por atividades humanas não teria resolvido nada! Tudo por falta de compreensão do funcionamento teórico da atmosfera por parte dessa pseudociência. Ao mesmo tempo, esses editores não respeitam uma suposta ética das revistas e impedem deliberadamente a publicação de tudo que não for igual ao que dizem e publicam. Não é ciência o que fazem!

domingo, 16 de agosto de 2015

ANALISTA POLÍTICO SIM, CIENTISTA POLÍTICO NÃO!
Todos nós sabemos muito bem como são incoerentes os políticos, sobretudo os brasileiros, que não seguem nenhum princípio e, assim, vagam conforme as conveniências, com raras exceções. Mas, eles não estão sozinhos, pois também têm os empíricos do CO2, aqueles das “mudanças climáticas causadas pelo CO2”, que também agem dessa forma.    
Dados, conhecimentos, métodos e “modelos” empíricos são aqueles que vêm exclusivamente da experiência ou da observação e, portanto, os empíricos vagam ao léu de acordo com a infindável quantidade de dados experimentais isolados e com suas variações e incertezas e, assim, não adquirem e não dão rumo certo e definido porque não conhecem os princípios físicos e a verdadeira teoria que serve como guia para dar a direção correta. Não é ciência, não é com ciência, não é consciência, não sabem o rumo que vai dar, é inconsciência. Um estudante demorou 2 anos fazendo medições num experimento para sua tese e quando as concluiu ele disse que não sabia o que fazer com elas pois ficou completamente perdido. Faltou a ele conhecimento da parte teórica, dos princípios, para entender o que estava acontecendo e saber dar rumo à pesquisa e aos resultados.
E é essa base de conhecimentos e comportamentos que conduz os empíricos do CO2 a absurdos e insanidades científicas e até a manipulações e fraudes de dados reais (Climategate, ‘taco de hóquei’, NASAGATE, etc) para os ajustarem aos resultados de seus “modelos” e interferir incorretamente nos destinos da humanidade. Os poucos conceitos físicos teóricos usados pela NASA e NOAA (gurus dos empíricos do CO2) e pelo IPCC (órgão da ONU e instância máxima oficial sobre questões climáticas do mundo) são errados e não correspondem às catástrofes que afirmam e impõem. Quando as “previsões” dos empíricos do CO2 e seus “modelos” falham (e sempre falham porque não são feitas com base científica além de que a verdadeira ciência não faz previsões, faz constatações) eles não questionam e não corrigem suas premissas, apenas mudam as conclusões afirmando, por exemplo, que temperaturas mais altas ou mais baixas bem como menos neve ou mais neve, tudo é causado pelo CO2, entre muitas outras questões. Tudo muda conforme a conveniência. Como pode uma ciência andar certo dessa forma?
O comportamento dessa turma é muito semelhante daquele da turma dos políticos, especialmente dos brasileiros, os quais não têm, não seguem e não respeitam princípios e tudo muda conforme a conveniência. Como pode um país andar certo dessa forma? Se conhecimentos não encontram espaço para aplicações com as mesmas condições e princípios anteriores, então não há base científica, não há ciência, é empirismo. E os políticos também são regidos pelo empirismo.
Uma ciência verdadeira tem base e estrutura sólidas, é ciente, coerente, consciente e cujos conceitos básicos valem em todas as situações equivalentes e lugares, tem consciência com ciência. É um conjunto de conhecimentos fundamentais que tem começo, meio e fim e serve como suporte e rumo seguro, independente das variabilidades e incertezas dos dados experimentais, as quais podem nos confundir e fazer perder o rumo sem a ajuda de princípios fundamentais que nos guiam e valem sempre, embora a teoria pode e também é aprimorada. A verdadeira ciência também precisa ser muito honesta, senão ela não chega a lugar algum. Enquanto isso, a “ciência” das “mudanças climáticas causadas pelo CO2” não tem pé nem cabeça, é desonesta e vive de fazer “previsões”, assim como fazem em profusão e ao bel prazer “cientistas” políticos ou analistas políticos e econômicos, as quais frequentemente não se confirmam e no dia seguinte já existe outro cenário e já “preveem” tudo diferente sobre a mesma questão e cada um diferente do outro. Assim, não há um rumo certo e previamente definido por uma base científica. Enquanto isso, a verdadeira ciência não faz previsões e segue princípios. Princípios são aqueles que fazem um carro andar, um edifício ficar em pé, um foguete subir e uma verdadeira nação ser construída.
Por tudo isso, não existe cientista político, pois na política não existe ciência nem princípios que valem e são aplicados sempre e em qualquer lugar. Nela, há atitudes e análises diferentes para cada situação e a incoerência e a deslealdade chegam a ser totais. Então, analista político sim, cientista político não!

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Agora também estou publicando artigos no site 

meioambienterio.com

sábado, 1 de agosto de 2015

BANDEIRAS ELÉTRICAS: BANDEIRAS NO POVO!
Para a recente cobrança da bandeira vermelha por causa do uso de usinas termelétricas, o governo começou dizendo que o valor seria de R$ 3,50 por cada 100 kWh consumidos, mas como tudo no Brasil é feito de forma escamoteada e o povo não chia, logo em seguida ele aumentou o valor para R$ 5,50. E a mídia só falou e ainda fala que a conta vem acrescida somente de R$ 5,50 por cada 100 kWh consumidos e não diz nada além disso. Mas, a conta vem acrescida deste valor e mais impostos, que são da ordem de 30%. Isso nem o governo nem a mídia nunca fala! Já não bastasse a cobrança em si e ainda colocam mais impostos e na calada da noite, que a mídia ajuda a esconder. 
Mas, tem outra questão muito relevante e determinante. As usinas termelétricas têm uma participação da ordem de 27% na matriz elétrica brasileira, o que significa que elas só têm capacidade de fornecer um máximo de 27% da energia consumida e é muito duvidoso se fornecem isso tudo mesmo, pois normalmente operam em stand-by e não funcionam em capacidade máxima o tempo todo. Então, se na conta vem a cobrança da bandeira vermelha sobre o total consumido, isto significa que o governo está cobrando pelo total da energia fornecida ao consumidor, porém cerca de 70% dessa energia total vêm da energia hidrelétrica, que nao tem bandeira. Ou seja, estão cobrando pela energia que NÃO é fornecida pelas térmicas! E cobrar ou vender o que não se tem é estelionato.
Uma casa que tem um consumo de 150 kWh/mês só poderia pagar de bandeira vermelha o equivalente a 40 kWh, pois quase todo o resto vem da energia hidrelétrica. Se cobrassem dessa forma, além de fazerem o certo, também ficaríamos sabendo quanto estariam cobrando por cada fonte de energia. Mas estão cobrando pelo total, o que é um estelionato! Mesmo que faltasse toda a água nos reservatórios do país, as termoelétricas não poderiam fornecer mais energia do que a sua capacidade instalada e, assim, também não poderiam cobrar mais do que têm e é fornecido.

domingo, 19 de julho de 2015

DERRUBADA 3 – medições e valores do CO2
Nos artigos internacionais A DERRUBADA (Climate Changes: How the Atmosphere Really Works) e O ARTIGO (The Physical Principles Elucidate...) demonstrei cientificamente que o CO2 não tem nenhum poder especial para comandar a temperatura e o clima e cuja influência na temperatura é de menos de um por cento. São duas as propriedades físicas que determinam se um gás pode ser considerado de efeito estufa ou não: a quantidade (concentração) do gás na atmosfera e sua capacidade de absorção de radiação. Através de gráficos e cálculos, mostrei que o CO2 não tem nem uma nem outra característica para ser considerado como o principal gás de efeito estufa, ao contrário do que dizem e impõem os empíricos do CO2 e suas organizações. A verdadeira ciência não impõe irrestritamente, ela demonstra e prova e está sempre aberta a novos conhecimentos. De acordo com esses dados, o vapor d’água é o gás de maior efeito estufa da atmosfera e os empíricos do CO2 sabem disso, mas por falta de corretos conhecimentos teóricos sobre o funcionamento da atmosfera, essa turma despreza completamente o vapor d’água e então escolheu o CO2 como culpado de tudo. No texto DERRUBADA 1 deste blog já demonstrei porque o vapor d’água não pode ser desprezado para a determinação da temperatura do ar e, uma vez feito isso, toda a “ciência” dessa turma é invalidada e o “império” deles é destronado. E nas próximas mensagens vou mostrar os insanos conceitos errôneos nos quais eles se apóiam para desprezar o vapor d’água da atmosfera.
Neste artigo aqui vou falar sobre os absurdos que são as medições e os valores do CO2 “para o planeta” que eles utilizam. Já começa que tais medições são feitas oficialmente em um único lugar do planeta e cheio de vulcões em atividade que emitem toneladas de CO2 constantemente (Mauna Loa, Havaí) – mesmo em inatividade, ficam soltando aquela fumacinha. Eles dizem que medem somente ali para os valores não sofrerem influências locais de emissões de CO2. Mas, é engraçado, medem justamente num lugar em que há muitas emissões e muita influência do CO2. Enquanto isso, as temperaturas ao redor do planeta sofrem influências locais de todo tipo. Além disso, quando se quer comparar cientificamente dois parâmetros, senão obrigatoriamente é recomendável que os dois sejam medidos nos mesmos lugares ou mais próximos possíveis um do outro, para exatamente serem analisados e comparados sob as mesmas condições e influências locais. Por exemplo, se alguém fizer um experimento com um painel solar em que temperaturas do aparelho precisam ser obtidas e utilizadas bem como comparadas com a radiação solar do dia, não faz sentido medir e utilizar as temperaturas do aparelho no Brasil e utilizar a radiação solar da Europa. Ninguém aceitaria isso. Mas, a “ciência” e as revistas dessa turma que são predadoras da verdadeira ciência, dão isso como normal. Clara falta de ciência!           
Além disso, assim como fumaças e o vapor d’água, o CO2 não deve se distribuir homogeneamente no planeta e causar o afirmado forte e uniforme efeito estufa e igual aquecimento em todo o planeta. Assim fica fácil verificar o seguinte: se o CO2 se distribui uniformemente, então as medições no Havaí são influenciadas pelas emissões de CO2 dos vulcões e os respectivos resultados são inválidos para representar um valor único para o planeta. E mesmo que digam que as influências dos vulcões podem ser excluídas dos resultados, isso não é 100% garantido; se o CO2 não se distribui uniformemente, então tais valores locais do CO2 também são inválidos para representar um valor único para o planeta. E morrem pela própria boca: se reconhecem que há influências locais de CO2, então reconhecem que não há um valor único de CO2 para o planeta. Por exemplo, os níveis de CO2 sobre a Amazônia são muito diferentes daqueles sobre o Saara. Mais uma vez eles ficam sem saída. Desta forma, como as temperaturas e o CO2 sofrem influências locais, não há razão física que justifique relacionar uma única temperatura “para o planeta” a um único CO2 “para o planeta” e que garanta que as temperaturas devam acompanhar as concentrações de CO2, como eles fazem com o ‘taco de hóquei’. Diante das considerações acima, verifica-se mais uma vez que esse gráfico é inválido e uma fraude.
Além disso, tem outra questão nesses valores de CO2 que essa turma nem ninguém no mundo até hoje falou e que é mais importante do que qualquer outra questão. O AR4 de 2007 do IPCC afirma que a temperatura para 2100 chegará até 6,4 ºC, mas agora dizem que será de 2 ºC, o que mostra que eles mudam seus resultados e conclusões conforme as conveniências. Mas, o que tem de mais importante do que tudo isso é o seguinte: para o afirmado aumento de temperatura de 6 ºC para 2100 deveríamos ter mais do que 20.000 ppm (Partes de CO2 Por Milhão de partes de ar) de CO2 na atmosfera. Porém, esta quantidade seria quatro vezes maior do que 5.000 ppm, que é um limite humano para exposição ao CO2, porque tal concentração já causa privação de oxigênio, sufocamento! Segundo eles, a concentração atual de CO2 “para o planeta” é de 400 ppm. Assim, muito antes de qualquer aquecimento, as pessoas enfrentariam sérios problemas de sobrevivência com tais níveis de CO2. Então, como eles podem mudar os números a qualquer hora e uma concentração de 5.000 ppm corresponde a um aumento de muito menos do que 2 ºC, um aumento de 6 ºC devido a este gás seria quase impossível, porque o mundo terminaria muito antes de alcançar tais supostas temperaturas e respectivos níveis de CO2. Portanto, o IPCC e sua turma precisam provar que o aquecimento “global” deles, com seus valores de CO2 e suas temperaturas de 2 ºC ou 6 ºC, pode ser possível com a população mundial viva e saudável!

domingo, 5 de julho de 2015

O MACARTISMO E OS EMPÍRICOS DO CO2
Durante o macartismo as pessoas sofriam violentas investigações e qualquer suspeita, qualquer denúncia, mesmo infundada, era dada como certa e as pessoas então eram ameaçadas, perseguidas, torturadas, tinham carreiras destruídas e até levadas ao suicídio, mesmo não tendo nada a ver com a questão. Era o poder avassalador da mídia numa direção só que tomava conta dos pensamentos e não dava vez às pessoas. Pouco antes, Goebbels, o ministro das comunicações de Hitler já dizia que uma mentira repetida mil vezes se torna uma verdade. No macartismo e no nazismo, ninguém podia nem sequer humanamente achar que tudo aquilo era abuso e violação que a pessoa já era incluída nas perseguições e torturas. Os fundamentos do macartismo eram intensos na mídia, até que a opinião pública dos EUA, com decisivas ajudas de pessoas de influência na sociedade, ficaram muito indignadas e revoltadas e puseram fim a essa “caça às bruxas” e levaram McCarthy e seus seguidores à decadência e ao ostracismo.
Vejo muita semelhança do macartismo com aqueles que comandam a questão das “mudanças climáticas causadas pelo CO2”. E também percebo que o mundo não evoluiu muito. Vamos ver. O macartismo tinha “fundamentos infundados” e uma mentira repetida mil vezes tornava-se uma verdade; dogmas ou pilares dos empíricos do CO2 e suas revistas predadoras da verdadeira ciência são infundados e mentiras repetidas mil vezes tornam-se verdades e influenciam multidões e tomadores de decisões. O macartismo tinha poder de mídia avassalador que tomava conta dos pensamentos da população; os empíricos do CO2, suas revistas e sua imprensa também. As pessoas não podiam discordar do macartismo; hoje em dia ninguém pode discordar dos empíricos do CO2 e de suas revistas predadoras da verdadeira ciência que é taxado de cético e é rejeitado – mas, os empíricos, por não conhecerem a verdadeira ciência, não sabem que esta estimula o ceticismo para sempre avançar – mas os empíricos do CO2 não permitem isso. O macartismo publicava o que bem entendia na imprensa; os empíricos do CO2 também. O macartismo manipulava dados e informações; os empíricos do CO2 também fraudam (Climategate, ‘taco de hóquei’, NASAGATE, etc). A imprensa do macartismo não dava vez nem liberdade aos outros; a grande imprensa atual não dá vez nem liberdade a outros para mostrarem a verdade cientifica. O macartismo e sua imprensa faziam a grande parte da população acreditar que tudo aquilo era certo; os empíricos do CO2, suas revistas, suas organizações e sua imprensa também. O macartismo era intimidatório e ameaçador; o Al Gore, porta-voz político da turma do aquecimento global causado pelo CO2, disse: “Precisamos punir os negadores das mudanças climáticas [causadas pelo CO2]” – como não conseguem convencer pela ciência, querem “convencer” pela força e pela fraude – parece já ser atos de desespero. Na época do macartismo, a população e algumas pessoas de influência na sociedade, corajosa e destemidamente começaram a ficar indignadas com tanta falta de direitos, se revoltaram e puseram o macartismo no ostracismo; uma boa parcela da opinião pública mundial atual já está muito indignada com tanta falta de ciência e tanta fraude dos empíricos do CO2, de suas revistas, de sua imprensa e está no caminho para conduzir essa turma à decadência e ao ostracismo.
Dados, conhecimentos, métodos e “modelos” empíricos são aqueles que vêm exclusivamente da experiência ou da observação e, portanto, os empíricos vagam ao léu de acordo com a enorme quantidade de dados isolados e com as variações e incertezas experimentais e assim não adquirem e não dão rumo certo e definido porque não conhecem a verdadeira teoria que dá a direção correta. Um estudante de outra área demorou 2 anos fazendo medições num experimento para sua tese e quando as concluiu disse que não sabia o que fazer com elas. Faltou a ele conhecimento da parte teórica para entender o que estava acontecendo e saber dar rumo à pesquisa e aos resultados.
E é essa base de conhecimentos que os conduzem a absurdos e insanidades científicas e até a manipulações de dados reais para os ajustarem aos absurdos que afirmam e impõem. Os poucos conceitos físicos teóricos usados pela NASA e NOAA (gurus dos empíricos) e pelo IPCC (instância máxima oficial sobre questões climáticas do mundo) são errados e não correspondem às catástrofes que afirmam! Como pode uma ciência andar certo dessa forma? É por isso que dizem muito, mas provam nada. E, ao contrário da verdadeira ciência que nunca se esgota e está sempre aberta a avanços, essa turma diz que tudo está estabelecido e não aceita correções. A limitação é grande!
Com concentração de cerca de 0,039% na atmosfera e sem nenhum poder especial e cuja influência na temperatura é de menos de um por cento, o CO2 não tem poder de comandar a temperatura e o clima. Assim, não há razão cientifica que justifique ligar a temperatura do ar somente ao CO2, pois a atmosfera não funciona só com o CO2 e sua radiação. Mas, os empíricos do CO2 adotam sua própria “ciência” (com conhecimentos, métodos, conceitos e “modelos” muito particulares e imaginativos – “achismos”) que não leva em conta os verdadeiros princípios físicos e eles desprezam tudo o que for diferente do que dizem. E as revistas deles e a grande imprensa só publicam trabalhos deles.
Essa turma chegou a criar a tal “geoengenharia” com propostas absurdas e insanas para deliberadamente afetar a atmosfera e o planeta como a de jogar água e sal para cima para “parar o aquecimento global”. Ora, além de não resolverem o que propõem porque não conhecem a verdadeira ciência por trás das verdadeiras mudanças climáticas que podem sim ser causadas por certas atividades humanas, mas que não são do jeito que dizem, se mais água e sal forem jogados para cima, mais água e sal voltarão, como já acontece por causa das termelétricas, nucleares, indústrias, veículos, etc, que jogam milhões de toneladas de água, partículas e muito calor a todo instante para o alto e esta água tem de voltar e volta em quantidade e distribuição temporal e espacial irregulares, enchentes. E as partículas alteram o comportamento natural da atmosfera, podendo gerar secas, assim como o sal também faria isso. E calor gera nuvens, chuvas, ventos fortes. Além de muitas outras propostas absurdas, publicadas por universidades, revistas e mídia do mundo inteiro.
A grande imprensa, incluindo a Wikipédia, só divulga artigos que falam em aumento do nível do mar em até 4 mm/ano (é importante mencionar que esses valores deles não são frutos de medições, mas oriundos de simulações por “modelos” dessa turma que não conhece até mesmo princípios físicos básicos) e ela esconde trabalhos como um de Portugal feito em cima das respectivas medições de 1906-2008, considerado o mais antigo e contínuo conjunto de dados do mundo na questão, as quais mostram que o nível do mar no período variou em – 0,70 mm/ano (negativo!) e que esse resultado não está de acordo com o aumento “global” do nível do mar de + 1-2 mm/ano dos empíricos do CO2. E os empíricos escondem e manipulam muitos outros dados e informações, que a imprensa vai atrás enquanto não dá vez a trabalhos sérios e científicos, só porque estes contradizem o status quo criado por um grupo (tipo macartismo) com o apoio lesivo da imprensa. A imprensa exige liberdade de expressão, mas só pra ela! Toda essa turma toma conta do pensamento do mundo e faz governos, instituições e grandes órgãos internacionais tomarem decisões só num sentido, errado, infelizmente!

sexta-feira, 12 de junho de 2015

DERRUBADA 2 – O SOL NÃO É A ÚNICA FONTE DE CALOR PARA A ATMOSFERA
Na mensagem Derrubada 1 vimos que os empíricos do CO2 não conhecem profundamente a verdadeira ciência ao considerarem somente a radiação e seu CO2 para decidir sobre a  temperatura do ar, natural ou não.   
Além disso, essa turma e o resto do mundo nem imaginavam (antes do artigo A DERRUBADA - "Climate Changes: How the Atmosphere Really Works") que o Sol não é a única fonte de energia para a atmosfera, pois existem outras que também afetam a temperatura e outros comportamentos do ar, como demonstrei no referido artigo e vou comentar a seguir.
O Sol obviamente é a única fonte de calor externa e natural para o planeta e atmosfera, o qual faz as temperaturas variarem, porém, na superfície da Terra há outras fontes de calor que são constituídas pela geração de calor por certas atividades humanas, tais como usinas termoelétricas e nucleares, indústrias, veículos, etc, que adicionam calor à atmosfera e consequentemente afetam a temperatura do ar, também. Esta é mais uma razão científica pela qual se verifica que o ‘taco de hóquei’ é falso e não retrata a realidade e a verdadeira temperatura do ar. Assim, a eq. (2) de Derrubada 1 precisa ser modificada para
S + H = qe + qr + qc + qk + qL                 (1)
onde H = calor gerado em ou adicionado à superfície por certas atividades humanas, W/m2; qL = perda de calor latente da superfície devido ao vapor emitido por certas atividades humanas, W/m2.    
Esse calor gerado em e adicionado à superfície e atmosfera vem da energia existente no carvão, óleo, gás, urânio, etc, do subsolo, a qual é transformada em calor por certas atividades humanas. Tal calor é liberado para a atmosfera por radiação, convecção e calor latente. A consequência é o maior aquecimento de porções da atmosfera. E calor extra gera nuvens, chuva, ventos fortes. Assim, certas ações humanas podem alterar os balanços de calor e massa da atmosfera e, como resultado, alterar sua temperatura, umidade e comportamentos naturais, direta e indiretamente.
E a eq. (1) também nos traz outras informações muito importantes. Vamos ver o seguinte exemplo. O consumo de água de uma termoelétrica a carvão de 600 MW é cerca de 3,5 l/MWh, ou seja, esta é a quantidade aproximada de água que ela lança para a atmosfera. E podemos facilmente calcular o calor latente correspondente a essa água fervente emitida. Assim
m = 3,5 l/kWh x 600.000 kW = 2.100.000 l/h   
cujo resultado já nos mostra o absurdo de consumo de água por parte desses monstrengos bem como dos efeitos que podem causar na atmosfera. 
Agora, sabendo-se que
qL = mL
onde m = massa de água, L = calor latente de vaporização, obtemos
qL = 2.100.000 kg/h x 2.260,9 kJ/kg = 4.747.890.000 kJ/h = 1.318.858.333 J/s = 1.318.858.333 W,
ou seja, uma só usina dessas é capaz de emitir para atmosfera só em calor latente 2,2 vezes a sua própria potência nominal. Além disso, se concentrarmos essa energia emitida em um metro quadrado ela será igual a 1.318.858.333 W/m2, ou seja, igual a 1.884.083 vezes (!!) a energia solar de 700 W/m2, que é uma radiação solar muito boa, normal no nordeste brasileiro, por exemplo. Para quem achava que o ser humano não tem capacidade de interferir no clima, aí estão boas medidas e cálculos esclarecedores, ineditamente.
Se tanto calor assim multiplicado por tantas fontes ao redor do mundo é emitido para o ar a todo instante, é claro que o ar local e regional é aquecido e termômetros nas cercanias registram esses aumentos e a temperatura média é afetada. Esses aumentos e impactos são devidos a certas ações diretas do Homem e não indiretas devido ao “efeito estufa causado pelo CO2”. Esta é mais uma demonstração pela qual vemos claramente que a temperatura do ar e suas variações não podem ser atribuídas única e exclusivamente ao CO2, à sua radiação e ao seu efeito estufa. Além disso, o CO2 tem uma influência de menos de um por cento na temperatura, como demonstrei em A DERRUBADA. Na verdadeira ciência, ninguém pode afirmar ou concluir definitivamente enquanto persistirem dúvidas, questões ou variáveis a serem resolvidas bem como demonstrações físicas que mostram outro caminho, venham essas de onde e como vierem, ao contrário do que fazem os empíricos do CO2. Mas, o principal problema é que essa turma e sua imprensa não aceitam e não publicam nada que não seja igual ao que dizem e, assim, mais uma vez deixam claro que o que fazem não é ciência e perpetuam absurdos, insanidades e prejuízos para o mundo.

E é sabido do estudo da física que calor latente gera tempestades. E se gera tempestades, também gera tornados e furacões, como sempre alertei e tenho demonstrado física e matematicamente. E lembrando que os valores acima são de uma única termelétrica. Imaginem o que fazem muitas delas juntas! 






















































(Foi impossível remover esse excesso de espaço em branco bem como foi impossível alinhar as figuras lado-a-lado como desejado e, pra conseguir a configuração acima, foi um inferno que demorou dias, tudo isso graças à extrema limitação do blogspot. Se tentar colocar outra figura acima, tudo se desarranja. Na era das cavernas havia programas de blog melhores do que o blogspot).

domingo, 17 de maio de 2015

DERRUBADA 1 – taco de hóquei
Vou começar a comentar sobre os dogmas ou pilares derrubados no artigo A DERRUBADA.
Para a turma dos empíricos do CO2, a temperatura do ar e tudo o que é mudança climática têm aumentado globalmente e são consequências de aumentos de emissões de CO2 por atividades humanas. E, segundo eles, só a radiação solar/térmica entra em jogo e modifica a temperatura do ar.
Vou fazer um parênteses para dizer que simples mudanças de temperaturas da ordem de 2 ºC e ainda para 2100, como eles apregoam, não têm poder para causar nenhuma catástrofe, pois tal magnitude corresponde a simples variações de temperaturas diárias nos micro-climas e essas variações são naturais e não causam nada além de simples mudanças de temperaturas com seus simples e naturais aquecimentos/resfriamentos. E eles já estão dizendo que muitas e tremendas catástrofes têm ocorrido devido a um suposto aumento de mero 0,8 ºC em relação às temperaturas do século XX. Primeiro, eles não podem garantir que tal aumento seja real e que seja pela ação indireta do ser humano (efeito estufa causado pelo CO2). Além disso, eles não dão nenhuma explicação científica com princípios físicos das razões pelas quais apenas 0,8 ºC seja capaz de tanta coisa, eles apenas dizem. Isso não é ciência! Além disso, o IPCC AR4 de 2007 afirma que a temperatura para 2100 irá aumentar em até 6,4 ºC, mas agora dizem que será de 2 ºC. Então, pergunta-se: o planeta resfriou ou as “previsões” deles estão erradas?
Vou começar pela radiação. O efeito estufa deles é representado por uma camada de CO2 rodeando a Terra e onde só a radiação influencia a temperatura do ar e outras mudanças climáticas (Fig. 1) ou também é representado por uma estufa agrícola sem água.

Fig. 1 - Esta é a figura definida e usada pelo IPCC e sua turma sobre como funciona o planeta
Mas, provavelmente eles não sabem que a atmosfera funciona através de balanços de massa e energia (eles nunca falaram nisso), assim como funciona uma conta bancaria, onde há uma ou mais fontes de entrada e um ou mais caminhos para saídas de dinheiro. Então, para eles, a radiação solar S é a única fonte de entrada de energia para a superfície terrestre e a radiação térmica qr emitida de volta é a única saída de energia dessa superfície e a temperatura do ar seria consequência de tal balanço. Assim,
                                           S = qr                             (1)
Mas, esta forma de considerar o que influencia a temperatura do ar é totalmente errada, pois não apenas a radiação solar/térmica entra em jogo, mas também outros modos de transferência de calor bem como outros componentes e parâmetros. As perdas (ou emissões) de calor da superfície terrestre para a atmosfera não acontecem somente por radiação, mas também por evaporação qe (que é a maior parcela!), qc por convecção (pode ser entendida como a transferência de calor de/para o ar) e qk por condução de calor para o solo, assim
                                  S = qe + qr + qc + qk                 (2)     
Como podemos ver, outras formas de transferência de calor além da radiação afetam os processos de aquecimento/resfriamento da atmosfera e consequentemente a temperatura do ar, ou seja, a eq. (1) é completamente errada e, como resultado, a temperatura deles também dá errado. Se um aluno, depois de estudar a respectiva matéria se referisse à eq. (1) como a certa para o caso (inclusive influenciado pela referida turma), ele receberia nota zero.
Para ilustrar, vamos ver um exemplo numérico. Assim, se pegarmos qualquer valor para a radiação solar, digamos S = 700 W/m2, a soma da energia perdida pela superfície para a atmosfera e para o solo deve ser igual a 700 W/m2 (em regime permanente, para simplificar). Assim, se tivermos, por exemplo,
                              700 = 400 + 175 + 124 + 1
então 
                                                 700 = 700
As proporções das quantidades acima são aproximadas e foram adotadas de acordo com dados teórico-experimentais conhecidos e onde podemos ver que a radiação não é a maior parte e é bem menor do que a energia liberada por evaporação. E se somente a radiação for considerada, o balanço de energia não fecha e a temperatura do ar resultante se torna errônea, como vemos através da eq. (1). Para eles, a conta acima dá 700 = 175. Além disso, eles eliminam o vapor d’água da atmosfera como contribuinte para a influência sobre a temperatura do ar, então, como poderia a eq. (1) e a temperatura do ar dar certo para eles?   
Portanto, valores da temperatura do ar não podem ser determinados somente pela mudança dos níveis de CO2 e da respectiva radiação, como eles afirmam e fazem o "taco de hóquei", gráfico que relaciona temperatura com o CO2 para o planeta (tais valores de CO2 “para o planeta” correspondem à outra questão errada que está em A DERRUBADA e que irei comentar neste blog). Como a temperatura do ar depende de uma série de fatores e parâmetros, ela não é determinada apenas pela radiação e seu CO2 e assim não há razão científica que conecte a temperatura do ar somente com o CO2, um gás que não tem nenhum poder especial para comandar a temperatura e o clima. Não há razão que justifique que as variações de temperatura devem acompanhar as variações de CO2, sendo, portanto, o ‘taco de hóquei’ mais um empirismo, ignorância científica e fraude dessa turma. A atmosfera não funciona somente com radiação e CO2! Simples assim!
Além disso, considerar só a radiação no processo viola a lei da conservação de energia (nada se cria, nada se perde, tudo se transforma – cujo conceito foi descoberto por Lomonosov 14 anos antes de Lavoisier) que representa o comportamento fundamental da natureza e, assim, tudo o que vem depois dessa violação se torna errado e absurdo. É com a ciência que a gente desmascara científica e eticamente essa turma! Tendo sido o “taco de hóquei” derrubado, o “império” deles está destronado! 
E por essas coisas vemos absurdos da “ciência” e dos “modelos” dessa turma de empíricos, que mesmo assim querem determinar os destinos da humanidade. Ciência e a humanidade não podem ser levadas irresponsavelmente, “nas coxas”! 

domingo, 3 de maio de 2015

A DERRUBADA dos conceitos
Foi publicado o artigo CLIMATE CHANGES: HOW THE ATMOSPHERE REALLY WORKS (Mudanças Climáticas: Como a Atmosfera Realmente Funciona), no qual eu esperava chegar e cheguei assim como eu esperava chegar nO ARTIGO e cheguei, depois de simples intuições iniciais, porém com base em certos conhecimentos. Ambos correspondem a uma grande gama de novos e corretos conceitos baseados nos princípios físicos e que derrubam os dogmas ou pilares dos empíricos da “ciência” do “aquecimento global causado pelo CO2“ e respectivas mudanças climáticas. Esses novos conceitos, inclusive confirmados com dados reais e cálculos matemáticos, formam uma nova teoria, consistente, coerente e transparente sobre o correto funcionamento da atmosfera e de mudanças climáticas, estas que podem sim ser causadas pelo ser humano, mas não do jeito que nos disseram até hoje. Esse artigo de agora demonstra e derruba mais especificamente os dogmas ou pilares dos empíricos do CO2.
Os empíricos do CO2 dizem muito, mas provam nada e quando tentam fazem sem base científica. Um exemplo é o do IPCC, em cujo site tem o título “The Physical Science Basis”, de onde se esperava encontrar a ciência física que fundamentasse tudo o que dizem e todas suas “previsões” e catástrofes, mas onde não tem absolutamente nada de ciência ou princípios físicos, ao contrário, só se vê afirmações empíricas com seus métodos e conceitos muito particulares e imaginativos (“achismos”) bem como intermináveis “previsões” feitas com seus “modelos”. E sempre afirmando que o CO2 é o responsável por tudo, embora esse gás com cerca de 0,039% de concentração na atmosfera e sem nenhum poder especial não tem poder para comandar a temperatura e o clima. Além disso, fazem “previsões” com resultados “exatos”. Primeiro: uma simulação sobre comportamentos da atmosfera nunca produz resultados exatos, inda mais que os pilares “científicos” deles são totalmente errados ou infundados, como demonstro nos dois artigos. Segundo: a verdadeira ciência não faz previsões, faz constatações. Terceiro: já é sabido que essa turma frauda medições. Também demonstro em A DERRUBADA que o CO2 não é decisivo para a formação e mudança das temperaturas das atmosferas de Vênus, Marte, Mercúrio, Júpiter e Terra, mesmo sendo as atmosferas dos dois primeiros constituídas por quase 100% de CO2.
Os empíricos do CO2 e sua máfia tornaram o “aquecimento global causado pelo CO2” como questão política e intimidatória e não é mais nem nunca foi científica!           
O ARTIGO demonstra ineditamente, entre muitas outras coisas, que a atmosfera e o planeta funcionam de acordo com dois sistemas da área de energia solar: um destilador solar e um evaporador solar, ou seja, um evaporador fechado e um aberto e não de acordo com uma camada de CO2 rodeando a Terra ou com uma estufa agrícola sem água. O Novo Ciclo Hidrológico, descoberto por Sartori, também está demonstrado física e matematicamente nos dois artigos.
Obviamente, os artigos não foram publicados em revistas da turma deles, pois estas não aceitam as provas científicas de que os pilares ou dogmas da sua “ciência” são errados e insustentáveis e também porque os conhecimentos teóricos constantes nos dois artigos não são da alçada deles. Isso prova que essa turma não pratica a ciência verdadeira porque esta nunca se esgota e está sempre aberta em busca de maior aprimoramento. As revistas da turma deles e seus editores são predadores da verdadeira ciência, porque além de publicarem absurdos científicos aos montes a todo instante, não aceitam nada que não seja igual às falácias e absurdos físicos que impõem. E esses editores mentem descaradamente para impedirem a todo custo que a verdade científica apareça e prevaleça. Por isso, meus artigos só poderiam ser publicados em uma revista que não é comprometida com a máfia dessa turma. Pesquisadores do Fraunhofer Institute, da Alemanha, o qual, entre muitas outras coisas, é o criador do MP3, publicam nessa revista. Pesquisadores do INPE e da UFRJ, entre outros, também publicam nessa revista e em outras da mesma editora.           
Daqui pra frente vou comentar os principais conceitos derrubados, cujos novos conceitos também servem pra mostrar como a atmosfera e a interferência humana no clima realmente funcionam. É impressionante ver como a “ciência” dessa turma é feita de conceituações imaginativas e não baseadas em princípios físicos verdadeiros, cujas demonstrações foram concretizadas nos artigos e como imaginei lá no comecinho das minhas intuições.   
Essa turma vai fazer de conta que não leu o artigo ou que o assunto não é com eles e vão continuar impondo a ciência fajuta deles, pois não querem perder a boquinha, mas o que importa é que agora A DERRUBADA está disponível a todos e de graça. O mundo todo pode agora ficar ciente de quanta coisa fundamentalmente errada existe em relação ao que nos foi dito até agora e aos conceitos que usam para sustentarem sua “ciência”, bem como pode conhecer novas descobertas e desenvolvimentos que fiz. Os corretos conceitos estão agora visíveis a todos, sendo que alguns desses conceitos são básicos na ciência, mas essa turma não os conhece. Além disso, outras pessoas, que são sérias, inclusive pesquisadores, mas que até hoje não conseguiram entender se e como se dá a real interferência humana no clima, que não é homogênea no planeta, mas que também não é apenas localizada, também poderão aprender como isto acontece. 
A imprensa também não deixa passar a verdade científica e por isso participa da máfia deles. Essa imprensa tem parte por perpetuar uma ciência sem ciência, completamente errada, incipiente, incompleta, inconsistente, incoerente e também muito falsa (além dessa turma não permitir questionamentos e demonstrações físicas sobre o que ela faz errado, também pratica outras fraudes como vistas no CLIMATEGATE e no NASAGATE-ver abaixo) sem dar vez aos outros. A imprensa exige liberdade de expressão, mas faz mais censura do que a censura da ditadura enquanto publica mentiras e vulgaridades. 
Se essa turma não mudar nada é porque não trabalha em prol do conhecimento, da ciência e da humanidade. Na verdade, os empíricos do CO2 estão mais interessados em sustentarem a sua “ciência” e seu status quo político, econômico e midiático a todo custo, não importando com o prejuízo do quê e de quem quer que seja. E agora estão até intimidando quem discorda deles, como o Al Gore que disse “Precisamos punir os negadores das mudanças climáticas [causadas pelo CO2]”, o que mais uma vez prova que o que fazem não é ciência. Como não conseguem convencer pela ciência, querem “convencer” pela força e pela fraude.   

terça-feira, 21 de abril de 2015

TORNADOS E FURACÕES NO BRASIL
Mais uma vez uma cidade no Brasil ficou quase completamente arrasada por causa de tornados ou furacões, desta vez por um tornado em Xanxerê, Santa Catarina, em 20/04/2015.
Que ninguém vá dizer que isso era normal neste país! Nem tampouco pode dizer que isso é fenômeno natural ou consequência do suposto e errado “aquecimento global causado pelo CO2”, pois em ambos os casos as temperaturas são da ordem de grandeza ambiente e essas não têm poder para causar grandes diferenças de temperaturas nem grandes diferenças de pressões que geram os fortes ventos.  
Como já tenho mostrado e demonstrado neste blog e em outros artigos há muito tempo, essas destruições são consequências do aparecimento e intensa instalação de termelétricas no Brasil desde 1995. Desafio a imprensa ou quem quer que seja a mostrar reportagens ou documentos de que isso acontecia e com tanta frequência e destruição antes de 1995.  
Logo depois que aconteceu o furacão Catarina em 2004 em Santa Catarina e o furacão Katrina em 2005 nos EUA, busquei as leis da termodinâmica para tentar explicar tais fenômenos. E calculei as velocidades dos ventos desses eventos com base nas temperaturas que os originariam. Não dá pra mostrar os cálculos aqui, pois são muito extensos, mas vou mostrar seus resultados.
A divulgada velocidade do vento do furacão Catarina foi de 180 km/h. Para essa velocidade, meus cálculos indicam que é preciso ter uma temperatura do ar da ordem de 230 ºC. A divulgada velocidade do vento do furacão Katrina foi de 280 km/h. Para essa velocidade, meus cálculos indicam que a temperatura do ar teve de ser da ordem de 360 ºC. Obviamente não são temperaturas da ordem de grandeza ambiente. Para haver tão altas temperaturas são necessárias fontes de calor artificiais, não naturais! E, para mim, não há outras fontes artificiais capazes de gerar tão altas temperaturas em bolsões do ar senão as termelétricas. Se alguém encontrar outra fonte que tenha esse poder, que me avise, por favor.  
Essas temperaturas que calculei são para movimentos e deslocamentos lineares do vento. Um tornado também se desloca em linha reta, mas ele é caracterizado por movimento rotacional, que é o que destrói tudo, consequência de diferenças de temperaturas internas, como penso eu. Para esse tornado de Xanxerê a velocidade estimada pelos meteorologistas ficou entre 200 e 300 km/h. 

domingo, 5 de abril de 2015

CONGRESSISTAS DOS EUA VÃO INVESTIGAR A NASA E OUTROS ÓRGÃOS FEDERAIS POR ADULTERAREM DADOS CLIMÁTICOS (NASAGATE)
Notícia de fevereiro de 2015.
A imprensa dos EUA está divulgando que congressistas vão investigar dados climáticos da NASA e de outros órgãos federais da área. Muitas denúncias têm conduzido a isso, como a de que a NOAA e a NASA têm feito o presente parecer mais quente através do resfriamento artificial de temperaturas passadas. Esses órgãos também têm misturado temperaturas rurais com urbanas e não fazendo quase nada para compensar os efeitos das ilhas de calor urbanas. E também usam temperaturas das tardes (que são mais altas) em vez as das manhãs (que são mais baixas), causando assim uma tendência de aquecimento, entre outros “ajustes”.
O NCDC, um órgão da NOAA, faz, de fato, “ajustes” e argumenta que isso é necessário para remover “vieses artificiais” nos dados de temperaturas. Os maiores ajustes feitos por cientistas desses órgãos são os de resfriar dados passados levando em conta que houve um grande desvio nas tomadas de temperaturas das tardes e das manhãs.
O congressista da Califórnia Dana Rohrabacher disse “esperar que aconteçam audiências do congresso sobre o fato da NASA alterar dados de estações meteorológicas para falsamente indicar aquecimento e aumento do nível do mar”. 
Rohrabacher não é o único congressista a pedir audiências sobre a atual “ciência” por trás do aquecimento global. O senador de Oklahoma Jim Inhofe também prometeu sustentar pedidos de audiências sobre dados do aquecimento global. “O povo vai ouvir sobre o outro lado da estória”, disse ele. Por anos, céticos do aquecimento global têm argumentado que agências governamentais têm alterado medições das temperaturas brutas (medidas) para criarem uma tendência de aquecimento.    
“A NOAA empurra todo tipo de truque para tornar a tendência de resfriamento dos EUA em aquecimento. Os dados brutos indicam uma tendência de resfriamento desde 1920. A NOAA faz um ‘taco de hockey’ de ajustes para reverter a tendência”, disse o blogger Steven Goddard (pseudônimo) ao jornal Daily Caller. Thomas Peterson, cientista principal do NCDC reconhece que muita gente questiona os ajustes do NCDC e que ajustes são feitos entre as temperaturas das tardes e das manhãs. 
Paul Homewood descobriu que dados da NASA de estações rurais do Paraguai indicam uma elevação de 1.5 ºC na temperatura média de 1950 a 2014, que é mais do que o dobro do que a suposta elevação média global para todo o século 20 e isso chamou a atenção. Essas estações são as de Puerto Casado, Mariscal e San Juan. Vejam o que aconteceu com as temperaturas dessas estações. 

Fig. 1 – Temperaturas de Puerto Casado “ajustadas” pela NASA.

Os dados da Fig. 1 podem ser confirmados aqui:
Fig. 2 – Temperaturas brutas (medidas) de Puerto Casado.

Os dados da Fig. 2 podem ser confirmados aqui:
Os dados brutos da NASA só estão disponíveis até 2011, de modo que os últimos anos não podem ser comparados. E como podemos ver pelos gráficos, o passado foi artificialmente resfriado para produzir um aquecimento mais adiante. Isto poderia ser um problema particular para Puerto Casado, mas isso também acontece para as estações de Mariscal e San Juan.
As temperaturas brutas da NASA são encontradas em
As temperaturas ajustadas pela NASA são encontradas em
http://data.giss.nasa.gov/gistemp/station_data/

Pode-se verificar que a prática de “ajustes” é praxe.
Vejam o que eu descobri aleatoriamente para Burgos/Villaf (Espanha). 

 Fig. 3 – Temperaturas brutas (medidas) para Burgos/Villaf.

Fig. 4 – Temperaturas "ajustadas" para Burgos/Villaf

Observem que as temperaturas medidas só existem até por volta de 1982, mas as temperaturas “ajustadas” aparecem até por volta de 2015 e novamente aquecidas. Comparem as temperaturas da Fig. 3 com as da Fig. 4 para encontrarem aberrações e claras manipulações. Verifiquem, por exemplo, que por volta de 1963 na Fig. 3 a temperatura mais alta é cerca de 10.6 ºC, mas na Fig. 4 para esses mesmos anos encontra-se o mesmo perfil, mas a temperatura máxima equivalente é cerca de 11.4 ºC e não se encontra nenhuma temperatura de 10.6 ºC. As outras temperaturas também não conferem entre si.       
Ali por 2007-2008, quando apenas comecei a me interessar pelo tal aquecimento global, eu ainda não tinha convicção sobre o assunto, pois minha área de interesse era outra, a qual não tem interesse no funcionamento da atmosfera para fins climáticos. Mas, já nas minhas primeiras olhadas sobre o que os empíricos do CO2 diziam e impunham, eu disse pra mim mesmo que tal “ciência” não poderia durar muito. Mas eu não poderia imaginar que isso fosse acontecer tão cedo e das maneiras como já conhecemos. Em novembro de 2009 aconteceu o “climategate”, quando hackers invadiram emails de pesquisadores da Universidade East Anglia (Inglaterra), cujos cientistas também são principais redatores dos relatórios do IPCC, combinando como manipular temperaturas decrescentes para indicarem um aquecimento. E agora está acontecendo o NASAGATE. E as revistas da máfia deles também vão pro beleléu no conceito público.

Mas, têm pessoas lá nos EUA dizendo que essa investigação não vai dar em nada, como já aconteceu com outras coisas. “Essa história já ouvimos antes”, dizem elas. 
Ao mesmo tempo, já criei nova teoria sobre mudanças climáticas, que é consistente, coerente, realmente, matematicamente e transparente.