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domingo, 14 de setembro de 2014

MAIS EXATAS

Medições e comparações feitas pelo trabalho recém publicado (Kaplani e Kaplanis 2014) confirmaram mais uma vez que a equação de Sartori para o coeficiente de convecção de calor (transferência de calor do ar de/para superfícies planas) é a mais exata do mundo. A tabela (Sartori 2014) também confirma isso em relação a outras medições e a mais de 90 fórmulas para o mesmo cálculo. Da mesma forma, nO ARTIGO (Sartori 2012) também está demonstrado que a equação de Sartori para o cálculo da evaporação é a mais exata do mundo. Esta equação para a evaporação é, também, a única do mundo capaz de calcular o orvalho (condensação da umidade do ar), o que indica uma alta precisão dos cálculos, os quais também foram comprovados experimentalmente com alta concordância e demonstrados e publicados internacionalmente (Sartori 1987).      

Kaplani E, Kaplanis S (2014). “Thermal modeling and experimental assessment of the dependence of PV module temperature on wind velocity and direction, module orientation and inclination”. Solar Energy 107, 443-460.  
Sartori E (2014). “Accuracy of convection coefficient equations”.
Sartori E (2012). “The physical principles elucidate numerous atmospheric behaviors and human-inducedclimatic consequences”. Open J. of Applied Sciences 2/4, 302-318. 
Sartori E (1987). "A mathematical model for predicting heat and mass transfer from a free water surface". ISES Solar World Congress, Hamburgo, Alemanha. 

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Convite recebido:

(…)
Considering your research interest and expertise in this area, we would like to cordially invite you to join the editorial board of the “Journal of Solar Energy Research Updates”.
(…)
Traduzindo:
Considerando seu interesse de pesquisa e “expertise” nesta área, gostaríamos de cordialmente convidá-lo para juntar-se ao quadro de editores científicos da revista “Journal of Solar Energy Research Updates”.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

MUDANÇAS NO CICLO DA ÁGUA
Eu disse que esta mensagem seria em relação à continuação da conversa que tive com o diretor de assuntos climáticos da NASA, mas, antes disso, vou falar sobre meu comentário abaixo (em inglês) que fiz no site de uma revista da turma deles (dos empíricos), “peitando” eles diretamente numa casa deles. 
Vou sintetizar a mensagem com os principais tópicos que esclarecem muito sobre os absurdos e insanidades da “ciência” da turma do chamado aquecimento global e mudanças climáticas. Essa gente não tem ciência nenhuma e a pouca que tem é errada, como demonstro neste blog, nO ARTIGO e abaixo em inglês, entre outros lugares. E desde o comecinho quando me interessei pelo assunto tenho demonstrado isso e de lá pra cá as minhas provas só têm se aprofundado e confirmado sempre mais a falta de ciência deles. 
Por exemplo, eles dizem que “o vapor d’água aumenta com o aquecimento atmosférico da Terra”, mas isto é completamente errado e absurdo! Ora, vapor d’água é massa e aquecimento não cria massa! E massa não cria massa! Se só a temperatura criasse vapor d’água, o Saara seria o lugar mais úmido do planeta! Só isso já demonstra claramente a tremenda falta de conhecimento teórico (direção correta) dessa turma que se mete a fazer previsões (adivinhações!) e baseadas em conceitos errados que mexem com os destinos da humanidade.
Eles também dizem que a evaporação aumenta com o aquecimento atmosférico. Mas, não entendem sobre os princípios da evaporação, só sabem fazer trabalhos empíricos sem conexão com a verdadeira teoria e, assim, quando precisam mostrar conhecimento teórico-chave sobre o assunto não conseguem, como demonstro no texto em inglês, por exemplo. Com o aumento da temperatura do ar para a mesma temperatura da água, a evaporação DIMINUI e isto está em qualquer equação para o cálculo da evaporação, só que está de forma indireta e então eles não alcançam e, por isso, fazem muitos erros absurdos nessa área também, a qual, inclusive, está no coração da questão das mudanças climáticas, mas eles nem sonham com isso.
Portanto, como calor não cria massa e eles dizem (sem saber) que temperatura cria massa (risível!) e atribuem tudo ao aquecimento provocado pelo suposto efeito estufa causado pelo CO2, está agora muito claro e fácil verificar e concluir que as mudanças no ciclo da água (ex.: muitas enchentes em vários lugares do planeta – se uma gota d’água for jogada para cima, uma gota volta e as indústrias, termelétricas e nucleares têm jogado muito mais do que uma gota d’água para cima e mais rápido do que os processos naturais conseguem), NÃO são, confirmadamente, causadas pelo CO2! São, isto sim, causadas conforme explico nO ARTIGO e através do Novo Ciclo Hidrológico descoberto por este autor. Se essa descoberta tivesse sido feita nos EUA, o autor já teria mudado o mundo e seria um deus.
Mas, percebe-se que eles não têm absolutamente nenhum interesse em corrigir algo ou os rumos, ao contrário, querem manter o ‘status quo’, a “religião”, os “dogmas” (pois ciência isso não é mesmo!) montados até agora. Eles querem continuar fazendo seus trabalhinhos que lhes rendem publicações, verbas, fama, interesses, poder, status, etc. Para isso basta fazerem qualquer pesquisa sobre qualquer coisa ou eventos (e aparecem centenas a todo instante) e relacioná-los ao CO2, mesmo que não haja nem provem tal relação científica ou esta seja completa e cientificamente errada (outro ex.: http://sartori-globalwarming.blogspot.com). Para eles, agora, não interessa mais encontrar o rumo certo e isso demonstra a frontal violação dos princípios e objetivos da verdadeira ciência. Para eles, quê importa se a essência da ciência deles é infundada e errada já que têm o comando do mundo na mão e qualquer coisa que jogam na mídia é repercutida? Quê importa isso se eles fazem adivinhações para 100 e agora até para 200 anos à frente? Se eles são tão bons em adivinhações, por quê não as fazem para daqui a um ano? A verdade é que eles começaram errados por causa de suas bases “científicas” erradas, continuam errados pelas mesmas bases, muita coisa mesmo não bate e agora não podem mais admitir que sua essência esteja errada, inclusive porque sua “ciência” também não lhes permite enxergar. E assim caminha a humanidade…


WATER-CYCLE CHANGES
Dear Editor,
Changes in the water cycle have been understood as consequences of a warmer atmosphere, with statements such as “water vapor increases as the Earth’s atmosphere warms”. However, the water vapor does not increase as the Earth’s atmosphere warms! Increase of temperature does not increase the mass of water in the atmosphere! Heat does not create mass! Mass does not create mass! A warmer air only has the capacity, the potential, for absorbing more water vapor, but this potential is used only if there is addition of mass of water. Even in a warmer condition, the atmosphere remains with the previous amount of water vapor if there isn’t direct addition of water vapor. This corresponds to the simplest psychrometric process called “sensible heating”, where the dry bulb temperature increases but since no moist is added the humidity does not increase. If the air temperature alone increased the water vapor, the Sahara would be the most humid place on the planet!
Such erroneous understanding has also led to the erroneous understanding that this potential of absorption corresponds to the evaporation capacity. Concepts such as “warmer air temperatures evaporate more water” have led to incorrect works, models, conclusions and decisions for the humanity. Among many other things (described in Sartori 1996; 2012), the evaporation depends on the gradient Pw – Pa and the relevant fact is that pressures depend on temperatures and thus the evaporation depends on tw – ta, which means that if ta increases for a same tw, the evaporation decreases. And the water has a thermal inertia 4.2 times greater than the air, and then the air temperature fluctuates more than the water temperature. Therefore, for a considered increase in air temperature the evaporation decreases. This is also shown in Sartori (1996) where we can see that for a same water temperature even with a relatively higher wind velocity, a higher air temperature produces an evaporation lower than that for a lower air temperature. High air temperatures have a strong power in reducing the evaporation, and this factor together with the greenhouse effect created by covering an open evaporator with glass or by covering the atmosphere with clouds also explains why the evaporation has decreased in the last times. Moreover, in the last 50 years the evaporation has decreased while the precipitation has increased which apparent inconsistency together with such incorrect concepts led to the erroneous “evaporation paradox” and its non-sense “solutions” by Brutsaert-Parlange (1998) and by Roderick-Farquhar (2002), for example. Such absurd works led to the present author’s discovery of the New Hydrological Cycle (Sartori 2012).
Therefore, changes in the water cycle are not due to the supposed greenhouse effect or warming by the CO2, but according to direct additions of water vapor, aerosols and heat by certain human activities, as demonstrated in Sartori (2012) and in future works.

  
Sartori E. (1996). Solar Still versus Solar Evaporator: A Comparative Study between their Thermal Behaviors. Solar Energy, V. 56, No. 2.
Sartori E. (2012). The Physical Principles Elucidate Numerous Atmospheric Behaviors and Human-Induced Climatic Consequences. Open J. of Applied Sciences, V. 2, No. 4.
  

sábado, 5 de abril de 2014

FURO MUNDIAL!

A NASA fracassou nas viagens espaciais e agora parece estar se dedicando mais à questão do “aquecimento global causado pelo CO2” para ocupar seu tempo ocioso. Inclusive, o respectivo instituto leva o nome ‘espacial’, mas agora se dedica à atmosfera. Mas, esperava-se que ela falasse diferente dos empíricos, mas, ao contrário, fala tudo igualzinho, ou seja, repete e sustenta toda a “ciência” empírica, cujos absurdos sempre tenho demonstrado. Por isso ela vai soçobrar de novo, pois a essência “científica” dessa gente está mesmo errada, seus pilares e métodos não se sustentam. Vamos ver mais coisas aqui que reforçam e comprovam ainda mais as minhas análises e com grandes e novas bombas!

Eu tinha dúvidas sobre o que realmente é a “temperatura superficial” que a literatura dos empíricos se refere, mas nunca a define, então resolvi escrever diretamente para o diretor do instituto GISS da NASA, que é o que cuida dessa área. Então, por temperatura superficial entende-se a temperatura do AR próximo do chão e medida entre 3 e 15 metros de altura, normalmente, mas não há um padrão para tais medições. Até aí nada demais, isso já era esperado e essas diferenças de alturas não chegam a representar grande problema se toda vez as medições forem tomadas nos mesmos lugares.

A conversa que se seguiu é que trouxe incríveis novidades e que apenas confirmam perfeitamente tudo o que venho dizendo. Conhecer ou ouvir as bases que constituem aquela “ciência” diretamente de alguém que comanda um órgão tão importante e que influencia o mundo sobremaneira é de aterrorizar.

BOMBA! BOMBA! BOMBA! Há poucos dias a NASA divulgou (também por vídeos) que a temperatura média do planeta é de 14 ºC e que ela aumentou 0,6 ºC em 2013. Agora vejam o que esse diretor disse sobre esse número e sobre como são obtidas as temperaturas que influenciam o mundo: “14 ºC is a rough (not very useful) estimate based on a combination of observations and model runs, an imprecise and in my opinion useless piece of information”. Traduzindo: “14 ºC é uma grosseira (não muito útil) estimativa baseada em uma combinação de medições e de execuções de programas de modelos, uma imprecisa e, em minha opinião, inútil peça de informação”. Ele disse: as temperaturas são obtidas por medições e também por modelos, ou seja, com interferência humana direta! Em outras palavras, possíveis manipulações, já que tais temperaturas não são obtidas somente por medições! E que o valor de 14 ºC é um resultado grosseiro. Então, se esse valor é um resultado grosseiro, como é que eles se atrevem a dizer que a temperatura média do planeta é de 14 ºC e que aumentou 0,6 ºC, já que tal acréscimo estaria facilmente dentro da margem de erros dessas medições e interferência humana? Isso não é ciência!

Aparentemente ele discorda desses dados e isso surpreende muito, pois foi exatamente o instituto que ele dirige que divulgou esses dados. E ainda tem muito mais da conversa que demonstra que a ciência da NASA nesse assunto não é nada diferente da dos empíricos. Mas, vou contar isso na próxima mensagem em que a partir dos respectivos emails foi mostrado que até a temperatura média do planeta não é de 14 ºC.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Olhem como é o mundo dos empíricos e ‘modelistas’ do “aquecimento global causado pelo CO2” e suas revistas. Foi publicado um artigo em que os autores tentam achar uma relação entre temperaturas e precipitação (chuva). Só que os resultados do ‘modelo’ não conferem com as medições reais de precipitação, ou seja, o modelo não funciona.
Ora, fazer modelos e previsões que não dão certo é muito fácil, assim como é muito fácil tais artigos serem publicados pelas suas revistas, que depois são usadas pelo IPCC e outros órgãos nacionais e internacionais para “preverem” o futuro e os destinos do mundo. E, sabidamente, tais modelos são muito incompletos e errôneos, até porque nenhum modelo conseguirá jamais levar em conta ou prever todas as causas, consequências, complexidades, interações, quantidades e variabilidades do clima planetário, ainda mais com as “teorias” dos empíricos. E todos esses artigos sempre relacionam tudo ao CO2, mesmo que fisicamente não haja uma relação importante, pois, como já demonstrei, o CO2 só participa com cerca de um por cento (!) na temperatura ambiente.        
Bem, a gente fala tanto no planeta e na vidinha aqui na Terra que por momentos parece que é só ele ou só nós que existimos no Universo, então, neste início de ano vou dar algumas informações que não têm a ver com o assunto principal deste blog, mas que servem para conhecimento e reflexão sobre vários aspectos desta vida terráquea.  
O nosso planeta orbita em torno do sol de nosso sistema solar e esse sistema está dentro da nossa galáxia chamada Via Láctea, a qual possui cerca de quatrocentos bilhões de estrelas. Uma volta da Terra em torno do Sol dura um ano e o nosso sistema solar inteiro orbita em torno do centro da Via Láctea. O nosso Sol está a cerca de 2/3 da distância entre o centro e a extremidade da galáxia. O nosso sistema solar se move a 800 mil km/h (!) e, assim, em 90 segundos, por exemplo, todos nós nos movemos 20.000 km na órbita em torno do centro da Via Láctea. Mesmo com essa absurda velocidade, o nosso sistema solar demora cerca de 200-250 milhões de anos para dar uma volta completa em torno do centro da nossa galáxia. E existem bilhões ou mais de galáxias no Universo. É pequeno esse mundão? 

domingo, 10 de novembro de 2013

Recebi o seguinte email:
“Dear Ernani Sartori !
The editorial office of the Society for Science and Education (SSE), United Kingdom has gone through your article titled "The Physical Principles Elucidate Numerous Atmospheric Behaviors and Human-Induced Climatic Consequences" that was published in the journal "Open Journal of Applied Sciences".
We are very much impressed by your idea, your understanding of the subject, your problem solving approach and the methodology”.

Traduzindo:
Prezado Ernani Sartori !
O escritório editorial da ‘Society for Science and Education (SSE)’, Reino Unido, encontrou seu artigo intitulado "The Physical Principles Elucidate Numerous Atmospheric Behaviors and Human-Induced Climatic Consequences".
Estamos muito impressionados com sua ideia, seu entendimento do assunto, sua solução do problema e a metodologia.

O artigo citado é O ARTIGO (link ao lado das postagens).

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Esses criminosos de lesa-pátria entregam nossas riquezas, nosso patrimônio, nosso valioso petróleo para empresas estrangeiras e deixam nosso povo e país mais pobres e as empresas mais ricas e, depois, aumentam os preços da gasolina deixando o povo mais pobre e as empresas mais ricas outra vez. Por coisas desse tipo que o país nunca alavanca. No mínimo, o povo tem que tirar do poder esses entregadores do patrimônio brasileiro, que só repetem o que a turma do FHC fazia.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

TORNADOS E FURACÕES
Mais um tornado devastador aconteceu no Brasil, desta vez em Taquarituba (SP), em 22/09/13. E os meteorologistas colocaram a culpa na primavera, mas primavera sempre existiu no Brasil e tornados não, bem como o povo brasileiro nem sabia direito o que era isso nem seus nomes e esse tipo de coisa só existia em filmes e em outros países, embora a primavera sempre existiu no Brasil. Eles também dizem que os tornados só se tornam conhecidos quando acontecem em cidades, pois, dizem eles, no campo não tem ninguém pra filmar e registrar. Ora, se tornados tivessem sido assim tão normais no campo desde sempre, é claro que saberíamos disso, pois as plantações seriam arrasadas e árvores seriam arrancadas. Todos de sã consciência sabem que essas coisas começaram a aparecer recentemente e não por causa das câmeras, pois a imprensa e o rádio existem desde longa data e nunca relataram nada.
Outros meteorologistas colocam a culpa no “aquecimento global causado pelo CO2”, mas isto também não é verdadeiro, como tenho explicado neste blog e em artigo científico internacional. Essa gente do “aquecimento global” acha que o efeito estufa causado pelo CO2 cria um grande aquecimento no planeta e isto gera todo tipo de consequencia climática como tornados, furacões, secas, enchentes, etc, porém eles nem explicam como isso se daria, eles apenas atribuem tudo ao “aquecimento global” e pronto! Isso não é ciência! E como vemos acima, eles explicam tornados e furacões de forma ridícula. Eles entendem todas essas questões de forma absurdamente errada bem como o funcionamento da atmosfera e colocam tudo num saco só, mas não é assim, pois cada um desses fenômenos tem suas causas e explicações. A atmosfera não é monolítica, como uma barra de ferro, ela é gasosa e, por isso, tem movimentos gerados por inúmeras causas! Qualquer efeito estufa homogeniza as temperaturas e estas então não criam as condições para gerarem tornados e furacões. Estes têm suas causas isoladas de qualquer efeito estufa. Então, estabeleço uma data para o aparecimento desses eventos no Brasil.  
Já em 1994 o FHC começou dizendo que iria privatizar o setor energético brasileiro (a qual não trouxe nenhuma vantagem para o povo, já que os preços da energia elétrica subiram vertiginosamente bem como as linhas de transmissão estão obsoletas e não há concorrência nesse setor, ao contrário do prometido) e iria importar termoelétricas. Enquanto a propaganda do governo para essas usinas dizia que era energia limpa (!) e especialistas repetiam tamanha desfaçatez (e o slogan era “Sem influência das estações climáticas” e eu emendava com “Têm influência nas estações climáticas”), fui o primeiro ou um dos primeiros a mostrar os graves danos ao ambiente e ao país que tais usinas causariam. Mas, eu nem me referia a tornados e furacões, que naquela época eram inimagináveis para o Brasil. Inclusive, naquela época, ainda contava-se a piada que diz que os outros países têm tornados, furacões, terremotos, vulcões, frio intenso, etc, mas que no Brasil não há nada disso, porém... Pois é, tanto a piada quanto a realidade já não valem mais para o Brasil. Então, alguma coisa mudou seriamente dos últimos anos pra cá. Isso está bem claro.
Mas, é preciso alguma explicação técnica que vá de encontro a esta análise, caso contrário, seria só uma imaginação. Portanto, tendo-se identificado que tornados e furacões apareceram no Brasil nos últimos anos concomitante com o enorme aumento dessas instalações por aqui, vamos verificar se essas usinas podem justificar o aparecimento desses desastres que a população e os meteorologistas ainda acham que são naturais.
Como eu já disse várias vezes, o vento acontece por causa de diferenças de pressões, as quais são causadas por diferenças de temperaturas. Quanto mais forte for o vento, maiores precisam ser as diferenças de pressões e maiores precisam ser as diferenças de temperaturas. Inclusive, conforme a velocidade do vento, posso dizer através de cálculos qual é a temperatura necessária e vice-versa. Aí vem a pergunta: as termelétricas são capazes de causar grandes diferenças de temperaturas? Podem sim! Elas jogam toneladas de gases no ar a altíssimas temperaturas por hora e, então, criam bolsões de ar muito quente que causam fortes diferenças de temperaturas, com consequentes fortes ventos, quando certos mecanismos da atmosfera se combinam.
Depois de eu ter percebido isso, analisei o que acontece naquele país que nos USA e abUSA e verifiquei que do centro para leste daquele país invasor e destruidor de países é onde acontece a totalidade dos tornados e furacões, bem como é naquela região onde tem a enorme concentração de termelétricas potentes, como mostro os mapas neste blog. Agora vou apresentar o mapa da China, obtido por satélite da NASA, onde vemos em vermelho os bolsões de ar quente observados nos últimos meses deste ano. E nesses últimos meses também ocorreram muitos tornados e furacões naquelas regiões asiáticas, não apenas na China, pois outros países estão no caminho dos fortes ventos (na Ásia, os furacões são chamados de tufões), assim como o Caribe está no caminho em relação aos fortes ventos que se dirigem aos EUA. Esses bolsões de ar quente também ocorrem na referida região dos EUA.      
No caso da China, não é necessário que sejam exclusivamente termelétricas a causarem esses bolsões, pois aquele país sofreu forte industrialização e então muitas indústrias juntas podem também contribuir para tal aquecimento atmosférico. Esse mapa também é muito importante para mostrar que aquecimento atmosférico pode sim ser causado por certas atividades humanas, mas que não é global nem causado pelo CO2, como sempre tenho dito e demonstrado. 
No caso do Brasil, como não ocorreu forte industrialização, podemos descartar as indústrias como principais causas, mas vejam o que ocorreu com as termoelétricas: em São Paulo já são 380 delas instaladas sendo que as dos Estados vizinhos também influenciam, pois no Brasil já têm 1720 dessas usinas instaladas. Anotem aí: como essas usinas vão aumentar muito, os tornados e furacões também vão aumentar muito, com muitas devastações por aqui. E lembrar que antes das termoelétricas essas coisas não eram vistas no Brasil...

sábado, 8 de junho de 2013

Há poucos dias divulgaram que a quantidade de CO2 na atmosfera chegou a 400 ppm (partes de CO2 por milhão de partes de ar) e fazem um estardalhaço (mas menos do que antes). São várias coisas a considerar. Primeiro, para este valor ser representativo para todo o planeta, as medições deveriam ser feitas nos mesmos lugares (ou aproximadamente) em que são tomadas as temperaturas ambientes, mas não é assim que acontece. Por exemplo, a chuva traz CO2 de volta, então como é que a quantidade de CO2 na Amazônia onde chove todo o dia pode ser igual à do Saara? Além disso, tais números de ppm provêm de medições feitas no Havaí, um lugar recheado de vulcões em atividade que emitem milhões de toneladas de CO2 que se espalham no ar e, então, como podem atribuir as ditas 120 ppm do período industrial a atividades humanas somente? E, vejam só, no Japão tem um vulcão que entra em erupção cerca de 500 vezes por ano (!), ou seja, está ativo o tempo todo. 
Além disso, nO Artigo fiz o seguinte cálculo que dá uma ideia da influência relativa de cada gás no aquecimento atmosférico. Vamos ver. Se a atmosfera fosse constituída somente por vapor d’água, a manutenção de sua temperatura seria devida 100% a este gás. Se a atmosfera fosse constituída somente por vapor d’água e CO2 e assumindo uma relação linear com a temperatura, uma simples regra de três dá a influência de cada gás na construção de qualquer temperatura. Por exemplo, para uma quantidade total de 40.370 ppm (40.000 de vapor d’água e 370 de CO2) e para 20 ºC, a influência do vapor d’água seria de 19,82 ºC e a do CO2 de 0,18 ºC. Se o CO2 fosse mais absorvedor de radiação do que o vapor d’água, esse resultado seria modificado, mas este não é o caso. O vapor d’água combina sua maior quantidade na atmosfera com sua característica física de maior absorvedor (e ainda nas porções mais energéticas do espectro de radiação solar, ao contrário do CO2) e, ainda, como demonstro nO Artigo, possuir a maior inércia térmica, para ser o principal gás de efeito estufa. O CO2 é o segundo, mas muito longe do primeiro. A influência dos outros gases é muitíssima menor do que a destes dois.
Além disso, como demonstro nO Artigo, o aquecimento atmosférico não se resume aos efeitos da radiação, pois há muitos outros fatores que contribuem e interferem nisso. Mas, aqui, considerando apenas a radiação e se as quantidades dos gases aumentarem, a quantidade total também deve aumentar e, assim, se o CO2 subir para 500 ppm, as relativas influências acima ficam como 19,75 ºC e 0,25 ºC, respectivamente. Mas, se o vapor d’água passar para 45.000 ppm e o total for de 45.500 ppm, então as relativas influências seriam de 19.78 ºC e 0.22 ºC, respectivamente. Ou seja, ao contrário do que faz a turma dos empíricos, não podemos considerar o aumento de um gás isoladamente e desprezar os outros bem como os novos totais. Ou seja, a influência do CO2 com esses níveis é mínima, insignificante. Se o CO2 chegar a 2.000 ppm (o que não pode ser levado muito a sério, conforme explicado acima), a influência do CO2 seria do ordem de 0.85 ºC (levando em conta os outros gases), o que também não é nada significativo para alarmarem um sério aquecimento atmosférico ou global ou ainda causar eventos como enchentes, tornados, furacões, etc. E este número ainda é drasticamente reduzido quando se considera que a absorção de radiação do CO2 acontece nas porções menos energéticas do espectro de radiação solar. Eles também alarmam sobre os efeitos do metano (CH4) e do óxido nitroso (N2O). Para os atuais níveis de CH4 de 1,75 ppm e de N2O de 0,32 ppm, a participação de cada um destes numa temperatura média de 20 ºC seria de 0,00074 ºC e de 0.00014 ºC, ou seja, nada! Mas, com 2.000 ppm de CO2 as pessoas começam a ter problemas de saúde, ou seja, isto aconteceria muito antes de algum aquecimento considerável, mas isto eles nunca consideraram. E também falam que daqui a alguns anos as temperaturas subirão 6 ºC. Vamos ver. Para tal aumento de temperatura o nível de CO2 deveria ser da ordem de 20.000 ppm. Isto já estaria muito acima de 5.000 ppm, que é o limite de exposição permissível ao CO2, pois esta quantidade já causaria privação de oxigênio. Mas, eles só falam em aquecimento!
O chamado aquecimento global e a natureza têm recebido as culpas por enchentes, tornados, furacões, mas, na verdade, não têm condições nem potenciais para causarem tais eventos tão violentos. As causas para isso tudo são diretas mesmo, produzidas por certas atividades humanas, como demonstro nO Artigo e também em outras partes deste blog. Por exemplo, se uma gota a mais de água for jogada para cima, uma gota a mais de água voltará. E agora vejam isso: 40% do uso de água nos EUA são feitos por usinas termelétricas e nucleares, enquanto que na Europa esse percentual é de 50%, ou seja, uma grande parte dessa água é jogada pra cima que depois volta, muitas vezes ao mesmo tempo causando enchentes. É interessante também notar essa diferença de percentuais. É que na Europa há mais usinas nucleares do que termelétricas e as nucleares usam mais água do que as termelétricas. Mas, os EUA estão cheios de potentes termelétricas que jogam milhões de toneladas de gases por hora a altíssimas temperaturas (cerca de 2.000 ºC cada) para o alto e, com isso, aquecem diretamente porções do ar e causam violentas diferenças de temperaturas e pressões que são as causas de tornados e furacões. A região centro-leste dos EUA onde acontecem os tornados e furacões é exatamente onde tem a maior concentração de termelétricas daquele país invasor. No lado oeste dos EUA, Califórnia, por exemplo, a quase totalidade de usinas de energia é de hidrelétricas e não se ouve falar em tornados e furacões naquela região. Nos últimos anos foram instaladas mais termelétricas na Europa e também mais tornados e furacões apareceram naquele continente.
Levantamentos feitos em todo o mundo mostram claramente que o século XX e quase todo o planeta ficaram mais úmidos. O IPCC sempre desprezou e nem sequer relaciona o vapor d’água como influente no aquecimento atmosférico e nas mudanças climáticas e agora não sabe o que fazer com esses dados publicados. Eles só querem saber do CO2. Mas, isto vai mudar. Mas, ainda não entendem e tentam explicar que o aquecimento “global” é o responsável por intensas enchentes em várias partes do mundo assim como dizem que o tal aquecimento é o responsável por tornados e furacões. Mas, aquecimento não aumenta a quantidade de água (massa) existente na atmosfera – se fosse como dizem os desertos seriam cheios de água – nem temperaturas ambientes têm potencial para causarem tornados e furacões. Só mais água jogada para cima é que explica enchentes bem como muito calor jogado para cima explica tornados e furacões, sem dificuldades, como também demonstro nO Artigo.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Um cientista que leu o artigo sobre evaporação de árvores e águas no endereço

http://sartori-globalwarming.blogspot.com

mandou a seguinte mensagem:

"I am glad that your intuitions and background provide greater predictive skill than climate models. You are a lucky guy. Not everyone has intuitions with such skill".

Traduzindo:
Alegro-me que suas intuições e conhecimentos produzem maior habilidade preditiva do que modelos climáticos. Não é qualquer um que tem intuições com tal habilidade (física e matemática).

terça-feira, 16 de abril de 2013

Um trabalho de 2011 da turma dos empíricos, esta da Univ. de Stanford, do Carnegie Institute e do Lawrence Berkeley Laboratory, todos dos EUA e feito com métodos, conhecimentos e modelos empíricos, diz que a evaporação não só resfria os ambientes próximos de onde ela acontece (é sabido), mas também resfria a atmosfera e o planeta como um todo (novidade errada). Eles dizem que plantando árvores e colocando água em lugares secos, o planeta esfriaria 0.54 ºC. À primeira vista parece que mais árvores e águas resfriariam o planeta, mas, eles não tratam a questão com base nas leis e princípios físicos e, além disso, há muitas coisas a considerar além de uma simples relação que eles enxergam (e com erros). Por exemplo, se fosse como dizem, a Amazônia seria o lugar mais refrescado do mundo, mas não é, é muito quente e úmida que faz as pessoas se sentirem muito desconfortáveis porque a enorme umidade do ar não deixa o suor evaporar facilmente e, assim, com essa massa e calor sobre a pele o conforto fica precário. E o calor que sai junto com a evaporação de árvores e águas e resfria os lugares de origem tem de ir pra algum lugar e esse lugar é a atmosfera e, então, aquece-a até que os ciclos se completem. E no trabalho eles só consideram o ciclo completo para o calor da evaporação, mas não para outros calores que também são transferidos. E quando a emissão de água e calor é muito grande, como na Amazônia, o aquecimento permanece na atmosfera e os seres vivos sentem mais calor e desconforto. Além disso, mais nuvens fecham o ambiente, diminuem o vento (como ineditamente demonstrei nO Artigo) e por isso o tornam abafado, pois causam menor perda de calor e desta forma mantêm mais calor sob essa cobertura, do mesmo modo como faz uma tampa sobre uma panela com água.
Mas, o mais importante nesse trabalho (e em outros da turma dos empíricos) é o que sempre venho dizendo, que os métodos, modelos e conhecimentos deles são muito precários, eles não conseguem analisar e realizar as questões sob a ótica dos verdadeiros princípios físicos e por isso violam leis da termodinâmica e da natureza com a maior naturalidade e, assim, cometem muitos erros absurdos. Eles justificam o trabalho e conclusões dizendo que mais evaporação cria mais nuvens e essas então diminuem em 0.49 W/m2 a radiação solar que chega à superfície da Terra e isto resfria o planeta em 0.54 ºC. Esta é a única explicação e simplória que dão sobre o assunto. Inclusive, essa conclusão deles não foi fruto do desenvolvimento do referido trabalho, mas apenas consequência de prévio entendimento deles de que as nuvens produzem apenas resfriamento. E os trabalhos dessa turma estão sempre cheios de números pequenos e tão “exatos” com precisão nos centésimos, mas seus desenvolvimentos são normalmente baseados em “chutes”, métodos e procedimentos empíricos sem base em princípios fundamentais, “previsões”, erros de avaliações e de toda espécie, então, como afirmam resultados assim tão “exatos” se todo o trabalho fica comprometido?
Vejam, por exemplo, outro absurdo: de repente, lá no meio do artigo (eles costumeiramente não mostram suas equações, suas bases e desenvolvimentos físico e matemático, apenas jogam afirmações e conclusões nos artigos, contrariando as normas da verdadeira ciência) eles dizem que a precipitação (chuva) diminui em 0.41%. Mas, como podem as mesmas nuvens e mais nuvens causarem menos chuvas? Se mais água sobe, como pode menos água descer? Então, é preciso menos nuvens para termos mais chuvas? Com isso, eles violam a lei da conservação de massa enquanto seu trabalho completo viola a lei da conservação de energia. Absurdos!! Eles nem percebem absurdos tão evidentes. E tudo isso é feito e passa por autores de universidades famosas (daquelas que o povo baba), por revisores e editores de revistas tidas como respeitáveis, pela mídia que repercute e assim por diante. Isso acontece porque ninguém dessa “ciência” é capaz de enxergar e entender os absurdos.
E ainda, como demonstro nos comentários, os 0.54 ºC produziriam uma redução de temperatura da ordem de 700 ºC (setecentos!), à noite, por exemplo, ou ainda mais. Tem cabimento! Tá tudo errado! E é gente dessa turma de empíricos que comanda o mundo nessa área, incluindo o IPCC (que é a reunião desses empíricos, mas oriundos de governos – pois é um grupo intergovernamental – em que a maioria é de burocratas que repetem o que leem dos empíricos). O problema dos erros do aquecimento “global” e das mudanças climáticas não é apenas o CO2!
Meus comentários (em inglês) estão no endereço:

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O ARTIGO

Leiam O Artigo THE PHYSICAL PRINCIPLES ELUCIDATE NUMEROUS ATMOSPHERIC BEHAVIORS AND HUMAN-INDUCED CLIMATIC CONSEQUENCES (Os Princípios Físicos Elucidam Inúmeros Comportamentos Atmosféricos e Consequências Climáticas Induzidas pelo Ser Humano) de acesso livre para todos em
http://www.scirp.org/journal/PaperInformation.aspx?paperID=25758

para entenderem que o ser humano é sim capaz de interferir no clima, mas não do jeito que dizem e independente das variações da radiação solar (depois do link, clicar em "Open Access" para abrir o artigo). Ele também pode ser acessado através do sistema NASA-Harvard-Smithsonian no endereço

http://adsabs.harvard.edu/abs/2012OJAS....2..302S

Ele foi submetido e analisado pelo quadro de editores da revista American Journal of Climate Change e também analisado pelo quadro de editores da revista Open Journal of Applied Sciences, ambas de acesso livre e pertencentes a uma editora que publica mais de 200 revistas científicas internacionais. É importante que seja uma revista de acesso livre, pois isso permite a mais rápida e abrangente disseminação de seus conteúdos. Foi decidida a publicação na revista OJAppS porque apesar do assunto do artigo ser mudanças climáticas, o seu conteúdo é fundamentado em princípios físicos, que é a dedicação da revista bem como desde o começo venho dizendo que a atual ciência empírica absurdamente não conhece conceitos básicos de teorias de conhecimento universal. É certo que meus atuais desenvolvimentos têm tudo a ver com meus desenvolvimentos científicos anteriores em outra área e, então, é uma contribuição que tenho a dar para novos conhecimentos e aperfeiçoamentos, mas, o que não me convence é que os destinos do mundo estão nas mãos de uma gente que desconhece muito ao mesmo tempo em que é muito soberba, prepotente e não aceita correções.
O trajeto até chegar a essa publicação não foi fácil, por ter que bater de frente com todo um ‘status quo’ em defesa da referida ciência que produz um pensamento único e também por ser o autor deste artigo proveniente de um país periférico. Vejam, resumidamente: uma revista da área atmosférica que também se dedica a mudanças climáticas e aquecimento global, disse que “não tem revisores competentes” para analisar o artigo e assim não aceitou passá-lo pelo processo normal de revisão. Até que foram bastante honestos, mas tal declaração de uma revista justo da área atmosférica é mais um atestado de que a referida ciência empírica não conhece os corretos princípios físicos e não consegue compreendê-los e aceitá-los nem que alguém os explique tim-tim-por-tim-tim, tais as suas limitações científicas e tal o pensamento único numa direção só (e errônea). E isso também vale para as revistas que vêm a seguir. Uma revista da área de mudanças climáticas disse que o artigo é muito ambicioso e também não o aceitou para o normal processo de revisão. É incrível, porque o artigo não tem nada de ambicioso, a não ser que é obrigado a bater de frente com uma ciência montada erroneamente. Sinto-me praticando e aplicando apenas os conceitos básicos da verdadeira ciência e o escrevi de forma fluente e numa feita só. E todos os dados experimentais obtidos por diversos autores ao redor do mundo e em diferentes períodos conferem e se encaixam perfeitamente com todos os princípios físicos que demonstrei e sem restarem dúvidas, ao contrário de muitos cientistas da área empírica que ficam sem entender até seus próprios resultados e, assim, não conseguem encontrar um rumo certo. E com a base teórica deles não é possível encontrar as devidas soluções para tantas questões como as encontrei e todas ao mesmo tempo (já que são entrelaçadas) e, pelo andar da carruagem deles, isto provavelmente não seria possível nos próximos 100 anos, já que eles gostam deste número. De fato, para os empíricos conseguir somar 2+5 e entender o resultado deve ser uma tarefa ambiciosa; uma revista da área da dinâmica do clima disse que o artigo não é adequado para ela e não o passou pelo normal processo de revisão, contrariando os princípios éticos (publicados) da própria revista. Era de se esperar que ela dissesse objetivamente porque não é adequado, com argumentos científicos honestos, mas não fez isso. Mas, de fato, o artigo não tem nada a ver com o empirismo, com o pensamento único e com os lotes de adivinhações dessas revistas; outra revista da área de mudanças climáticas enrolou, enrolou, enrolou, enrolou, enrolou... e enrolou e... e não deu nenhuma resposta. Tudo isso me deu uma desesperança muito grande ao ver que soluções para tanta coisa absurda não estavam podendo vir à tona.
Esse artigo muda o mundo, isto é, muda a atual “ciência” sobre mudanças climáticas e do chamado aquecimento global, a qual é quase totalmente empírica (só se dedica aos limitados, variáveis, isolados e confusos dados experimentais, que sozinhos não estabelecem rumos, bem como cria termos e “modelos” próprios que não têm nenhuma base e sentidos científicos). Aliás, prefiro mais falar em mudanças climáticas do que em aquecimento global. O termo “global”, que dá a impressão de que tudo é global sem exceção, é incorreto e impreciso e, assim, gera incertezas e discussões.
Nessas revistas, há, porém, muitos trabalhos de medições sérias e corretas que dão excelentes e importantes contribuições, mas para os empíricos muitas delas permanecem isoladas e sem entendimento porque lhes faltam o guarda-chuva da correta teoria e do rumo certo, que agora se abre nesse artigo meu. Além disso, tal ciência vive de fazer adivinhações principalmente para o longínquo futuro e baseadas em seus “modelos” que todo mundo já sabe que não funcionam. Chegam a “prever”, por exemplo, que de 2021 a 2060 vai acontecer tanto disso e de 2061 a 2100 vai acontecer tanto daquilo, como se pudessem saber com certeza os acontecimentos, as variações e as transformações do mundo com suas quantidades e nos exatos tempos e ainda com base em seus conceitos errôneos. Adivinhação não é ciência, mas as revistas consideradas top de linha pelos empíricos aceitam lotes de tais artigos com a maior naturalidade. E cada “previsão” é muito diferente da outra, então, é só “abobrinha” e com muitos outros absurdos publicados nessas revistas.
Se o mundo vai mesmo mudar isso é outra história e é difícil, pois vai depender dos corações e mentes e de mudar todo um “status quo” e toda uma imensurável estrutura de pensamento único. Bem, eu mostrei como são as coisas e agora eles não podem mais dizer que desconhecem o assunto e podem escolher entre continuar no caminho que leva o mundo para o precipício do conhecimento e da realidade ou adotar o caminho da planície científica. Se os conceitos do artigo tivessem sido originados nos EUA então o mundo todo já estava mudado, até mesmo antes da publicação do artigo, bem ao contrário do que faz a grande imprensa brasileira que bloqueia coisas importantes (só as importantes). Exige liberdade pra ela enquanto faz censura a todo instante. Mas, em relação à ciência pura e simples, com esse artigo a atual “ciência” está agora mudada.
Nesse artigo também se encontram mudanças sobre a área da evaporação e as demonstrações física e matemática (jamais feitas) do antigo e do NOVO CICLO HIDROLÓGICO que descobri e agora está registrado mundialmente. Este novo ciclo das águas muda todo o conhecimento do mundo sobre o ciclo hidrológico natural ou convencional que sempre foi ensinado e aprendido desde os estudos básicos e até hoje usado pelos cientistas do mundo bem como era considerado um conhecimento estabelecido e imutável da humanidade. Se tivesse sido um americano a descobrir esse novo ciclo, o mundo todo já estava agitado e era prêmio Nobel na certa (o Al Gorou ganhou esse prêmio porque agitou o mundo, uma vez que apenas repetiu tudo o que os empíricos já falavam), mas, faço meu trabalho com gosto sem esperar por prêmios ou recompensas, pois só procuro ajudar a humanidade, o que por si só é uma recompensa.

Eu preferia poder provar que o ser humano não é capaz de causar mudanças climáticas, mas, a meu contragosto, a verdadeira ciência que aplico desde o começo não permite fazer isso. Um exemplo didático: em lugares ou estações secas as pessoas costumam colocar uma bacia com água no quarto para umidificar o ar do mesmo. Pronto, quem fez isso já mudou o clima daquele quarto! Lá fora é a mesma coisa, só que com mais detalhes e mais potência devido a certas atividades humanas. Mas, há soluções tecnológicas e colaborativas, na própria superfície da Terra, que possibilitam evitarmos ou reduzirmos muito dessas causas e consequências que mudam a velocidade, a quantidade, a regularidade e a distribuição geográfica e temporal dos ciclos naturais.  
Sabem aquela representação do efeito estufa onde aparece o planeta rodeado por uma camada de CO2 e onde apenas a radiação alimenta o efeito estufa ou a representação da estufa agrícola sem água onde também é só a radiação que alimenta o efeito estufa? Isto tudo também está errado, entre muitas outras coisas. Quem ler o artigo verá tudo isto e muito mais bem demonstrado, mas nas próximas mensagens para este blog irei comentar sobre as mudanças resolvidas no artigo. É muita coisa mesmo.